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Navegando por Autor "Ottoni, Cristina Iglesias"

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    Dissertação
    A infecção por Leishmania infantum chagasi altera o metabolismo lipídico do hospedeiro
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2012-12-03) Ottoni, Cristina Iglesias; Jerônimo, Selma Maria Bezerra; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4785584A3&dataRevisao=null; ; http://lattes.cnpq.br/6522050045198506; Carvalho, Lucas Pedreira de; ; http://lattes.cnpq.br/7308383096084856; Amaral, Viviane Souza do; ; http://lattes.cnpq.br/4440806451383783
    A leishmaniose visceral americana (LVA), causada pela Leishmania infantum chagasi (L.i.chagasi) permanece como um problema de saúde pública no Brasil. A LVA cursa com alterações bioquímicas e hematológicas que podem resultar em caquexia e predisposição a infecções secundárias. O metabolismo lipídico pode ser alterado em resposta à infecção, sendo que alguns microorganismos podem induzir estas alterações.. Estudos experimentais mostram que o colesterol é necessário para a internalização e replicação de L.i.chagasi em macrófagos. Este trabalho teve como objetivo avaliar se o metabolismo lipídico sofre alterações em diversos status pós-infecção por L.i.chagasi. Os níveis de colesterol, triglicerídeos, HDL, proteína C reativa foram quantificados. A expressão de genes relacionados ao metabolismo lipídico, como LXR-a, LXR-b, PPAR-a, PPAR-d, PPAR-g e APOE foi determinada por PCR em tempo real. Indivíduos com LVA quando comparados com indivíduos com infecção assintomática apresentaram baixos níveis de coleste rol total (128 ± 6,180 mg/dL vs. 158 ±5,733 mg/dL, p=0,0001), HDL (29 ± 1,746 mg/dL vs. 37 ± 1,647 mg/dL, p=0,001); elevação nos níveis de triglicerídeos (149,5 mg/dL ± 12,72 vs. 78,00 ± 10,43 mg/dL, p=0,0095) e de proteína C reativa (1,750± 0,4939 mg/dL vs. 0,40 ± 0,1707 mg/dL; p=0,0001). A expressão de genes envolvidos no metabolismo de lipídos apresentou diminuições de 3,5 vezes em pacientes com LVA, no caso de PPAR-g. Para outros genes, como PPAR-a, esta diminuição de expressão chegou a 27,70 vezes para pacientes com LVA em relação ao grupo controle. Estes achados podem explicar os níveis séricos alterados de lipídios para os indivíduos com LVA. Estes resultados sugerem que a cronicidade da infecção por Leishmania resulta em uma modulação do metabolismo de lipídios, com inibição da síntese de colesterol. Isso pode facilitar a sobrevivência da leishmania, por potencialmente resultar em redução da habilidade dos macrófagos em apresentar antígenos eficientemente para células T frente à redução de colesterol disponível, e isso resulta em uma subversão da imunidade do hospedeiro.
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