Navegando por Autor "Paulino, Luísa Cimatti"
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Dissertação Estudo de sistemas microemulsionados utilizando água do mar na recuperação avançada de petróleo(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2007-02-09) Paulino, Luísa Cimatti; Dantas Neto, Afonso Avelino; Barros Neto, Eduardo Lins de; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4798645D3; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783215D9; ; http://lattes.cnpq.br/9691740483934827; Pereira, Nehemias Curvelo; ; http://lattes.cnpq.br/3283741881583320; Dantas, Tereza Neuma de Castro; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783139Z0&dataRevisao=null; Moura, Maria Carlenise Paiva de Alencar; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4702157Y9O petróleo ocorre na natureza em determinadas formações subterrâneas onde é adsorvido nos poros destas rochas. Pelos métodos convencionais de recuperação geralmente apenas 30% deste petróleo é extraído e isto pode ser atribuído, basicamente, a três aspectos: alta viscosidade do petróleo, geologia da formação e elevadas tensões interfaciais entre os fluidos do reservatório. Os métodos avançados de recuperação envolvem a injeção de um fluido ou de uma mistura de fluidos em um reservatório para atuar nos pontos onde o processo convencional não conseguiu atingir as taxas de extração desejadas. A injeção de microemulsão, considerado um método avançado, tem por finalidade dessorver o óleo da formação rochosa e obter um deslocamento eficiente da emulsão de petróleo. Dentro deste contexto, este trabalho foi realizado com dois objetivos principais: estudo dos parâmetros que influenciam o sistema microemulsionado (tipo de tensoativo, cotensoativo, razão C/T e salinidade) e a avaliação da eficiência de deslocamento do petróleo com as microemulsões que apresentaram estabilidade na região rica em água. Pelos parâmetros analisados estipulou-se microemulsões para serem submetidas à etapa de recuperação com composição: 25% água, 5% querosene, 46,7% de n-butanol como cotensoativo e 23,3% de tensoativo BS ou SCO. Os testemunhos de arenitos Assu e Botucatu foram avaliados em ensaios de porosidade e permeabilidade posteriormente submetidos às etapas de saturação com água do mar e petróleo, recuperação convencional com água do mar e avançada com as microemulsões selecionadas. O arenito Botucatu apresentou os melhores parâmetros físicos para a recuperação, e a microemulsão composta pelo tensoativo BS foi a que obteve maior eficiência de deslocamento (26,88%)