Navegando por Autor "Pinheiro, Potyra Borges"
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Dissertação Avaliação de um programa de educação ambiental não formal: a Caravana Ecológica na visão dos participantes(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2014-02-24) Pinheiro, Potyra Borges; Martins, Andre Ferrer Pinto; ; http://lattes.cnpq.br/2557880242678680; ; http://lattes.cnpq.br/5098311578502507; Lopes Júnior, Edmilson; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4703249P4; Pernambuco, Marta Maria Castanho Almeida; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4780490E9; Tabosa, Wyllys Abel Farkatt; ; http://lattes.cnpq.br/3596040894249041Neste estudo, buscamos avaliar qualitativamente a experiência de um programa de educação ambiental (EA) não formal itinerante, a Caravana Ecológica (CE). A avaliação foi baseada na visão dos participantes da CE, considerando possíveis desdobramentos mais duradouros, dado o tempo decorrido entre a realização da CE e esta avaliação. Apesar de se tratar de uma etapa fundamental para o aperfeiçoamento e melhoramento de iniciativas nesse setor, avaliações de programas de educação ambiental são raras; essa lacuna é ainda maior quando se trata de estudos que investiguem as efetivas modificações no comportamento do público alvo. Em relação a programas desenvolvidos no estado do Rio Grande do Norte, publicações sobre o tema praticamente inexistem. O estudo consistiu de duas etapas, integradas por triangulação de métodos. A primeira visou à caracterização da CE e foi composta por análise documental e entrevistas individuais semiestruturadas, em que foram ouvidos gestores e professores que trabalharam na CE entre 2008 e 2010. Na segunda etapa, foram realizados grupos focais in loco com o público alvo de duas cidades que a CE havia visitado em 2010, Fernando Pedroza e Pedra Grande. A avaliação do programa comparou a visão dos participantes com os objetivos da CE, e também com concepções várias de EA, das mais tradicionais/conservadoras às mais transformadoras. Ela mostrou que os objetivos institucionais foram alcançados ao menos parcialmente, visto que a CE descentralizou a discussão de EA, levando-a para o interior do estado, despertando em pelo menos parte de seu público alvo o interesse por questões ambientais. Contudo, a falta de continuidade da iniciativa, bem como as inconstâncias nas políticas públicas estaduais, foram enfaticamente criticadas, tanto pelo público alvo da CE, como por seus próprios integrantes. Concluímos que o programa CE apenas inicia um processo de EA e contempla de maneira pontual alguns dos elementos que compõem o processo de empoderamento de sujeitos protagonistas das questões socioambientais à sua volta