Navegando por Autor "Pinto, érika Simone Galvão"
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Dissertação As ações de controle da tuberculose na atenção primária à saúde: a visão do doente(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2011-12-09) Cirino, Illa Dantas; Menezes, Rejane Maria Paiva de; ; http://lattes.cnpq.br/5190926575194616; ; http://lattes.cnpq.br/7124325735474260; Enders, Bertha Cruz; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4781295D6&dataRevisao=null; Miranda, Francisco Arnoldo Nunes de; ; http://lattes.cnpq.br/9242337504601387; Pinto, érika Simone Galvão; ; http://lattes.cnpq.br/2135320432342059A tuberculose (TB) é uma doença de grande repercussão no contexto mundial atual. No Brasil, o controle da doença foi direcionado para a Atenção Primária à Saúde, em virtude da determinação do Ministério da Saúde de descentralizar as ações de saúde para a Atenção Básica. Dessa forma, desde então as ações de diagnóstico, controle e tratamento da doença devem acontecer nesse contexto, porém, ainda existem muitos entraves que podem dificultar a realização dessas determinações. Este estudo tem o objetivo analisar o desenvolvimento das ações de controle de TB desenvolvidas nos serviços de Atenção Primária à Saúde, a partir da visão do doente. O estudo é descritivo, de corte transversal e quantitativo. A população é constituída por 517 doentes de tuberculose em tratamento nas Unidades de Atenção Primária à Saúde no Município de Natal/RN; a amostra é formada por 93 doentes de TB. O instrumento de coleta é estruturado, baseado no The Primary Care Assessment Tool (PCAT), validado no Brasil e adaptado para avaliar a atenção à TB no Brasil, com modificações. Tal instrumento foi dividido em blocos: o primeiro correspondeu às informações sociodemográficas do doente de TB e o segundo às ações de controle, diagnóstico e tratamento de TB nos serviços de saúde (SS), e inclui questões relacionadas às dimensões da atenção primária: acesso, vínculo, elenco de serviços, coordenação da atenção, orientação à comunidade e enfoque na família. Para análise quantitativa, construíram-se indicadores para cada item do instrumento. Os padrões de respostas são seguidos de acordo com a escala de Likert, à qual se atribuiu um valor entre 1 e 5, que significaram o grau de relação de preferência (ou concordância) das afirmações. Os valores entre 1 e 3 foram considerados insatisfatórios para o indicador; entre 3 e menores que 4, regulares; e, entre 4 e 5, satisfatórios. Os resultados indicam que 62,37% dos doentes eram homens, 27,96% com faixa etária de 41 a 50 anos, sendo 34,41% desempregados, de baixa escolaridade e baixa renda familiar. Verificou-se que os serviços hospitalares de referência são a porta de entrada para o doente (59,14%), e também os locais de diagnóstico da doença (72,04%). Sobre o acesso, as condições encontradas foram satisfatórias quanto: ao número de vezes em que precisavam buscá-lo até o atendimento ao problema de saúde, à marcação e à facilidade para conseguir consulta no SS, à realização do atendimento sem prejuízos ao comparecimento do indivíduo ao trabalho, e às facilidades referentes à proximidade entre a residência e os serviços; foram consideradas insatisfatórias as condições relacionadas ao deslocamento até o SS, e sobre horário e dias de funcionamento dos serviços. No que se refere ao elenco de serviços, foram satisfatórias ou regulares as ações relacionadas à solicitação de exames até a sua viabilização no primeiro SS, à disponibilização de pote para realização de baciloscopia e de medicamentos para o tratamento, além da realização de consultas de controle e recebimento de informações sobre a doença e o tratamento realizado; considerou-se insatisfatórias a realização de atendimento domiciliar ao doente de TB por parte do SS que atua como porta de entrada, a realização do Tratamento Diretamente Observado (TDO), de visitas domiciliares durante o tratamento, de oferta de auxílio-transporte ao doente e de existência de grupos para doentes de TB. Em relação à coordenação da atenção, resultou em regular a ação de encaminhamento do doente a outros SS para obtenção de exames; e como insatisfatório o encaminhamento para obtenção de medicamentos. Já as relações de vínculo entre doente e equipe de saúde foram consideradas em sua maioria satisfatórias ou regulares. Quanto ao enfoque familiar e comunitário, foi satisfatório apenas o indicador referente aos questionamentos dos profissionais ao doente sobre a existência de sintomáticos respiratórios na família. Considera-se que há necessidade de maior compromisso dos agentes governamentais para com os incentivos obrigatórios ao controle da TB, assim como da disponibilização dos insumos necessários e capacitação dos recursos humanos que atuam na APS, na contínua busca de fortalecimento da atenção primária, como lugar do mais amplo acolhimento às necessidades de contato do usuário com as ações e os profissionais de saúde. Recomenda-se a adoção de mecanismos de gestão possíveis de ampliar a capacidade resolutiva da APS, promovendo a prestação dos serviços ao usuário e assegurando a atenção à saúde da população.Dissertação Dificuldades e/ou facilidades vivenciadas pelos profissionais que compõem a Estratégia de Saúde da Família(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2008-03-31) Pinto, érika Simone Galvão; Menezes, Rejane Maria Paiva de; ; http://lattes.cnpq.br/5190926575194616; ; http://lattes.cnpq.br/2135320432342059; Villa, Tereza Cristina Scatena; ; http://lattes.cnpq.br/7463185969200419; Torres, Gilson de Vasconcelos; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4708368Z6&dataRevisao=null; Enders, Bertha Cruz; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4781295D6&dataRevisao=nullEstudo descritivo, quantitativo, com o objetivo de analisar as facilidades e dificuldades vivenciadas pelos profissionais da Estratégia de Saúde da Família (ESF) do Município de Ceará-Mirim, RN. A população incluiu 190 profissionais de saúde que integram as equipes de saúde da família e a coleta de dados ocorreu no local de trabalho após reunião com a aplicação de um questionário. Os resultados foram organizados em planilha excel, com análise estatística descritiva em tabelas, gráficos e quadros através de freqüências, médias e desvio padrão. Há predominância do sexo feminino (n=137) e índices maiores em quase todas as profissões, e maior média de idade (38,9% e DP= 7,8) e renda salarial (média = 10) na categoria médica. Quanto às atividades mais desenvolvidas, para médicos e enfermeiros são as ações do cuidado em saúde na Unidade, higiene bucal para os odontólogos, imunização para os auxiliares de enfermagem (Aux. Enf.) reunião educativa para os auxiliares de consultório dentário (ACD), e visita domiciliar para os agentes comunitários de saúde (ACS). Sobre as facilidades do trabalho, 93,2% referiram ser a presença de profissionais com perfil em saúde sública; quanto às dificuldades, 86,8% dos profissionais citaram à indisponibilidade de material, seguidas da faixa salarial referida por enfermeiros (80,9%), odontólogos (80,0%), médicos (73,3%), ACS (83,1%) e Aux. e Enf. (90,5%). Em relação às condições de trabalho, a indisponibilidade de materiais foi a mais citada com exceção dos odontólogos que referiram a melhoria salarial. Identifica-se ainda, entre essas dificuldades: a disponibilidade de medicamentos considerada como grau um de empecilho pelos ACS e pelo médico, a modalidade de vínculo contratual em grau dois citada pelo ACD e o odontólogo; e em grau três, a faixa salarial citada pelos odontólogos e auxiliares de enfermagem. Conclui-se, que às dificuldades e facilidades enfrentadas pelos profissionais da ESF são divergentes entre si. Para os médicos e enfermeiros, cujas ações em saúde centralizam-se no atendimento aos grupos específicos, ao indivíduo e a família, as suas dificuldades relacionam-se a indisponibilidade de materiais. Para os odontólogos, cujas ações mais citadas foram aplicação tópica de flúor e escovação supervisionada, sua dificuldade maior é a faixa salarial. Quanto ao aux. de enf., ACD e ACS para todos eles, a indisponibilidade de materiais tem dificultado a realização das suas atividades na ESF