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Navegando por Autor "Rodrigues, Francisco Demetrius Monteiro"

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    Dissertação
    O efeito da interseccionalidade de gênero e raça na mobilidade social dos emigrantes com origem no Nordeste brasileiro
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2021-04-26) Rodrigues, Francisco Demetrius Monteiro; Myrrha, Luana Junqueira Dias; ; ; http://lattes.cnpq.br/9346367277189039; Campos, Járvis; ; Queiroz, Silvana Nunes de; ; Peres, Roberta Guimarães;
    A região Nordeste, durante décadas, perdeu consideráveis contingentes populacionais, seja por causa da seca, latifúndio, desemprego, redes de relacionamentos/sociais, esgotamento das fronteiras produtivas, falta de oportunidades de trabalho e/ou estudo na terra natal. Contudo, embora as perdas populacionais nordestinas tenham arrefecido nas últimas décadas, a região permanece com saldo migratório negativo relevante. O nordestino ainda emigra, e, na maioria dos casos, em busca de emprego, melhores rendimentos, oportunidades e/ou novos lugares onde haja melhor qualidade de vida. Com as mudanças no cenário econômico, político e social das regiões de origem e destino a partir da década de 1970, com destaque para o período entre 2003 e 2014, a decisão de migrar passou a ser subsidiada por diversos fatores, para além das dificuldades de sobrevivência e/ou mobilidade social. Mas o sucesso da emigração depende, em grande parte, das características do mercado de trabalho na região de destino, assim como das características demográficas do migrante, as quais se diferenciam por gênero e raça. Neste contexto, o objetivo desta dissertação é analisar, para o ano de 2014, os efeitos da interseccionalidade de gênero e raça na mobilidade social intrageracional do emigrante com origem na região Nordeste (e com destino em outra grande região do país). Para tanto, a fonte de dados é a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2014, que possui um módulo especial de perguntas sobre mobilidade social, além das características sociodemográficas e migratórias. Através da análise descritiva verificou-se que os emigrantes do Nordeste experimentaram maior mobilidade intrageracional ascendente comparativamente aos não migrantes nordestinos, em 2014. No entanto, esse movimento na estrutura social foi majoritariamente de curta distância. Pelos modelos logísticos pode-se observar que as chances de mobilidade ascendente são menores para as mulheres, independente da condição de migração, mas com intensidades diferentes. Entre os emigrantes, as mulheres brancas foram as que apresentaram as menores chances de mobilidade ascendente e entre os não migrantes, as mulheres negras. Adicionalmente, os resultados evidenciam que para os emigrantes, as chances de mobilidade ascendente são maiores entre aqueles com 30 a 34 anos, que nunca viveram com cônjuge ou companheiro(a), na condição familiar demais, com até o ensino fundamental completo, dois anos de residência na região de destino e homens negros. Quanto ao não migrante, as chances de mobilidade social ascendente, em 2014, são maiores para os indivíduos com idade de 25 a 29 anos, que vivem com cônjuge ou companheiro(a), pessoa de referência, com superior incompleto e mais e para os homens brancos.
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    Tese
    Redes de migração no Brasil: estrutura e dinâmica dos fluxos migratórios intermunicipais nos anos 2000 e 2010
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2025-04-30) Rodrigues, Francisco Demetrius Monteiro; Campos, Járvis; https://orcid.org/0000-0002-6404-6783; http://lattes.cnpq.br/9521949677900552; https://orcid.org/0000-0003-3270-8276; http://lattes.cnpq.br/9346367277189039; Aguirre, Moisés Alberto Calle; http://lattes.cnpq.br/0743856406326460; Fusco, Wilson; http://orcid.org/0000-0002-1418-0423; http://lattes.cnpq.br/5785590497886670; Santos, Reinaldo Onofre dos; https://orcid.org/0000-0001-6762-9100; http://lattes.cnpq.br/6397773540613843; D'antona, Álvaro de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/1771971577733548
    As migrações internas no século XXI tornaram-se mais dinâmicas, impulsionadas por fatores econômicos, políticos e sociais. Nesse sentido, a análise de redes espaciais constitui uma ferramenta metodológica relevante para compreender os deslocamentos populacionais que estão em constante transformação, ao permitir o exame das conexões entre os lugares e as pessoas, bem como da estrutura relacional e da composição dos fluxos migratórios. Além disso, essa perspectiva analítica possibilita a análise de recortes geográficos mais desagregados, como a dos municípios, favorecendo a identificação da extensão e dispersão das redes. O principal objetivo desta tese é analisar a estrutura e a dinâmica das redes espaciais de migração entre os municípios brasileiros, incorporando a teoria dos grafos para identificar tendências e fluxos das redes migratórias no Brasil. A pesquisa adotou uma metodologia baseada em network analysis, fundamentada na Teoria dos Grafos, empregando dados dos Censos Demográficos de 2000 e 2010 e utilizando o software Gephi para modelagem e visualização das redes. Os resultados evidenciaram maior integração na rede migratória brasileira em 2010, com aumento no número de conexões, grau médio e na densidade de ligações, associada a redução do diâmetro da rede. Essa diminuição do diâmetro aliada ao incremento na densidade de arestas, sugere a transição de uma topologia mais hierárquica para uma estrutura mais distribuída. Grandes centros urbanos, como São Paulo e Brasília, mantiveram-se como hubs estratégicos, mas com redução em sua centralidade, refletindo um processo de descentralização e surgimento de novos polos regionais. Quanto a análise dos fluxos da rede, constatou-se diferenças significativas por sexo, idade e escolaridade, refletindo dinâmicas específicas de deslocamento e conexão entre os municípios. Com maior concentração em áreas urbanas, a migração feminina tornou-se predominante na rede de 2010, enquanto, constatou-se um processo de envelhecimento da população migrante ao longo do tempo. A composição da rede por escolaridade demonstrou topologias distintas: imigrantes com baixos níveis de instrução exibiram maior coeficiente de agrupamento em grandes centros urbanos e capitais, enquanto aqueles com ensino superior formaram redes mais esparsas e descentralizadas. Os achados sugerem a necessidade de políticas públicas que considerem essa dinâmica multifacetada.
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