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    Dissertação
    Crescimento econômico e restrição externa: evidências empíricas na economia brasileira (1991-2010)
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2013-07-29) Silva, Andrei de Lima e; ; http://lattes.cnpq.br/8841368848220253; ; http://lattes.cnpq.br/5216998525981741; Leite, Fabrício Pitombo; ; http://lattes.cnpq.br/7810747556176381; Farias, Joedson Jales de; ; http://lattes.cnpq.br/6333927737449186
    Este trabalho tem como objetivo verificar a influência da restrição externa sobre o crescimento econômico brasileiro no período de 1991 a 2010. Com este intuito, são apresentados alguns dos principais modelos keynesianos de crescimento restringido pela balança de pagamentos, inspirados por Thirlwall (1979) e Kaldor (1970), os quais são sustentados por importantes pontos em comum, como a adesão ao princípio da demanda efetiva. Tendo em vista que, no âmbito desta linha teórica, não há consenso sobre a modelagem que melhor explique a taxa de crescimento permitida pela restrição externa, são apresentados os resultados encontrados por parte representativa da literatura empírica que trata do tema, que se faz necessário para um melhor entendimento do caso brasileiro. A partir da estimação da elasticidade-renda das importações (0,85) através de vetores autorregressivos com correção de erros (VEC), foram calculadas cinco taxas de crescimento da renda, conforme previsto pelos modelos de Thirlwall (1979), Thirlwall e Hussain (1982), Moreno-Brid (1998; 2003) e Lourenço et al. (2011) e comparou-as com a taxa de crescimento efetiva. A análise empírica permitiu verificar que: não se pode rejeitar a presença de restrição externa na economia brasileira; há forte similaridade nas taxas de crescimento previstas pelos diferentes modelagens que propõem o crescimento com restrição externa. Além disso, ao se utilizar séries trimestrais para o período pós-1990, não existem fatores capazes de provocar instabilidade nos parâmetros da função de importação (elasticidade-renda e elasticidade-preço das importações) dentro do período, o que indica que a quebra estrutural amplamente associada ao ano de 1994 não foi confirmada para o período de análise deste estudo
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