Navegando por Autor "Silva, Izadora Dantas da Costa"
Agora exibindo 1 - 1 de 1
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
TCC Padrão reprodutivo e características morfológicas de tartarugas marinhas em ambiente costeiro sob pressão antrópica(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2025-12-11) Silva, Izadora Dantas da Costa; Simone Almeida Gavilan; Daniel Solon Dias de Farias; https://orcid.org/0000-0002-5923-8625; http://lattes.cnpq.br/7813685791586480; http://lattes.cnpq.br/6556168670883302; https://lattes.cnpq.br/9955066182665233; Simone Almeida Gavilan; http://lattes.cnpq.br/6556168670883302; Giovanna Almeida Santoro; https://orcid.org/0000-0002-2414-1807; Aline da Costa Bomfim; https://orcid.org/0000-0003-4678-7534As tartarugas marinhas são répteis da ordem Testudines e habitam a terra há mais de 200 milhões de anos. No Brasil, ocorrem cinco espécies, a saber: Chelonia mydas, Eretmochelys imbricata; Lepidochelys olivacea Caretta caretta e Dermochelys coriacea. Atualmente, quatro das cinco espécies estão na Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção. A espécie Chelonia mydas teve seu status de ameaça mudado recentemente devido aos esforços de conservação realizados ao longo dos anos. Dentre tais esforços, os relacionados à monitoramento e proteção da atividade reprodutiva destacam-se como primordiais para esse sucesso. No Rio Grande do Norte, já foram registradas desovas de todas as espécies, com exceção de D. coriacea. Este estudo teve como objetivo realizar a primeira caracterização, quanto aos aspectos biológicos, espaciais, temporais e antrópicos a atividade reprodutiva de tartarugas marinhas na Via Costeira, uma área urbana em Natal, Rio Grande do Norte, Brasil. Entre dezembro de 2024 e maio de 2025, foram monitorados 6,7 km da praia. Neste período foram registrados 76 eventos de atividade reprodutiva, com 66 desovas. A análise morfológica de neonatos permitiu identificar a predominância de ninhos da espécie Eretmochelys imbricata (53,03%) com maior frequência de ocorrência (42,42%) no mês de fevereiro. O trecho monitorado apresentou uma densidade média de 9,85 ninhos por quilômetro, com distribuição heterogênea. Os registros de Meia- Lua ocorreram em trechos de maior iluminação. Os resultados destacam a relevância reprodutiva da área, em especial para a espécie Eretmochelys imbricata e reforçam a necessidade de mitigar impactos antrópicos, como a fotopoluição, de forma a garantir a conservação dessas espécies.
