Navegando por Autor "Silva, Lemuel Rodrigues da"
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Tese Análise do discurso da resistência mossoroense ao ataque de Lampião(2015-03-05) Tavares, Edgley Freire; Silva, Marluce Pereira da; ; http://lattes.cnpq.br/4463809499714404; ; http://lattes.cnpq.br/4404506204960534; Gomes, Adriano Lopes; ; http://lattes.cnpq.br/7395014510049279; Santos, Derivaldo dos; ; http://lattes.cnpq.br/8615666365895204; Silva, Francisco Paulo da; ; http://lattes.cnpq.br/8457474154576641; Silva, Lemuel Rodrigues da; ; http://lattes.cnpq.br/5816005449693385Na cidade de Mossoró, diversas práticas sustentam um discurso memorialista em torno da resistência desta cidade ao ataque do cangaceiro Lampião, no ano de 1927. Nossa pesquisa objetivou descrever e interpretar o funcionamento dessa discursividade, problematizando seus mecanismos, estratégias e efeitos na dispersão dos enunciados na cultura local. A Resistência, tomada como acontecimento discursivo, foi então investigada do lugar teórico-metodológico da análise do discurso francesa, na articulação dos postulados de Michel Pêcheux com a arqueogenealogia formulada por Michel Foucault. A análise do corpus constituído de materialidades discursivas acadêmicas, midiáticas, do teatro, de inscrições urbanas e da literatura de cordel, apontou uma série de regularidades discursivas, interdiscursividades e efeitos de sentido que marcam o funcionamento histórico e semiológico do discurso da Resistência como prática atravessada por diversas relações de saber e de poder. Além disso, a análise discursiva dessa reminiscência da passagem de Lampião em Mossoró possibilitou compreender essa narrativa em sua gênese e nas repetições e transformações da memória, evidenciando como este discurso tem organizado diversas instituições, grupos e lugares enunciativos, marcando a centralidade dessa memória na política, cultura e economia locais.Tese Cenários de contra-hegemonia no protestantismo brasileiro no contexto da pós-modernidade(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2015-11-04) Correia, Bruno César Ferreira de Barros; ; http://lattes.cnpq.br/7945742180527825; ; http://lattes.cnpq.br/7737495914301651; Lopes Júnior, Edmilson; ; http://lattes.cnpq.br/7706483469232827; Germano, José Willington; ; http://lattes.cnpq.br/9070289595467890; Oliveira, Josineide Silveira de; ; http://lattes.cnpq.br/5439210347544379; Silva, Lemuel Rodrigues da; ; http://lattes.cnpq.br/5816005449693385Há muito tempo que as manifestações religiosas são consideradas itens importantes nos mais variados meios sociais. Interessa-nos entender a forte pluralidade denominacional existente, bem como a emergência de novos movimentos/eventos e formas do cristianismo no Brasil, que, por conseguinte é um reflexo do que acontece no restante do mundo globalizado. Tal interesse é revestido pela premissa de que a religiosidade e os meios sociais são construídos de forma mútua e interligados, o que nos permite compreender que a cosmologia social se apresenta como um espaço fértil e privilegiado para a verificação das interações concernentes ao binômio: religião e sociedade. Uma das formas de classificar as diferentes denominações protestantes é em três grandes vertentes: Histórica, Pentecostal e Neopentecostal. Cada corrente surgiu para adaptar o protestantismo à cosmologia social das épocas históricas, desde a reforma protestante até os dias de hoje, formando instituições com determinadas posturas éticas e morais. Faz-se necessário pesquisar e entender como o protestantismo histórico, o pentecostal e o neopentecostal se implantaram no Brasil. A partir disso, pensamos ser interessante problematizarmos de forma acurada os seguintes aspectos: Como se deram os processos de formação das vertentes/movimentos evangélicos no Brasil? Esses movimentos ainda estão mantendo suas “roupagens clássicas” ou estão hibridizando suas fronteiras? Quais são as modulações de trânsito religioso que demonstram esta provável hibridização? Se existe, de fato, uma hibridização entre os movimentos evangélicos, podemos colocar que ela é fomentada apenas por uma lógica de mercado de bens simbólicos da religião do mundo atual? Na atualidade, estamos vivenciando um período de mudança cosmológica, do Moderno ao Pós-moderno (caosmológico). Este último se caracteriza pela secularização, pela fratura, a mutilação, a diversidade de subjetividades. E é pensando neste “espírito do tempo” que tomamos como principal referência teórica deste estudo o filósofo italiano e pensador da pós-modernidade Gianni Vattimo que caracteriza a pós-modernidade com a cosmologia do Pensamento frágil/pensiero debole e pós-metafísico, ou seja, que potencializa o surgimento de instituições mais plurais e não-absolutas. Para tanto, ele lança mão das filosofias dos alemães, Nietzsche e Heidegger. Por fim, importa dizer que embasado neste quadro teórico, levanto a hipótese de que o protestantismo tende a se “multilar” por influência da episteme social pós-moderna, proporcionando, com isso, o provável surgimento de uma nova corrente híbrida ainda não nominada e que pode transitar entre as três grandes correntes do protestantismo mundial, com características nas quais convergem aspectos das mesmas.Tese De santas e festas : Ana, Luzia e apresentação(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2010-12-16) Savalli, Elaine Cristina A. da Costa; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4767289H0; ; http://lattes.cnpq.br/9016150865569076; Andrade, Maristela Oliveira de; ; http://lattes.cnpq.br/7202471430678926; Silva, Lemuel Rodrigues da; ; http://lattes.cnpq.br/5816005449693385; Lopes Júnior, Edmilson; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4703249P4; Dantas, Alexsandro Galeno Araújo; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4703941Y0A festa é capaz de intermediar diferenças sociais e culturais proporcionando novas linguagens entre os seus participantes. A festa religiosa também tem esta função. Os atos festivos destinados aos santos podem ser incentivadores das novas interações sociais ocasionadas pelo evento. Partindo daí, este trabalho pesquisa três festas religiosas que têm como homenageadas, as santas: Nossa Senhora da Apresentação, representando a Mãe de Jesus, em Natal, e a história da fundação da Cidade, em 1599; Santa Luzia, uma mártir da Itália, faz parte da devoção popular na cidade de Mossoró, região oeste do Rio Grande do Norte; e Sant Ana, mãe de Maria, ilustra com fervor a cultura caicoense, no Seridó do Rio Grande do Norte. Os objetivos desse estudo foram os seguintes: observar e comparar as festas em questão; estudar as festas no Brasil-colônia; pesquisar as festas do Rio Grande do Norte, relatadas anteriormente, entre os anos de 2007 a 2009; apreender a hagiografia das padroeiras dessas cidades e, por fim, enfatizar os pontos em comuns, assim como as diferenças existentes entre elas. A inspiração metodológica foi trabalhada a partir de Peter BurkeTese O discurso religioso no processo migratório para o caldeirão do beato José Lourenço(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2009-12-18) Silva, Lemuel Rodrigues da; Lopes Júnior, Orivaldo Pimentel; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4767289H0; ; http://lattes.cnpq.br/5816005449693385; Gomes, Ana Laudelina Ferreira; ; http://lattes.cnpq.br/7178264870931102; Lopes, Fátima Martins; ; http://lattes.cnpq.br/6539287109414078; Leite, Ivonaldo Neres; ; http://lattes.cnpq.br/9619259499897850; Cordeiro, Domingos Sávio de Almeida; ; http://lattes.cnpq.br/0176197062425956O Caldeirão, sítio localizado na cidade do Crato, ao sul do Ceará, pertenceu ao padre Cícero Romão Batista. Ali, foi criada uma comunidade religiosa liderada pelo beato José Lourenço, a qual marcou a vida de milhares de sertanejos do Nordeste na década de 1930, por representar, para essa gente, um espaço de convívio religioso, trabalho e devoção. A população do Caldeirão era de aproximadamente três mil pessoas, oriundas dos Estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, que dividiam entre si as tarefas diárias da comunidade. A miséria causada pelas secas e a exploração dos sertanejos pelos grandes proprietários de terras são apontadas como os elementos motivadores desse fluxo migratório, pela maioria das obras publicadas sobre o Caldeirão, transformando a comunidade numa experiência primitiva de luta de classes. O estudo apresentado propõe outra compreensão desse movimento migratório a partir do discurso religioso de salvação levado aos sertanejos pelo Conselheiro Severino Tavares. Foram utilizados, como campo de análise, os remanescentes norte-rio-grandenses que migraram para o Caldeirão e, como referenciais teóricos e metodológicos, o modelo compreensivo de investigação, a história cultural e a análise de discurso das memórias dos remanescentes. O trabalho conclui que apontar o fenômeno do Caldeirão como uma revolta camponesa é tentar impor a essa gente as aspirações ou desejos de outros, além de negar a essas pessoas o direito e a dignidade de terem agido a partir de suas crenças e de seus próprios sonhos.Dissertação Escarcéu e escassez no teatro de Mossoró: percursos e percalços de uma dramaturgia na rua(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2011-08-19) Costa, Raimundo Nonato Santos da; Cavalcante, Alex Beigui de Paiva; ; http://lattes.cnpq.br/9638277622683373; ; http://lattes.cnpq.br/8198114383245894; Costa, Maria Helena Braga e Vaz da; ; http://lattes.cnpq.br/5114110813711387; Silva, Lemuel Rodrigues da; ; http://lattes.cnpq.br/5816005449693385A pesquisa que ora apresentamos é resultado da análise da montagem do espetáculo teatral de rua intitulado A Árvore dos Mamulengos, decorrente da apropriação do texto dramatúrgico de autoria de Vital Santos, mantido em temporada durante os anos de 1989 e 2001, pela Companhia Escarcéu de Teatro, na cidade de Mossoró/RN. Mapeamos a partir das vozes e memórias dos atores e atrizes que vivenciaram a experiência da encenação, os desdobramentos e conquistas decorrentes dos doze anos da temporada. Em nosso estudo consideramos a importância da opção pelo espaço aberto de ruas e praças, local da representação do espetáculo, como fator catalisador das escolhas estéticas do grupo e da adoção do processo colaborativo como metodologia de trabalho pelos realizadores da encenação, bem como, os determinantes sócios culturais locais em que o espetáculo foi realizadoDissertação Escravidão na Vila do Príncipe, província do Rio Grande do Norte (1850/1888)(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2011-08-30) Lopes, Michele Soares; Macedo, Muirakytan Kennedy de; ; http://lattes.cnpq.br/6234766321259493; ; http://lattes.cnpq.br/8848804661449714; Lopes, Fátima Martins; ; http://lattes.cnpq.br/6539287109414078; Silva, Lemuel Rodrigues da; ; http://lattes.cnpq.br/5816005449693385Esta dissertação apresenta um estudo sobre a população escrava da Vila do Príncipe entre 1850 e 1888, a partir da documentação manuscrita dos acervos judiciais e cartoriais de Caicó e dos Relatórios de Presidentes de Província do Rio Grande do Norte. A problemática que move a pesquisa diz respeito à reprodução do escravismo em uma região de colonização pecuarística. Portanto, a investigação pretende entender como em um espaço sócioeconômico periférico (a Vila do Príncipe no Seridó agropecuarístico), após a proibição do tráfico africano de escravos, se sustentaram e se estruturaram as relações escravistas. Neste sentido, a pesquisa analisou a dinâmica sócioeconômica das unidades escravistas e sua relação com o espaço, estrutura de posse e a família escrava.Dissertação O processo de formação territorial de Angicos (1760-1836)(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2015-07-21) Silva, Francisca das Chagas Marileide Matias da; Macêdo, Muirakytan Kennedy de; ; http://lattes.cnpq.br/6234766321259493; ; http://lattes.cnpq.br/2453813321724300; Lopes, Fátima Martins; ; http://lattes.cnpq.br/6539287109414078; Silva, Lemuel Rodrigues da; ; http://lattes.cnpq.br/5816005449693385Esta pesquisa tem como finalidade discutir as transformações ocorridas no processo de formação territorial de Angicos/RN, desde sua ocupação colonial registrada na segunda metade do século XVII, até a criação da Vila, na primeira metade do século XIX.Em seu texto, enfocam-se especialmente as relações existentes entre a produção dos espaços e a disputa pelo poder político. Para entender essas relações, foram utilizadas as seguintes fontes: Jornal A República, Relatório dos Presidentes de Província, Decreto Provincial que cria a Vila dos Angicos e a Paróquia de São José, Código de Posturas da Câmara de Angicos, documentos do acervo do Projeto Resgate de Documentação Histórica Barão do Rio Branco e cartas de sesmarias, encontradas na Plataforma SILB (Sesmarias do Império Luso Brasileiro). Como metodologia, elaborou-se a compreensão da questão espacial associada ao contexto social e político colonial/imperial, através da análise das fontes documentais e bibliográficas, de forma a problematizar a formação territorial angicana à luz do conjunto historiográfico sobre o tema desenvolvido. Nas considerações apresentadas, foram tomados como base os conceitos de território, de Milton Santos;espaço, de Henri Lefevre e de lugar, de Cláudia Damasceno.Dissertação A reestruturação sócio-religiosa em Sergipe, no final do século XVIII(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2010-06-30) Santos, Roberto Sousa; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4767289H0; ; http://lattes.cnpq.br/7109846293102460; Germano, José Willington; ; alineguimaraes@hotmail.com; Silva, Lemuel Rodrigues da; ; http://lattes.cnpq.br/5816005449693385Os assuntos que envolvem a religiosidade têm recebido maior importância nas discussões científicas e nos meios de comunicação social. Os debates sobre religião e religiosidade têm se difundido como meio para construção das representações sociais, tanto em níveis individuais como, além disso, na coletividade. Este trabalho trata da construção da ordem de Jesus, dos projetos missionários e colonizadores que marcaram a presença dos missionários jesuítas, desde a colonização até a reestruturação religiosa imposta após a expulsão da ordem jesuítica em Sergipe. Expulsão esta que aconteceu em meio a mudanças políticoadministrativas tomadas pelo governo português em meados do século XVIII, que tinham na representação do Marquês de Pombal seu idealizador. Compreender a reestruturação religiosa e social, aqui concebida nas práticas e nas representações populares e oficiais. Essa reestruturação da religiosidade teve nas confrarias, irmandades, ordens terceiras e demais representações, importante presença simbólica nos espaços sociorreligiosos ligados às práticas católicas em Sergipe. Representação essa que oficialmente passou a ter nos vigários colados seus representantes legais, na manutenção das práticas religiosas nas freguesias e cidades sergipanas