Navegando por Autor "Sousa, Nilberto Gomes de"
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TCC Conviver e pertencer na universidade: projeto de um centro cultural e de convivência para a UFRN(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-02-14) Dombroski, Júlia Goularte; Monteiro, Verner Max Liger de Mello; 0000-0001-8796-2867; https://www.escavador.com/sobre/5028463/verner-max-liger-de-mello-monteiro; http://lattes.cnpq.br/6772826928587995; Rodrigues, Clara Ovídio de Medeiros; 0000-0003-4359-1026; http://lattes.cnpq.br/5499175480089878; Sousa, Nilberto Gomes de; http://lattes.cnpq.br/5035581904956422Para além de ambientes como salas de aula; de professores; laboratórios; bibliotecas e tantos outros ambientes diretamente relacionados ao ensino e, portanto, inerentes à uma Universidade, existe também a necessidade de alguns espaços que sirvam à vivência de seus usuários. Seja como um local para encontros ou como apoio de serviços básicos, esses espaços são necessários uma vez que tais usuários habitualmente acabam passando longos períodos de tempo na Universidade. Atualmente, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) há um edifício intitulado Centro de Convivência Djalma Marinho que reúne um programa arquitetônico que se integra principalmente por serviços como bancos; farmácia; livraria; restaurante; lanchonete entre outros. O que se propõe para o presente trabalho é um exercício de projeto cujo objetivo é a concepção de um espaço de convivência completamente novo para a UFRN, que seja um ambiente responsivo e democrático. A opção de pensar um projeto completamente novo deriva da oportunidade de discutir sobre as relações de lugar e de pertencimento dos usuários com relação aos edifícios, uma vez que o papel principal do ambiente estudado é viabilizar a convivência dos usuários da Universidade. Com auxílio das diretrizes de projetação de ambientes responsivos (BENTLEY et al,1985), reafirma-se a importância de ambientes legíveis; robustos; ricos e personalizáveis – características, segundo os autores, de um ambiente democrático, isto é, que atende realmente aos anseios dos usuários.TCC Estudo preliminar de um centro de atividades do SESC para o Alecrim(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-07-21) Santana, Matheus Felipe Gonzaga; Pinto, Edna Moura; 0000-0002-2863-385X; lattes.cnpq.br/3789406301829141; lattes.cnpq.br/3983286019502673; Monteiro, Verner Max Liger de Mello; 0000-0001-8796-2867; lattes.cnpq.br/3039985432086774; Sousa, Nilberto Gomes de; 0000-0002-8728-3087; lattes.cnpq.br/5035581904956422Os trabalhadores do comércio do Alecrim sempre lidaram com os problemas do bairro, principalmente com a carência de acesso à serviços complementares como refeitórios, banheiros, espaços de descanso, equipamentos culturais, saúde, lazer e educação próximos aos seus locais de trabalho, para serem utilizados nos intervalos ou após o expediente. O Serviço Social do Comércio - SESC - foi criado em 1946 e hoje se tornou uma instituição reconhecida pela ampla oferta cultural, de esporte, lazer e de assistência social. O auge dos serviços prestados pela entidade encontra-se hoje na região Sudeste onde as unidades contam com arquitetura e tecnologias sofisticadas, além de atenderem aos cinco pilares de atuação do SESC. Em Natal, as unidades são especializadas, de pequeno porte e carentes de atualização tecnológica, ademais, encontram-se distantes do seu público-alvo: os trabalhadores do comércio. Diante desta problemática, o trabalho se debruça sobre os centros de promoção de serviços complementares com enfoque nos trabalhadores do comércio a partir da proposição de um espaço sócio-cultural no Alecrim, alinhado com o que vem sendo praticado nas cidades da região Sudeste do Brasil. O tema se faz relevante para a formação do arquiteto e urbanista ao permitir o exercício de projeto vertical com extenso programa de necessidades em um contexto urbano complexo, permitindo a revisitação de conceitos de urbanismo, morfologia e estruturas; no âmbito social, a relevância do tema está no potencial deste trabalho de servir como indutor de reflexões e futuras propostas para o bairro do Alecrim, hoje carente de ações de melhorias. Dito isto, o objetivo geral deste trabalho é elaborar um projeto em nível de estudo preliminar de uma unidade regional do SESC no bairro do Alecrim, observando as diretrizes práticas de projeto para ambientes responsivos. Para tal, se faz necessário desenvolver um edifício verticalizado com espaços legíveis ao usuário através de uma configuração espacial simplificada e circulações inteligíveis (1); promover o favorecimento da relação do edifício com o espaço público, considerando o desempenho do primeiro como indutor de vitalidade urbana (2); articular espaços para o favorável desempenho dos serviços e atividades oferecidos pelo SESC, considerando a abrangência dos pilares de atuação da instituição (3).Dissertação A forma no edifício residencial vertical em Natal : 1969 a 2000 :(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2005-03-04) Sousa, Nilberto Gomes de; Marques, Sônia Maria de Barros; ; http://lattes.cnpq.br/7167281638334139; ; Última atualização do currículo em 22/01/2010; Tinoco, Marcelo Bezerra de Melo; ; http://lattes.cnpq.br/8060203177958046; Veloso, Maisa Fernandes Dutra; ; http://lattes.cnpq.br/4974901249133556Este trabalho foca em temas relacionados com problemas internos à disciplina da arquitetura, especialmente aqueles que têm a ver com a estética das edificações. O universo analisado nesta pesquisa contém edifícios residenciais verticais construídos em Natal no período de 1969 a 2000. Como foi possível observar, existem muitos aspectos diferentes na aparência externa destas edificações, o que denota preocupações crescentes com as suas elaborações formais no campo de batalha pela diversidade contra a monotonia das formas volumétricas simplesTese Nova York hiperativa: congestão, usos do solo e formas edificadas em Manhattan(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-04-27) Sousa, Nilberto Gomes de; Valença, Márcio Moraes; http://lattes.cnpq.br/7057449448661416; http://lattes.cnpq.br/5035581904956422; Trigueiro, Edja Bezerra Faria; http://lattes.cnpq.br/2279771493519042; Sousa, Flávio Antônio Miranda de; Seixas, João Carlos Ferreira de; Cabral, João Carlos Vassalo SantosOs grandes centros urbanos se caracterizam por uma crescente complexidade, constantes transformações e por serem, desde o fim até o começo, a caixa de cena de intermináveis disputas. Neles, a extrema concentração de áreas construídas, de modos de vida e de usos e funções heteróclitas em um espaço reduzido, demarca o conjunto de singularidades que Koolhaas intitula como “cultura da congestão”. São hercúleos os esforços para explicar a complexa cidade contemporânea, projetar os seus desígnios e/ou reparar as suas chagas. A partir desse cenário, surgem as questões: na situação de congestão dos grandes centros urbanos do capitalismo avançado, quais as características morfológicas e funcionais que favorecem a hiperatividade urbana? E ainda: como, nas situações de congestão dos grandes centros urbanos do capitalismo avançado, os atributos morfológicos e os fluxos se configuram de maneira que nos permita conceituá-los como áreas urbanas hiperativas? Nossa conjectura é que nas situações de congestão, o conjunto de atributos morfológicos das frações hiperadensadas resulta em áreas de hiperatividade urbana. O objeto de estudo compreende, portanto, a cidade contemporânea representada por Nova York. Admitindo que a congestão (KOOLHAAS, 2008) é uma das condicionantes necessárias à hiperatividade urbana, nos lançamos à compreensão das áreas em situação de congestão de Nova York, intencionando medir sua densidade construída, explorar as relações das situações de congestão com a hiperatividade urbana e esboçar o conceito de hiperatividade urbana. Para tal, quantificamos a densidade física da congestão por meio de quatro índices: o índice de construção, o índice de forma urbana, o índice de ocupação e o índice de espacialidade. Paralelamente, observamos as relações da congestão com a vitalidade urbana, com redes e fluxos, por meio de estudos que utilizam big data e operam uma Datascopia urbana, ou seja, um diligente exame da cidade por meio dos dados, com objetivo de auscultar os batimentos da cidade dos bits e capturar as suas dinâmicas. Observamos igualmente atributos relevantes para a congestão/vitalidade, como uso do solo e das edificações, traçado, idade das edificações e o número de unidades residenciais. Por fim, conscientes de que a morfologia não responde por tudo que acontece na cidade, exploramos as variáveis interagentes, os fluxos em Nova York – dinâmica populacional, corridas de táxi, uso de mídias sociais e consumo de energia e gás – que entendemos como sendo efeitos epimorfológicos da hiperatividade. Desse modo, os principais resultados indicam que as situações de congestão configuram áreas urbanas hiperativas e que os Índices de Construção e de Forma Urbana são os atributos morfológicos mais relevantes na sua constituição. A pesquisa também nos permite descrever a morfologia da congestão, relacioná-la aos fluxos existentes, sopesar seus efeitos na constituição de áreas urbanas hiperativas e delinear o conceito de hiperatividade urbana. Para a simulação de morfologias com diferentes adensamentos construtivos, propomos uma ferramenta de parametrização que nos permite controlar os índices utilizados para medir a densidade.