Navegando por Autor "Souza, Eliude Gomes Buarque de"
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Dissertação Midianização dos mythos cristãos: narrativas do sagrado nos programas evangélico-televisivos(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2006) Souza, Eliude Gomes Buarque de; Lopes Júnior , Orivaldo Pimentel; Evangelista, João Emanuel; http://lattes.cnpq.br/6160348751743948; Castro, Gustavo de; http://lattes.cnpq.br/7945742180527825; http://lattes.cnpq.br/1560974948813302; Germano, José Willington; http://lattes.cnpq.br/9070289595467890; Oliveira, Josineide Silveira de; http://lattes.cnpq.br/5439210347544379Partindo do pressuposto de que o cristianismo é o grande fenômeno religioso que caracteriza o sagrado da civilização moderna ocidental, e a mídia televisiva seu principal agente disseminador na atualidade, nossa proposta é analisar, pelo viés epistemológico da Fenomenologia religiosa, quais são os modelos dos Mythos Cristãos, propagados pelos programas midiático-televisivos. Orientamo-nos pela transdisciplinaridade, requerida pela Ciência da Complexidade, a fim de criar diálogo entre os campos de conhecimento delineados neste trabalho, a saber, os Estudos da Religião, da Sócio-antropologia e da Sociologia da Comunicação, como forma de perceber o que ocorre ao fenômeno sagrado mítico-cristão, quando propagado nos modelos massificados, dentre eles os programas midiático-televisivos. Para esta compreensão, buscamos modelos distintos de investigação, no sentido de ampliar o conhecimento e melhor refletir os modelos de Mythos Cristãos na mídia-televisiva. A opção pelos estudos das Interações Simbólicas de Bourdieu, e pelas análises do Pensamento Mítico sagrado, refletido por Eliade e Morin, deram a contribuição necessária para a pesquisa, uma vez que com o primeiro, refletimos o modelo da religião institucionalizada e sua ação/interação no formato religioso-televisivo, a partir do ‘modus operandi’ da lógica capitalista e com o segundo, alvo maior de nossas análises, os aspectos multidimensionais da experiência religiosa, dentre eles a fenomenologia que circunscreve o ‘Mytho Vivo’ como a ‘palavra’, o discurso que narra o sagrado, permitindo que sua narrativa seja preservada, transmitida e repetida de maneira infinita, vivendo, revivendo e revelando o evento sagrado.