Navegando por Autor "Souza, Rosa de Fátima Soares de"
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Dissertação O terciário (re) desenhando a periferia: a região administrativa norte de Natal/RN, na última década do século XX, servicializada na Av. Dr. João Medeiros Filho(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2008-03-25) Souza, Rosa de Fátima Soares de; Borges, Amadja Henrique; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787154J7; ; http://lattes.cnpq.br/1452014570456316; Tinoco, Marcelo Bezerra de Melo; ; http://lattes.cnpq.br/8060203177958046; Vidal, Soraia Maria do Socorro Carlos; ; http://lattes.cnpq.br/6734532008785730O terciário vem (re) definindo e (re) qualificando espaços urbanos de forma impactante nas cidades, introduzindo novos elementos para a discussão da relação centro/periferia. Em Natal, enquanto atividade econômica motor de seu desenvolvimento, adapta-se às novas necessidades do capital, expandindo-se, materializando-se através de diversos processos e formas espaciais. Objetivamos analisar um desses processos, que tem levado sua Região Administrativa Norte a (re) definir o desenho de seu espaço urbano, pelas ações desenvolvidas via agentes envolvidos com a espacialização das atividades terciárias, ao mesmo tempo em que redimensiona o seu papel como periferia de Natal, contribuindo para o estudo das recentes e crescentes transformações das capitais brasileiras. A região estudada corresponde a 39,4% da área municipal e até recentemente era composta por precários espaços de reprodução, desprovida de atividades econômicas relevantes. Após o boom da construção de extensos conjuntos habitacionais via SFH/BNH, gradativamente deixou de ser área dependente, e se impõe como região economicamente participativa, com ampliação dos setores de comércio e prestação de serviços, assim como lugar propício para o surgimento de novas atividades. Seus reflexos são perceptíveis na configuração espacial concretizada. Como principal via indutora das mudanças, a Av. Dr. João Medeiros Filho apresenta essas novas tendências na produção do espaço intraurbano, concentrando os equipamentos de bens e serviços de maior porte da região, através de investimentos da iniciativa privada e setor público, que garantem a alocação de capital na construção de uma nova centralidade