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dc.contributor.authorMorais, Glória Cristina de Oliveirapt_BR
dc.date.accessioned2014-12-17T14:20:25Z-
dc.date.available2006-07-31pt_BR
dc.date.available2014-12-17T14:20:25Z-
dc.date.issued2005-11-04pt_BR
dc.identifier.citationMORAIS, Glória Cristina de Oliveira. Entre parentes :cotidiano, religiosidade e identidade na Serra de Portalegre/RN. 2005. 160 f. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Regional; Cultura e Representações) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2005.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/13797-
dc.description.abstractSi les études sur les groupes noirs ruraux connaissent un essor dans l´Antropologie brésilienne contemporaine, au Nordeste, et spécialement au Rio Grande do Norte, ce genre de recherches restent rares. Ce travail a comme principal objectif de faire une description ethnographique des communautés du Pêga, do Arrojado e do Engenho Novo, dans la commune de Portalegre/RN, désignées comme des descendants africains et dont les membres se reconnaissent comme appartenant a une "grande famille". Ainsi, nous voulons analyser les processus d´élaboration d´une identité collective et comprendre le rôle des relations de parenté dans la vie cotidienne, festive et religieuse de Portalegre. En effet, nous pouvons observer que les "parents" développent des stratégies économiques et affirment leur alterité, reprennant des traits culturels et religieux qui leur sont propres pour se présenter comme un groupe doté d´une grande cohésion face a la société environnante. Nous utilisons la méthode ethnographique et la technique de l´observation participante, alliée à l´analyse des sources historiques primaires dans le but de décrire ces pratiques et stratégies. Nous pensons que la participation des membres du groupe à la production agricole, spécialement dans la confection de la farine de manioc, la construction des relations sociales au quotidien et l´organisation de la danse de São Gonçalo représentent autant d´occasions où la mémoire du groupe se fortifie, l´identité collective se cristallise et où la sociabilité se trouve consolidée. Nous analysons ces pratiques collectives et ces moments festifs comme des moyens de réaffirmation d´une identité locale centrée sur les relations de parentéfra
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectComunidade ruralpor
dc.subjectParentescopor
dc.subjectReligiosidadepor
dc.subjectCotidianopor
dc.subjectPorta Alegre (RN)por
dc.titleEntre parentes :cotidiano, religiosidade e identidade na Serra de Portalegre/RNpor
dc.typemasterThesispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociaispor
dc.contributor.advisorLatteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4768171A6por
dc.contributor.referees1Carvalho, Maria Rosário G. dept_BR
dc.contributor.referees1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783500Y2por
dc.contributor.referees2Assunção, Luiz Carvalho dept_BR
dc.contributor.referees2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4780134H6por
dc.description.resumoSe os estudos sobre os grupos negros rurais conhecem um desenvolvimento na antropologia brasileira contemporânea, no Nordeste, e especificamente no Rio Grande do Norte, ainda essas investigações são raras. Este trabalho tem como principal objetivo a descrição etnográfica das comunidades do Pêga, do Arrojado e do Engenho Novo, no município de Portalegre/RN, apontadas como grupos afro-descendentes e cujos membros se reconhecem como pertencendo a uma "grande família". Desta forma, queremos analisar os processos de elaboração de uma identidade coletiva e entender o papel das relações de parentesco na vida cotidiana, festiva e religiosa da serra de Portalegre. De fato, observamos que os "parentes" desenvolvem estratégias econômicas e afirmam sua alteridade, retomando traços culturais e religiosos que os são próprios para se apresentar como um grupo coeso diante a sociedade envolvente. Utilizamos o método etnográfico e a técnica da observação participante, aliada a análise de fontes históricas primárias no intuito de descrevermos essas práticas e estratégias. Acreditamos que a participação dos membros do grupo na produção agrícola, especialmente na confecção da farinha de mandioca, a construção das relações sociais no cotidiano e a organização da dança de São Gonçalo representam ocasiões em que a memória do grupo se fortalece, a identidade coletiva se cristaliza e onde a sociabilidade encontra-se consolidada. Entendemos essas práticas cotidianas e desses momentos festivos como meios de reafirmação de uma identidade local centrada nas relações de parentescopor
dc.publisher.departmentDesenvolvimento Regional; Cultura e Representaçõespor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIApor
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