Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/16454
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorNahra, Cinara Maria Leitept_BR
dc.contributor.authorNobre, José Marianopt_BR
dc.date.accessioned2014-12-17T15:12:09Z-
dc.date.available2009-09-03pt_BR
dc.date.available2014-12-17T15:12:09Z-
dc.date.issued2008-11-19pt_BR
dc.identifier.citationNOBRE, José Mariano. A estética transcendental kantiana à luz de Strawson. 2008. 89 f. Dissertação (Mestrado em Metafísica) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2008.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/16454-
dc.description.abstractThis work s objective is to make a literal interpretation of Kant s Aesthetic transcendental, the first pilaster of sustentation of the epistemology of Kant and to interpret it at Strawson s light. It contains the doctrine of sensitivity responsible for the intuitions, which rests on the concepts of space and time, and, with this, the tematização of two important questions. For Kant s philosophy in its epistemologic source what s the importance of the concepts of and time? How these concepts of space and time inscribe themselves with such statute as an investigatory task of metaphysics? The specification of the concepts of space and time as ingredients of the theories treated and enrolled in this work are segmented of the Aesthetic transcendental of Kant, and interpreted under Strawson s light. The research is divided in two chapter; first, constituted of two parts, the first part presents an introduction to the Aesthetic transcendental of Kant, to show the doctrine of the sensitivity which is part of with its forms space and time, authentic forms of the intuition. The second chapter, is constituted of four parts, that deal with the interpretation of the austere model of Strawson and related with Kant s transcendental Aesthetic. The conclusion of our work, about the declared objection of Strawson in its austere interpretation that refuses the idea of space and time, even keeping its a priori character, cannot be accepted. The apriority, the intuitivity and the ideality are theories non-separable in a coherent boarding of space and time of Kant s model of epistemologyeng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectCrítica da Razão Purapor
dc.subjectFilosofia transcendentalpor
dc.subjectMetafísica, epistemologiapor
dc.subjectExposição metafísicapor
dc.subjectExposição transcendentalpor
dc.subjectCritical of the Pure Reasoneng
dc.subjectTranscendentaleng
dc.subjectMetaphysical philosophyeng
dc.subjectEpistemologyeng
dc.subjectMetaphysic expositioneng
dc.subjectTranscendental expositioneng
dc.titleA estética transcendental kantiana à luz de Strawsonpor
dc.typemasterThesispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapor
dc.contributor.authorIDpor
dc.contributor.advisorIDpor
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3185309694904313por
dc.description.resumoEste trabalho tem por objetivo fazer uma interpretação textual da estética transcendental kantiana, a primeira pilastra de sustentação da epistemologia de Kant e interpretá-la à luz de Strawson. Ela contém a doutrina da sensibilidade responsável pelas intuições, que repousam sobre os conceitos de espaço e tempo e, com isso, a tematização de duas importantes questões. Para a filosofia kantiana em sua vertente epistemológica, qual a importância dos conceitos de espaço e tempo? Como esses conceitos de espaço e tempo se inscrevem com tal estatuto como uma tarefa investigatória da metafísica? Os conceitos de espaço e tempo, especificados como ingredientes das teses tratadas e arroladas nesta dissertação, são noções relevantes da estética transcendental de Kant, aqui interpretados à luz de Strawson. A pesquisa está dividida em dois capítulo. O primeiro capítulo, que consta de duas partes, após fazer uma introdução à estética transcendental de Kant, expõe a doutrina da sensibilidade de que fazem parte espaço e tempo, formas autênticas da intuição. O segundo capítulo, constituído de cinco partes, trata da interpretação do modelo austero de Strawson relacionado com a estética transcendental de Kant. A conclusão do nosso trabalho é a de que, no que pese a declarada objeção de Strawson em sua interpretação austera, que recusa a idealidade do espaço e do tempo, mesmo mantendo o seu caráter a priori, não pode ser aceita A aprioridade, a intuitividade e a idealidade são teses inseparáveis numa abordagem coerente do espaço e do tempo do modelo de epistemologia kantianapor
dc.publisher.departmentMetafísicapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor
Appears in Collections:PPGFIL - Mestrado em Filosofia

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
JoseMN.pdf384,4 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.