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dc.contributor.advisorMelo, Symone Fernandes dept_BR
dc.contributor.authorMorais, Munique Therense Costa dept_BR
dc.date.accessioned2014-12-17T15:38:52Z-
dc.date.available2011-11-28pt_BR
dc.date.available2014-12-17T15:38:52Z-
dc.date.issued2011-04-29pt_BR
dc.identifier.citationMORAIS, Munique Therense Costa de. Os significados de ludoterapia para as protagonistas do processo: crianças em atendimento. 2011. 202 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia, Sociedade e Qualidade de Vida) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2011.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/17479-
dc.description.abstractThe ludic therapy in a Phenomenological-Existential perspective is conceived as a psychotherapeutic process in which, the listening and talking, mediated by playing activities, allow the child to deal with their grief/suffering. This study is based on the need to broaden the understanding of this modality of clinical intervention by emphasizing the speech of the protagonists in the process: children in therapy. The objective was to understand the ludic therapy from the children s perspective, knowing the meanings assigned to the therapeutic process, to the psychologist and to the involvement of the children in clinical consultations. The main ideas that underlie this research are presented in three theoretical chapters covering, respectively, the suffering of children and the demand for psychotherapy, the Phenomenological-Existential clinical psychology, and the psychotherapy for children, in Brazil, under this theoretical-methodological approach. The study was qualitative, on a phenomenological basis, and included six children as participants, aged between six and ten years, undergoing ludic therapy for at least six months, and referred by their own therapists. In the research s corpus construction, individual meetings were held and mediated by tools to support expressiveness (ludic and pictures/figures boxes), added by the storytelling of an incomplete story about a child s visit to the therapy session, and the request for the elaboration of a message to be passed to a child who will go to see a psychologist. The analysis of the data was based on a variant of the phenomenological method proposed by Amedeo Giorgi. The results reveal a lack of knowledge by the children about the psychologist s activities. Thus, the children develop fantasies about this intervention modality because of lack of information. These observations are consistent with the historical meanings assigned to clinical psychology, involving ideas of normality and guilt. The meanings associated with the motives for a referral to a psychologist highlight the conflict "be a problem versus having a problem" and an elitist conception of clinical psychology. Children understand the characteristics of the therapeutic process, such as the specifics of the therapist-client relationship and the notion of freedom. They also demonstrate remarkable pleasure in the therapeutic process. Finally, it was concluded that the meanings attributed to the ludic therapy by the children are consistent with that proposed in the literature about the children s psychotherapy process in the Phenomenological-Existential perspective. Moreover, the relevance of both the children s experience in the therapeutic setting and the meanings of these proceedings understood by the children are highlighted by the listening to the protagonists in the ludic therapeutic process. The comprehension of these aspects and their transference from the clients experience to the reflective field, promote advances in the understanding of child psychotherapy and indicate the need for further studies with children using this approach.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectPsicoterapiapor
dc.subjectInfânciapor
dc.subjectFenomenologiapor
dc.subjectExistencialismopor
dc.subjectpsychotherapyeng
dc.subjectchildhoodeng
dc.subjectPhenomenologyeng
dc.subjectExistentialismeng
dc.titleOs significados de ludoterapia para as protagonistas do processo: crianças em atendimentopor
dc.typemasterThesispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologiapor
dc.contributor.advisorLatteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4775191U0por
dc.contributor.referees1Santos, Clara Maria Melo dospt_BR
dc.contributor.referees1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4786520P8por
dc.contributor.referees2Cury, Vera Englerpt_BR
dc.description.resumoA Ludoterapia, em uma perspectiva Fenomenológico-Existencial, é concebida como um processo psicoterapêutico em que a escuta e a fala, mediadas pelo brincar, possibilitam à criança lidar com o seu sofrimento. Este estudo surge diante da necessidade de ampliar a compreensão acerca desta modalidade de intervenção clínica, enfatizando, para tal, a fala das protagonistas do processo: crianças em terapia. Objetiva-se compreender a Ludoterapia a partir da perspectiva infantil, conhecendo os significados atribuídos ao processo terapêutico, ao psicólogo e à participação das crianças nos atendimentos clínicos. As principais ideias que fundamentam a pesquisa são apresentadas em três capítulos teóricos que abordam, respectivamente, o sofrimento infantil e a demanda por psicoterapia, a psicologia clínica Fenomenológico-Existencial, e a psicoterapia para crianças, no Brasil, no âmbito desta abordagem teóricometodológica. O estudo é qualitativo, de base fenomenológica, e tem como participantes seis crianças na faixa etária entre seis e dez anos, em atendimento ludoterápico há no mínimo seis meses, indicadas pelas próprias terapeutas. Na construção do corpus da pesquisa foram realizados encontros individuais com mediação de suportes expressivos (caixa lúdica e mala de figuras), utilizada uma história incompleta sobre a ida de uma criança à terapia e solicitada a elaboração de um recado a ser transmitido a uma criança que irá ao psicólogo. A análise dos dados foi pautada na variante do método fenomenológico proposta por Amedeo Giorgi. Os resultados revelam um desconhecimento prévio da atividade do psicólogo por parte de crianças encaminhadas à Ludoterapia, as quais, frente à falta de informações, desenvolvem fantasias acerca desta modalidade de intervenção. Tais conteúdos mostram-se condizentes com os significados historicamente atribuídos à psicologia clínica, envolvendo ideias de normalidade e culpabilidade. Os significados associados aos motivos para um encaminhamento ao psicólogo evidenciam o conflito ser um problema versus ter um problema , e uma concepção de psicologia clínica elitizada. As características do processo terapêutico, como as especificidades da relação cliente-terapeuta e a noção de liberdade, são compreendidas pelas crianças. Elas demonstram, ainda, notável prazer no processo terapêutico. Por fim, conclui-se que os significados que as crianças conferem à Ludoterapia mostram-se coerentes com o proposto na literatura sobre o processo psicoterapêutico infantil na perspectiva Fenomenológico-Existencial. Outrossim, ao ouvir as protagonistas do processo ludoterápico, evidencia-se a relevância tanto da experiência vivida pelas crianças no setting terapêutico, quanto dos significados atribuídos por estas ao processo que, transpostos da vivência como clientes para o campo reflexivo, propiciam avanços no tocante à compreensão da psicoterapia infantil e apontam a necessidade de novos estudos com crianças sobre tal temática.por
dc.publisher.departmentPsicologia, Sociedade e Qualidade de Vidapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApor
Appears in Collections:PPGPSI - Mestrado em Psicologia

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