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dc.contributor.advisorSilva, Rosália de Fátima ept_BR
dc.contributor.authorOliveira, Roselia Cristina dept_BR
dc.date.accessioned2015-02-24T18:20:50Z-
dc.date.available2015-02-04pt_BR
dc.date.available2015-02-24T18:20:50Z-
dc.date.issued2005-01-21pt_BR
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Roselia Cristina de. Falas silenciadas: relatos de mulheres/educadoras sobre a campanha de pé no chão também se aprende a ler. 2005. 176 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2005.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/18324-
dc.description.abstractAu cours de cette recherche, nous traitons la reinterprétation de cette campagne de Pé no Chão Também se Aprende a Ler , tout en utilisant un moyen défini a travers les parlers de femmes qui avaient travaillé dans le projet d alphabétisation développé par la Mairie de la Ville de Natal au début des années 1960. Le parler de cinq femmes/ éducatrices, participantes actives de ce projet, se constitue en tant qu unité principale de référence de ce travail. À partir de leurs témoignages nous avons cherché à contextualiser et enrichir un peu plus la période concernante à l avènement de la Campagne. Il s agit de témoignages qui ont des rapports avec l éducation, la culture et la conscientisation politique, véhicule à la compréhension du contexte historique dans lequel s insérait le groupe engagé dans la Campagne de Pé no chão também se aprende a ler .Nous avons développé notre travail à travers la méthodologie compréhensible du discours (Kaufmann, 1996), tout en mélangeant le matériel recherché et la théorie. Les considérations finales font état de nos impressions à propos de ce projet à partir des témoignages de ces cinq femmes/éducatrices. Le gouvernement de Djalma Maranhão se caracterize pu democratie et populaire et ce travail éducatif considérer subversives a décennie 1960fra
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEducadoras - Relatos de experiência. Alfabetização de adultos. Campanha de Pé no Chão Também se Aprende a Lerpor
dc.subjectParlersfra
dc.subjectFemmes/éducatricesfra
dc.subjectAlphabétisationfra
dc.subjectSilencefra
dc.subjectSubversionfra
dc.titleFalas silenciadas: relatos de mulheres/educadoras sobre a campanha de pé no chão também se aprende a lerpor
dc.typemasterThesispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopor
dc.contributor.authorIDpor
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4853704836448136por
dc.contributor.advisorIDpor
dc.contributor.advisorLatteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4794938U8por
dc.contributor.referees1Paiva, Marlúcia Menezes dept_BR
dc.contributor.referees1IDpor
dc.contributor.referees1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4790180Z4por
dc.description.resumoAo longo desta pesquisa, tratamos da reinterpretação da Campanha de Pé no Chão Também se Aprende a Ler. Para o alcance desse objetivo, utilizamos fragmentos de discursos pronunciados por cinco mulheres/educadoras, que atuaram no projeto de alfabetização, desenvolvido pela Prefeitura de Natal no início dos anos 1960. A unidade de referência principal desta pesquisa se constitui das falas desses cinco sujeitos participantes do referido projeto. Partindo de seus relatos, buscamos compreender a rede de relações que circunda a equipe da Prefeitura, e principalmente que configura e desvela os sentidos do projeto tal como é percebido na atualidade por essas protagonistas. Procuramos perceber de que forma essas mulheres visualizavam sua prática educativa e os motivos que as levaram a participar de um projeto considerado, na época, como popular e democrático. Desenvolvemos este trabalho a partir da metodologia compreensiva do discurso (KAUFMANN,1996), entrelaçando a fala das mulheres entrevistadas com estas teorias. As considerações finais revelam o quanto o preconceito, o medo e a violência rondaram a década de 1960, fazendo-se presente no cotidiano local, particularmente através do olhar dessas cinco mulheres/educadoras. E como a gestão do Prefeito Djalma Maranhão era caracterizada como aberta, popular e subversiva e foi considerada como de grande ameaça à ordem política e social do Estado.Seus olhares nos apontam ainda caminhos para que possamos ampliar o debate acerca da educação popular na década de 1960por
dc.publisher.departmentEducaçãopor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor
Appears in Collections:PPGED - Mestrado em Educação

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