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dc.contributor.advisorLocatel, Celso Donizete-
dc.contributor.authorLima, Leandro de Castro-
dc.date.accessioned2016-06-27T21:25:04Z-
dc.date.available2016-06-27T21:25:04Z-
dc.date.issued2015-05-15-
dc.identifier.citationLIMA, Leandro de Castro. Os usos do território e a economia solidária no Rio Grande do Norte. 2015. 245f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/20785-
dc.description.abstractThe solidary economy as the organization of production, alternative to the capitalist economy provides new forms of organization and social behavior, that, in the sight of geography, it is shown by the different territory uses. The territory assume new meanings that, influenced by the Solidary Economy movement, tries to reach for new ways of acting that differ from social order already stablished. However, the different uses show themselves in a more complex and contradictory way, given that, in solidary undertakings, different corporative agents start to act, the State being a last resource on this process. Given this reality, our goal on the present paper is to analyze the different uses of the territory from the rural economic solidary undertakings and the relationship it establishes to the different agents involved on the socio-territorial dynamics on Rio Grande do Norte. Starting from a study that contemplates the territorial organization forms and contents of the analyzed phenomena, the methodology utilized for this research is based on a bibliographic review, with authors from the geography and areas related to the Solidary Economy, besides the use of secondary data, acquired from official offices such as SIES and IBGE, from the documented research, SENAES and field interviews conducted with local solidary undertakings. The results obtained in the study reveal the complexity of the agricultural use of the territory by Solidary Economy on the RN, while a resource of intensified use, from the state actions and important economical agents, and regulating the use while shelter, that marginalize solidary workers, making them subdued to the hegemonic logic. Therefore, we can infer that the solidary economy, despite its image of new form of organization between agricultural workers, given the expressivity of the rural solidary undertakings presented on RN, it hasn’t shown a full social development as an instrument of reproduction and emancipation of the associates. Nevertheless, the undertakings articulated in nets excel, even when considering its punctual and residual form. The given contradictions show that it is necessary to fortify the building of the solidary economy as being horizontal and popular based for it to have strength to surpass the regulative actions of the capitalist state and ownership created by the Capital.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectUso do territóriopt_BR
dc.subjectEconomia solidáriapt_BR
dc.subjectPolítica públicapt_BR
dc.subjectRio Grande do Nortept_BR
dc.titleOs usos do território e a economia solidária no Rio Grande do Nortept_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIApt_BR
dc.contributor.authorIDpt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2657210531886042-
dc.contributor.advisorIDpt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2047387364725653-
dc.contributor.referees1Azevedo, Francisco Fransualdo de-
dc.contributor.referees1IDpt_BR
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2719998085102847-
dc.contributor.referees2Nardoque, Sedeval-
dc.contributor.referees2IDpt_BR
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0817381972188098-
dc.description.resumoA Economia Solidária como organização da produção, alternativa à dinâmica da economia capitalista, vem promovendo novas formas de organização e de relações sociais que, sob a luz da Geografia, se realiza pelos diferentes usos do território. O território assume novos significados que, influenciado pelo movimento da Economia Solidária, busca racionalidades alternativas a ordem social estabelecida. Entretanto, esses diferentes usos se revelam de forma complexa e contraditória, uma vez que nos empreendimentos solidários diferentes agentes coorporativos passa a atuar, tendo o Estado como intermediário em última instância desse processo. Diante dessa realidade, objetivamos no presente estudo analisar os diferentes usos do território a partir dos empreendimentos econômicos solidários rurais e as relações que estes estabelecem com os diferentes agentes envolvidos na dinâmica sócio-territorial do Rio Grande do Norte. A partir de um estudo crítico que contemple as formas e conteúdos da organização territorial do fenômeno analisado, a metodologia adotada para a realização deste trabalho pautou-se num estudo bibliográfico, tanto de autores da Geografia como de temáticas afins ao estudo da Economia Solidária, além do uso de dados secundários, obtidos juntos aos órgãos oficiais, como o SIES e o IBGE, da pesquisa documental, realizada junto a SENAES, e de campo, com entrevistas efetivadas junto aos empreendimentos solidários do RN, no intuito de fundamentar nossas análises. Os resultados obtidos no estudo demonstram a complexidade nos usos agrícolas do território pela Economia Solidária no RN, intensificando o uso enquanto recurso, a partir da atuação do Estado e dos grandes agentes econômicos, e regulando o uso enquanto abrigo, que marginalizam trabalhadores solidários, tornando-os sujeitados a uma lógica hegemônica. Dessa forma, concluímos que a Economia Solidária, apesar de configurar como uma nova forma de organização entre os agricultores, dada a expressividades que os empreendimentos solidários rurais apresentam no RN, esta não vem possibilitando um desenvolvimento social pleno, enquanto um instrumento de reprodução e emancipação dos associados. Todavia, os empreendimentos articulados em redes se sobressaem, embora de forma pontual. Tais contradições evidencia que é necessário fortalecer uma construção horizontal e de base popular para Economia Solidária, a fim de superar a ação reguladora do Estado capitalista.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIApt_BR
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