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dc.contributor.authorFerraz, Ednaldo Emílio-
dc.date.accessioned2017-01-05T21:39:20Z-
dc.date.available2017-01-05T21:39:20Z-
dc.date.issued2015-03-06-
dc.identifier.citationFERRAZ, Ednaldo Emílio. Energia eólica em assentamentos de reforma agrária: território em disputa – o caso do assentamento Zumbi/Rio do Fogo no Rio Grande do Norte. 2015. 118f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21579-
dc.description.abstractThis paper analyzes the implementation process of a wind farm as its empirical reference the Zombie settlement / Rio do Fogo no Rio Grande do Norte, the first rural settlement in Brazil to install a wind farm. The objective of the research was to understand the social and territorial consequences of the overlap of these processes, namely: the creation of rural settlement (from 1987) and the installation of the wind farm (from 2005-6). Through interviews with settlers and public managers was found that the installation process of this wind farm was, from the beginning, marked by unequal relations between settlers, INCRA, business representatives and municipal managers. Moreover, its presence reveals a set of transformations of social, economic, political and cultural, clearly marking the reconfiguration of the territory, such as an attempt to cattle breeding, the gradual reduction in self-consumption crops, the territorial reorganization, with increasing loss field of areas by the settlers, increased internal conflicts, the intensification of disputes over nesting grounds by external actors. It was found that despite the creation of the settlement farmers are gradually losing the right to access to land, although there is a whole apparatus, including legal, to deny such a situation.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEnergia eólicapt_BR
dc.subjectReforma agráriapt_BR
dc.subjectPoderpt_BR
dc.subjectTerritóriopt_BR
dc.subjectAssentamento ruralpt_BR
dc.titleEnergia eólica em assentamentos de reforma agrária: território em disputa – o caso do assentamento Zumbi/Rio do Fogo no Rio Grande do Nortept_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAISpt_BR
dc.contributor.authorIDpt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1707761071392335-
dc.contributor.advisorIDpt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8227598190372706-
dc.contributor.referees1Costa, Fernando Bastos-
dc.contributor.referees1IDpt_BR
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2320020734073779-
dc.contributor.referees2Locatel, Celso Donizete-
dc.contributor.referees2IDpt_BR
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2047387364725653-
dc.contributor.referees3Brandenburg, Alfio-
dc.contributor.referees3IDpt_BR
dc.contributor.referees3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9418421009456502-
dc.description.resumoO presente trabalho analisa o processo de implementação de uma usina eólica tendo como referência empírica o assentamento Zumbi/ Rio do Fogo no Rio Grande do Norte, primeiro assentamento rural do Brasil a instalar um parque eólico. O objetivo da pesquisa foi entender os desdobramentos sócio-territoriais da imbricação desses processos, a saber: a criação do assentamento rural (a partir de 1987) e a instalação do parque eólico (a partir de 2005-6). Por meio de entrevistas com assentados e com gestores públicos verificou-se que o processo de instalação deste parque eólico foi, desde o princípio, marcado por relações desiguais entre assentados, INCRA, representantes das empresas e gestores municipais. Além disso, sua presença revela um conjunto de metamorfoses de cunho social, econômico, político e cultural, marcando claramente a reconfiguração desse território, tais como: tentativa de pecuarização, a gradativa diminuição das culturas de autoconsumo, o reordenamento territorial, com perda crescente do domínio das áreas pelos assentados, aumento dos conflitos internos, o acirramento das disputas pelas terras do assentamento por atores externos. Identificou-se que apesar da criação do assentamento os agricultores vêm perdendo progressivamente o direito ao acesso a terra, embora exista todo um aparato, inclusive jurídico, para negar tal situação.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIApt_BR
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