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dc.contributor.authorNonaka, Cassiano Francisco Weege-
dc.contributor.authorNascimento, George João Ferreira do-
dc.contributor.authorGoulart Filho, João Augusto Vianna-
dc.contributor.authorLima, Kenio Costa de-
dc.contributor.authorMilan, Evelin Pipolo-
dc.date.accessioned2017-05-16T12:55:07Z-
dc.date.available2017-05-16T12:55:07Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.citationNONAKA, Cassiano Francisco Weege et al. Candida dubliniensis - levedura emergente associada à candidose oral. Revista de Odontologia da UNESP, v. 37, n. 2, p. 125-132, 2008.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22967-
dc.languageporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCandida dubliniensispt_BR
dc.subjectCandidose oralpt_BR
dc.subjectVirulênciapt_BR
dc.subjectResistência.pt_BR
dc.titleCandida dubliniensis – levedura emergente associada à candidose oralpt_BR
dc.typearticlept_BR
dc.description.resumoDentre os microrganismos capazes de determinar o desenvolvimento de processos patológicos em humanos, encontram-se as espécies de leveduras pertencentes ao gênero Candida. A presença destas leveduras em pacientes que apresentam condições predisponentes como terapias com múltiplos antimicrobianos, imunossupressores e imunodeficiências, é capaz de determinar numerosos processos patológicos, sejam estes de ordem local ou sistêmica. Apesar da Candida albicans ser implicada como principal patógeno relacionado ao desenvolvimento de candidose oral, o isolamento de uma espécie intimamente relacionada, denominada Candida dubliniensis, tem sido reportado de forma crescente. Diversos fatores de virulência são descritos para esta nova levedura, assumindo destaque a hidrofobicidade de superfície celular, as aspartil proteinases secretadas (Saps) e compostos enzimáticos extracelulares, como fosfatase ácida, leucinaarilamidase, estearases e α-mannosidase. Além disso, isolados de C. dubliniensis apresentam bombas de efluxo de drogas, codificadas pelos genes CdCR1 e CdMDR1, um dos mecanismos propostos para explicar o desenvolvimento de resistência a quimioterápicos como o fluconazol e, em certos casos, ao cetoconazol e itraconazol. Em decorrência do emergente número de relatos e pesquisas enfatizando o papel da C. dubliniensis no desenvolvimento de doença local e sistêmica, o presente trabalho realiza uma revisão da literatura acerca dos aspectos epidemiológicos, métodos de identificação, fatores de virulência e mecanismos de resistência a antifúngicos inerentes a esta levedura.pt_BR
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Candida dubliniensis - levedura emergente associada à candidose oral_2008.pdfhttp://www.revodontolunesp.com.br/article/51ae4aa01ef1faca3d002dfe?languageSelector=en&119,63 kBAdobe PDFThumbnail
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