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dc.contributor.authorChaves, Letícia Virgínia de Freitas-
dc.contributor.authorChaves, Vanessa Suzana de Freitas-
dc.contributor.authorOliveira, Augusto Henrique Alves de-
dc.contributor.authorMiranda, Bruna Freire Salem de-
dc.contributor.authorSantos, Alex Jose Souza dos-
dc.contributor.authorMachado, Cláudia Tavares-
dc.date.accessioned2017-05-16T13:13:56Z-
dc.date.available2017-05-16T13:13:56Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationCHAVES, L. V. F. et al. A Proporção Áurea como Complemento na Determinação da Dimensão Vertical. Unopar Científica Ciências Biológicas e da Saúde, v. 16, n. 1, p. 39-44, 2014.pt_BR
dc.identifier.issn2447-8938-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22983-
dc.languageporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDimensão verticalpt_BR
dc.subjectOclusão dentáriapt_BR
dc.subjectPrótese dentáriapt_BR
dc.titleA proporção áurea como complemento na determinação da dimensão verticalpt_BR
dc.title.alternativeThe golden proportion as a method for the determination of complementary vertical dimensionpt_BR
dc.typearticlept_BR
dc.description.resumoO objetivo deste estudo foi avaliar se as medidas faciais utilizadas em métodos tradicionais para determinação da Dimensão Vertical de Oclusão estão em Proporção Áurea (1: 1,618) e, por conseguinte, se podem ser utilizadas como método complementar para determinação desta dimensão. Foram selecionados aleatoriamente pacientes entre 20 e 30 anos, da clínica de Odontologia da Universidade Estadual da Paraíba. A amostra foi composta por 30 indivíduos, sendo 15 do gênero masculino e 15 do gênero feminino. Através da análise de fotografias frontais destes indivíduos, e traçados que trespassam pontos cefalométricos, foi possível elucidar novas abordagens nos tratamentos de reabilitação oral. Em relação ao grau da DTM dos pacientes pesquisados, 63,3% (n = 19) apresentavam algum grau de DTM, sendo que 50% (n = 15) apresentavam DTM leve, 10% (n = 3) apresentavam DTM moderada e apenas 3,3% apresentavam DTM severa. O restante, 36,7% (n = 11), não apresentava sinais ou sintomas de disfunções de ATM. Podemos afirmar, através deste estudo, que em pacientes sem DTM tanto os métodos de mensuração facial como os métodos fisiológicos, como o de Litle modificado por Tamaki, são eficientes na determinação da Dimensão Vertical. Porém, em pacientes com disfunções, os métodos se mostraram imprecisos.pt_BR
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A Proporção Áurea como Complemento_2013.pdfhttp://www.pgsskroton.com.br/seer/index.php/JHealthSci/article/view/552/5221.26 MBAdobe PDFThumbnail
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