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Title: Frequência da deficiência auditiva relacionada as infecções congênitas: estudo retrospectivo
Authors: Silva, Laise Caroba da
Keywords: Crianças;Perda auditiva;Diagnóstico;Congênita;Prevalência
Issue Date: 14-Aug-2020
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: SILVA, Laise Caroba da. Frequência da deficiência auditiva relacionada as infecções congênitas: estudo retrospectivo. 2020. 108f. Dissertação (Mestrado em Fonoaudiologia) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2020.
Portuguese Abstract: Introdução: O impacto da deficiência auditiva é amplamente conhecido quanto aos seus efeitos no desenvolvimento da criança. A deficiência auditiva pode ser ocasionada por fatores genéticos, congênitos ou adquiridos. Entre os fatores congênitos estão a presença de infecções que podem ocorrer durante a gestação como: toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, herpes, sífilis, HIV e Zika Vírus. A alta morbimortalidade fetal e neonatal e a presença de sequelas importantes dos pacientes afetados tornam as infecções congênitas um problema de saúde pública e sua prevenção, diagnóstico, acompanhamento e tratamento são necessários antes, durante e depois da gestação. Objetivo: Verificar a frequência da deficiência auditiva nas crianças atendidas no Centro SUVAG do RN com indicadores de risco de infecções congênitas. Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo, observacional e descritivo. A população do estudo foi de crianças de 0 a 3 anos atendidos no Centro SUVAG do RN no período de 2011 a 2019. Foi realizada consulta e análise no banco de dados da Instituição extraindo informações das crianças quanto a presença de infecção congênita relatada ou confirmada (citomegalovírus, herpes, rubéola, sífilis, toxoplasmose, HIV e Zika vírus) e o diagnóstico audiológico. Destas crianças incluídas foram analisadas a presença de coocorrência entre as infecções ou de outros indicadores de risco para a deficiência auditiva. Realizou-se análise descritiva para estabelecer a frequência da deficiência auditiva em relação a cada infecção congênita isolada ou associada a outros indicadores de risco. Resultados: Foram atendidas 4806 crianças na faixa etária de 0 a 3 anos. Destas 558 (11,61%) apresentaram os critérios de elegibilidade. A frequência da deficiência auditiva foi de 1,25% nas crianças com relato e/ou confirmação de infecções congênitas, com a presença da perda auditiva sensorioneural em seis crianças (85,71%) e uma perda auditiva do tipo condutiva (14,29%), das quais seis foram bilaterais (85,71%) e uma unilateral (14,29%). Conclusão: O presente estudo permitiu verificar que houve uma frequência reduzida da deficiência auditiva relacionada ao relato das infecções congênitas.
Abstract: Introduction: The impact of hearing loss is widely known for its effects on child development. Hearing impairment can be caused by genetic, congenital or acquired factors. Among the congenital factors are the presence of infections that can occur during pregnancy, such as: toxoplasmosis, rubella, cytomegalovirus, herpes, syphilis, HIV and Zika virus. The high fetal and neonatal morbidity and mortality and the presence of important sequelae of affected patients make congenital infections a public health problem and their prevention, diagnosis, monitoring and treatment are necessary before, during and after pregnancy. Objective: To verify the frequency of hearing loss in children attended at the SUVAG Center of RN with risk indicators for congenital infections. Methods: This is a retrospective, observational and descriptive study. The study population consisted of children aged 0 to 3 years attended at the SUVAG Center of RN in the period from 2011 to 2019. Consultation and analysis were carried out in the Institution's database, extracting information from the children regarding the presence of reported or confirmed congenital infection (cytomegalovirus, herpes, rubella, syphilis, toxoplasmosis, HIV and Zika virus) and the audiological diagnosis. Of these children included, the presence of co-occurrence between infections or other risk indicators for hearing loss was analyzed. A descriptive analysis was carried out to establish the frequency of hearing loss in relation to each congenital infection isolated or associated with other risk indicators. Results: 4806 children aged 0 to 3 years were assisted. Of these 558 (11.61%) met the eligibility criteria. The frequency of hearing impairment was 1.25% in children with reports and / or confirmation of congenital infections, with the presence of sensorineural hearing loss in six children (85.71%) and conductive hearing loss (14.29 %), of which six were bilateral (85.71%) and one unilateral (14.29%). Conclusion: The present study allowed us to verify that there was a reduced frequency of hearing loss related to the report of congenital infections.
URI: https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/31262
Embargoed until: 2022-10-30
Appears in Collections:PPGFON - Mestrado em Fonoaudiologia

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