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Title: Versão brasileira da Vestibular Activities and Participation measure: adaptação transcultural, validade e confiabilidade
Authors: Lira, Maria das Graças de Araújo
Advisor: Ribeiro, Karyna Myrelly Oliveira Bezerra de Figueiredo
Keywords: Doenças vestibulares;Tontura;Equilíbrio postural;Confiabilidade dos dados;Estudos de validação;Psicometria
Issue Date: 24-Feb-2022
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: LIRA, Maria das Graças de Araújo. Versão brasileira da Vestibular Activities and Participation measure: adaptação transcultural, validade e confiabilidade. Orientadora: Dra. Karyna Myrelly Oliveira Bezerra de Figueiredo Ribeiro. 2022. 64f. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2022.
Portuguese Abstract: Introdução: a Vestibular Activities and Participation measure (VAP) avalia o efeito das desordens vestibulares na atividade e participação dos indivíduos baseada na Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. Dos 34 itens da versão original, duas subescalas independentes foram desenvolvidas. Objetivos: realizar a adaptação transcultural das subescalas VAP e avaliar suas propriedades de medida (validade, consistência interna, confiabilidade e medida de erro). Métodos: trata-se de um estudo metodológico, em que a adaptação transcultural seguiu as etapas de tradução, síntese, retrotradução, revisão por uma comissão de especialistas e pré-teste. A validade estrutural foi avaliada utilizando análises fatoriais exploratória (AFE) e confirmatória (AFC), enquanto a validade de construto (teste de hipóteses) foi analisada pelo coeficiene de correlação de Spearman entre as subescalas VAP e o Dizziness Handicap Inventory (DHI). O alfa de Cronbach foi utilizado para mensurar a consistência interna. Para análise das confiabilidades intra- e interavaliador foi utilizado o Coeficiente de Correlação Intraclasse (CCI) e a medida de erro foi avaliada pelos Erro Padrão de Medida (EPM) e Mínima Mudança Detectável (MMDgrupo). Resultados: as subescalas brasileiras VAP (VAP-BR) receberam algumas informações adicionais, a fim de melhorar a compreensão dos voluntários no pré-teste. Um fator foi encontrado na AFE para cada subescala com 50% de variância explicada. Na AFC, as subescalas 1 (VAP1-BR) e 2 (VAP2-BR) apresentaram, respectivamente, índices de ajuste do modelo adequados (X 2 /degrees of freedom: 1,08 e 1,96; Comparative Fit Index: 0,99 e 0,97; Goodness-of-Fit Index: 0,97 e 0,96; e Standardized Root Mean Square Residual: 0,04 para ambos). Os valores alfa de Chronbach encontrados foram 0,80 para a subescala 1 e 0,82 para a subescala 2. As subescalas 1 e 2 apresentaram valores de CCI = 0,87 e 0,90; EPM = 1,01 e 1,16; MMDgrupo = 0,39 e 0,46 na avaliação intra-avaliador. Já entre avaliadores diferentes, ambas as subescalas apresentaram CCI = 0,92; e para as subescalas 1 e 2, respectivamente, foram encontrados valores EPM = 1,03 e 1,53; MMDgrupo = 0,40 e 0,60. As correlações entre o DHI e as subescalas VAP revelaram coeficientes > 0,57. Conclusão: as subescalas VAP-BR apresentam propriedades de medida adequadas e, portanto, seu uso é recomendado na prática clínica e pesquisa para a população brasileira com desordens vestibulares a fim de identificar suas limitações de atividade e restrição de participação.
Abstract: Background: Vestibular Activities and Participation measure (VAP) assesses the effect of vestibular disorders on activity and participation using items from the International Classification of Functioning, Disability and Health. Two independent subscales were developed from 34-item original version. Objectives: to perform cross-cultural adaptation of the VAP subscales and assess their measurement properties (validity, internal consistency, reliability, and measurement error). Methods: this is a methodological study, in which the cross-cultural adaptation followed the steps of translation, synthesis, back-translation, review by a committee of experts and pre-test. Structural validity was assessed using exploratory (EFA) and confirmatory (CFA) factor analyses, while construct validity (hypothesis testing) was analyzed by correlating the VAP subscales with Dizziness Handicap Inventory (DHI). Cronbach's alpha was used to measure internal consistency. Intraclass Correlation Coefficient (ICC) was used for assessing intra- and interrater reliability, and measurement error was calculated by Standard Error of Measurement (SEM) and Smallest Detectable Change (SDCgroup). Results: Brazilian version of VAP subscales (VAP-BR) received some additional information to improve the understanding of the volunteers in pre-test. One factor was found in EFA for each subscale with 50% explained variance. In CFA subscales 1 and 2 presented, respectively, adequate model fit indices (X2 /degrees of freedom: 1.08 and 1.96; Comparative Fit Index: 0.99 and 0.97; Goodness-of-Fit Index: 0.97 and 0.96; Standardized Root Mean Square Residual: 0.04 for both). Chronbach's alpha values found for subscales 1 and 2, respectively, were 0.80 and 0.82. Subscales 1 and 2 presented respective ICC = 0.87 and 0.90; SEM = 1.01 and 1.16; and SDCgroup = 0.39 and 0.46 for intra-rater assessment. When assessed by two different raters, both subscales showed ICC = 0.92, while values to SEM = 1.03 and 1.53; and SDCgroup = 0.40 and 0.60 were found in subscales 1 and 2, respectively. Correlations between DHI and VAP subscales revealed coefficients above 0.57. Conclusion: VAP-BR subscales have adequate measurement properties and, therefore, are instruments recommended to be used in clinical practice and research for Brazilian population with vestibular disorders to identify their activity limitations and participation restrictions.
URI: https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/55221
Appears in Collections:PPGFS - Mestrado em Fisioterapia

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