Efeitos agudos de diferentes intensidades de pressão expiratória positiva sobre os volumes pulmonares em pacientes com acidente vascular encefálico

dc.contributor.advisorFregonezi, Guilherme Augusto de Freitaspt_BR
dc.contributor.advisorIDpor
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2201375154363914por
dc.contributor.authorCabral, Elis Emmanuelle Alvespt_BR
dc.contributor.authorIDpor
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5837885752913430por
dc.contributor.referees1Oliveira, Luis Vicente Franco dept_BR
dc.contributor.referees1IDpor
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3644494034569111por
dc.contributor.referees2Britto, Raquel Rodriguespt_BR
dc.contributor.referees2IDpor
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1002191640217585por
dc.date.accessioned2014-12-17T15:16:18Z
dc.date.available2014-01-27pt_BR
dc.date.available2014-12-17T15:16:18Z
dc.date.issued2012-12-17pt_BR
dc.description.resumoobservar os efeitos agudos de diferentes intensidades de Pressão Expiratória Positiva (PEP) sobre a cinemática do complexo toracoabdominal de pacientes acometidos por Acidente Vascular Encefálico (AVE). Métodos: Foram selecionados 21 indivíduos com AVE e 16 indivíduos saudáveis pareados por idade sexo e IMC para grupo controle. Avaliamos função pulmonar, pressões dos músculos respiratórios e os volumes pulmonares por meio da Pletismografia Optoeletrônica durante três diferentes intensidades de PEP 10, 15 e 20 cmH2O. Resultados: o efeito da PEP no volume corrente (VC) do grupo AVE em relação ao grupo controle foi diferente. Enquanto o grupo controle aumentou o VC em relação a respiração tranquila em 343%, 395,2% e 431,8% nas PEP10, PEP15 e PEP20 cmH2O o grupo AVE aumento 186%, 218.8% e 209.5% (p < 0.0001). A PEP também influenciou de forma diferente em relação ao Tempo inspiratório com intensidades diferentes no grupo controle e AVE (p < 0.0001). No ciclo de trabalho foi observado um aumento no grupo controle nas PEP10 (p < 0.001) e PEP15 (p < 0.05) e no grupo AVE foi observada uma redução PEP20 (p < 0.01) quando comparada com a respiração tranquila. Os volumes operacionais do grupo AVE foi observado aumento do volume inspiratório final da parede torácica (Vifpt) e do Volume expiratório final da parede torácica (Vefpt) diferente do grupo controle que gerou aumento do Vifpt acompanhado de diminuição do Vefpt durante as três intensidades de PEP. Conclusão: A hiperinsuflação observada no grupo AVE demonstra que essa terapêutica deve ser utilizada com cautela especialmente nas intensidades maiores que 10 cmH2O para essa populaçãopor
dc.formatapplication/pdfpor
dc.identifier.citationCABRAL, Elis Emmanuelle Alves. Efeitos agudos de diferentes intensidades de pressão expiratória positiva sobre os volumes pulmonares em pacientes com acidente vascular encefálico. 2012. 98 f. Dissertação (Mestrado em Movimento e Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2012.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/16735
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentMovimento e Saúdepor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Fisioterapiapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectAcidente vascular encefálico. Pletismografia. Terapia respiratória. Pressão positiva expiratória finalpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpor
dc.titleEfeitos agudos de diferentes intensidades de pressão expiratória positiva sobre os volumes pulmonares em pacientes com acidente vascular encefálicopor
dc.typemasterThesispor

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