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Título: Repercussões histopatológicas da colostomia no coto colônico distal desfuncionalizado: estudo experimental em ratos
Título(s) alternativo(s): Histopathological consequences of colostomy in the defunctional intestinal segment: an experimental study in rats
Autor(es): Pinto Júnior, Francisco Edilson Leite
Oliveira, Ariano José Freitas de
Medeiros, Kallyandre Ferreira de
Ramos, Ana Maria de Oliveira
Ramos, Carlos César de Oliveira
Medeiros, Aldo da Cunha
Palavras-chave: Colite de derivação;Colostomia;Mucosa intestinal
Data do documento: 1999
Citação: PINTO JÚNIOR, Francisco Edilson Leite ; OLIVEIRA, Ariano José Freitas de ; MEDEIROS, Kallyandre Ferreira de ; RAMOS, Ana Maria de Oliveira ; RAMOS, Carlos César de Oliveira ; MEDEIROS, Aldo da Cunha. Repercussões histopatológicas da colostomia no coto colônico distal desfuncionalizado: estudo experimental em ratos. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, Rio de Janeiro, v. 26, n.6, p. 327-333, 1999. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-69911999000600003&script=sci_arttext> acesso em: 08 out. 2013.
Resumo: O objetivo deste trabalho foi evidenciar as repercussões histopatológicas da colostomia no segmento desfuncionalizado e, dessa forma, criar um modelo experimental da colite de derivação fecal (CO). Foram utilizados 65 ratos, adultos, da raça Wistar, com peso variando de 220 a 300 g. Os animais foram divididos em 13 grupos, contendo cinco ratos. Do grupo 1 ao grupo 12, os animais foram submetidos a laparotomia mediana, sendo realizada uma colostomia terminal tipo boca única, e observados, por períodos variados de tempo, com o máximo de cem dias. Os animais, após serem mortos, foram necropsiados e retirado o segmento co1ônico desfuncionalizado para a avaliação histopatológica. Essa avaliação consistia de uma análise quantitativa, através da medida da espessura da mucosa colônica, e de uma análise qualitativa, mediante avaliação subjetiva: da presença de infiltrado inflamatório agudo ou crônico na lâmina própria; das alterações na arquitetura das criptas colônicas; da presença de hiperplasia folicular linfóide e de linfócitos na luz dos vasos da submucosa; e da presença de eosinófilos na luz intestinal. No grupo 12, após o 100° dia de pós-operatório (OPO), foi realizada a reconstrução do trânsito intestinal, e, após trinta dias, o cólon descendente foi retirado para a análise histopatológica. O método de Tukey e o teste "t" de Student foram utilizados como parte da análise dos resultados. Verificou-se uma redução estatisticamente significante da espessura da mucosa colônica a partir do 4000PO. Concluiu-se que a colostomia desfuncionalizante realizada em ratos reproduziu alterações histopatológicas compatíveis com a colite de derivação, e que estas mostraram-se reversíveis após a reconstrução do trânsito intestinal
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/1/6618
ISSN: 0100-6991
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