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Título: Avaliação espectrofotométrica do manchamento de resinas odontológicas contendo nanopartículas
Avaliação espectrofotométrica do manchamento de resinas odontológicas contendo nanopartículas
Autor(es): Gomes, Larissa Bezerra de Mesquita
Palavras-chave: Resinas odontológicas;Manchamento;Nanopartículas;Odontological resins;Staining;Nanoparticulated composites
Data do documento: 2-Jun-2010
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: GOMES, Larissa Bezerra de Mesquita. Avaliação espectrofotométrica do manchamento de resinas odontológicas contendo nanopartículas. 2010. 91 f. Dissertação (Mestrado em Processamento de Materiais a partir do Pó; Polímeros e Compósitos; Processamento de Materiais a part) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2010.
Resumo: Composite resins have been subjected to structural modifications aiming at improved optical and mechanical properties. The present study consisted in an in vitro evaluation of the staining behavior of two nanohybrid resins (NH1 and NH2), a nanoparticulated resin (NP) and a microhybrid resin (MH). Samples of these materials were prepared and immersed in commonly ingested drinks, i.e., coffee, red wine and acai berry for periods of time varying from 1 to 60 days. Cylindrical samples of each resin were shaped using a metallic die and polymerized during 30 s both on the bottom and top of its disk. All samples were polished and immersed in the staining solutions. After 24 hours, three samples of each resin immersed in each solution were removed and placed in a spectrofotome ter for analysis. To that end, the samples were previously diluted in HCl at 50%. Tukey tests were carried out in the statistical analysis of the results. The results revealed that there was a clear difference in the staining behavior of each material. The nanoparticulated resin did not show better color stability compared to the microhybrid resin. Moreover, all resins stained with time. The degree of staining decreased in the sequence nanoparticulated, microhybrid, nanohybrid MH2 and MH1. Wine was the most aggressive drink followed by coffee and acai berry. SEM and image analysis revealed significant porosity on the surface of MH resin and relatively large pores on a NP sample. The NH2 resin was characterized by homogeneous dispersion of particles and limited porosity. Finally, the NH1 resin depicted the lowest porosity level. The results revealed that staining is likely related to the concentration of inorganic pa rticles and surface porosity
metadata.dc.description.resumo: Nos últimos anos, as resinas compostas têm passado por uma série de modificações estruturais na busca de melhores propriedades ópticas e mecânicas. O presente estudo avaliou in vitro o grau de manchamento em duas resinas nanohíbridas (NH1 e NH2), uma nanoparticulada (NP) e uma microhíbrida (MH), quando expostas às soluções corantes, café, vinho tinto e açaí, nos períodos de 1, 7, 30 e 60 dias. Foram confeccionadas 192 amostras através de uma matriz metálica e realizadas duas polimerizações de 30s cada, sendo uma na base da amostra, e a outra no lado oposto dela. As amostras foram então analisadas por microscopia eletrônica de varredura. Foi visualizada uma grande quantidade de poros na resina MH e presença de poros ainda maiores na NP. Já a resina NH2 mostrou uma melhor distribuição de partículas e menor quantidade de poros, mas a NH1 foi a que apresentou um menor nível de porosidade. Em seguida, as amostras passaram pela sequência de discos de acabamento, discos de feltro com pasta polidora e imersas nas soluções corantes. Aguardando-se o primeiro período de 24h, foram escolhidas aleatoriamente três amostras de cada recipiente e submetidas à leitura do espectrofotômetro. Para a leitura, as amostras foram previamente diluídas em HCl a 50%. A cada 5 dias, as soluções foram trocadas. Foram utilizados os testes de Tukey para análise estatística de variância. De acordo com a metodologia proposta, foi possível verificar que houve diferença significativa no manchamento superficial quando os 4 compósitos foram comparados após os intervalos de tempo estudados. A resina nanoparticulada (NP) estatisticamente não apresentou desempenho superior ao compósito microhíbrido (MH). Todos os compósitos mostraram certa quantidade de manchamento com o decorrer do tempo, a resina composta exclusivamente nanoparticulada (NP), foi a que apresentou o maior manchamento, seguido da resina microhíbrida (MH) e da nanohíbrida NH2 e, por último, o nanohíbrida da NH1. Os resultados sugerem que o grau de manchamento pode estar relacionado com a porosidade e a concentração de partículas de carga da resina. Dos meios de imersão, o que mais influenciou no grau de manchamento foi o vinho tinto, seguido do café e do açaí
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/12696
Aparece nas coleções:PPGCEM - Mestrado em Ciência e Engenharia de Materiais

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