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Título: Determinantes envolvidos na resposta imune celular humana à infecção por Leishmania infantum chagasi
Autor(es): Lacerda, Hênio Godeiro
Palavras-chave: leishmaniose visceral;imunidade protetor;infecção assintomática;Visceral leishmaniasis;protective immunity;asymptomatic infection
Data do documento: 16-Nov-2011
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: LACERDA, Hênio Godeiro. Determinantes envolvidos na resposta imune celular humana à infecção por Leishmania infantum chagasi. 2011. 188 f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2011.
Resumo: Visceral leishmaniasis (VL) is a disease caused by protozoa of the Leishmania donovani complex, whose infection has clinical spectrum ranging from asymptomatic infection to active disease characterized by fever, cachexia, hepatosplenomegaly, and immunosuppression. The healing or protective immunity require an antigen-specific type 1. The Montenegro skin test (DTH) has been interpreted as a marker of protective immunity. However, there is no known correlation between the DTH response to type 1 and DTH and immunity of type 1 are maintained in the long term. Thus, a longitudinal study of 8 years, nested in a cohort family held in Brazil, documented the status of DTH and cytokine production by peripheral blood mononuclear cells in response to antigen-specific stimulation. This study was the interdisciplinary approach of physicians, biochemists, nutritionists, veterinary medicine, biology and statistics. The results show that 46.2% of subjects were analyzed DTH positive at baseline. The prevalence of positive and DTH induration size increased with age (p = 0.0021). 15.7% of individuals positive DTH "retro-converted" the negative and 50.4% (64) of individuals negative DTH became positive. The size of DTH induration was correlated significantly with the antigen-induced production of IFN-γ (r = 0.6186, p = 0.0001). IL-6 was secreted at higher levels in peripheral blood mononuclear cells of individuals who "retro-converted" DTH positive to negative than individuals who remained stable DTH status (p = 0.005). Thus, IFN-γ produced by peripheral blood mononuclear cells, may be a surrogate marker for protective immunity instead of the DTH response. In addition, differences in innate immune response may determine whether individuals maintain or eliminate the infection by Leishmania infantum chagasi in asymptomatic patients
metadata.dc.description.resumo: A leishmaniose visceral (LV) é uma doença ocasionada por protozoários do complexo Leishmania donovani, cuja infecção possui espectro clínico variando desde infecção assintomática a doença ativa caracterizada por febre, caquexia, hepatoesplenomegalia e imunossupressão. A cura ou proteção exigem uma imunidade antígeno específica do tipo 1. O teste cutâneo de Montenegro (DTH) tem sido interpretado como um marcador de imunidade protetora. No entanto, não se sabe a correlação do DTH com a resposta tipo 1 e se o DTH e a imunidade do tipo 1 são mantidos a longo prazo. Assim, um estudo longitudinal de 8 anos, aninhado a uma coorte familiar realizada no Brasil, documentou o status do DTH e a produção de citocinas por células mononucleares do sangue periférico em resposta a estimulo antígeno-específico. Os resultados obtidos mostram que 46,2% dos indivíduos analisados foram DTH positivos no início do estudo. A prevalência do DTH positivo e o tamanho da enduração aumentaram com a idade (p = 0,0021). 15,7% dos indivíduos DTH positivos retroconverteram a negativos e 50,4% (64) dos indivíduos DTH negativos tornaram-se positivos. O tamanho da enduração do DTH correlacionou-se significativamente com a produção antígeno induzida de IFN-γ (r=0,6186, p=0,0001). IL-6 foi secretado em níveis mais elevados por células mononucleares do sangue periférico dos indivíduos que retroconverteram de DTH positivo para negativo do que os indivíduos que mantiveram o status de DTH estável (p=0,005). Assim, o IFN-γ, produzido por células mononucleares do sangue periférico, pode ser um marcador substituto para a imunidade protetora em vez da resposta DTH. Além disso, as diferenças na resposta imune inata podem determinar se os indivíduos mantêm ou eliminam a infecção por L. infantum chagasi em assintomáticos
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/13247
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