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Título: Soroepidemiologia da infecção pelo Trypanosoma cruzi na zona rural do semiárido do estado do Rio Grande do Norte, Brasil
Autor(es): Brito, Carlos Ramon do Nascimento
Palavras-chave: Trypanosoma cruzi;Doença de Chagas;Soroprevalência;Variáveis epidemiológicas
Data do documento: 1-Ago-2011
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: BRITO, Carlos Ramon do Nascimento. Soroepidemiologia da infecção pelo Trypanosoma cruzi na zona rural do semiárido do estado do Rio Grande do Norte, Brasil. 2011. 58 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2011.
metadata.dc.description.resumo: Introdução: A ausência de dados recentes sobre a infecção pelo Trypanosoma cruzi na área endêmica do estado do Rio Grande do Norte motivou a realização de um inquérito soroepidemiológico amostral em moradores da zona rural da mesorregião oeste e do município de Caicó, na mesorregião central. Métodos: Dezesseis municípios foram sorteados, 15 da mesorregião oeste e um da central, com população estimada em 83.852 indivíduos. Foram coletadas 1.950 amostras de sangue na mesorregião oeste e 390 em Caicó. A pesquisa de anticorpos anti-T. cruzi foi realizada usando os kits Chagatest® ELISA, Chagatest® HAI-hemaglutinação indireta, e a reação de imunofluorescência indireta. Nos soros com resultados indeterminados foi realizado o western blot TESAcruzi® para confirmação da reatividade. Resultados: A estimativa da soroprevalência revelou 6,5% para a mesorregião oeste e 3,3% em Caicó. A soropositividade eleva-se progressivamente com a idade até a quinta década de vida em Caicó e na sexta década no oeste. As prevalências mais elevadas foram encontradas em grupos de municípios localizados na área central e geograficamente próximos dessa mesorregião. Apenas o grau de escolaridade e o conhecimento do triatomíneo evidenciaram associação à soropositividade. Não foram identificados indivíduos sororreativos com idade inferior a 18 anos e não houve evidência de associação quanto ao sexo. Conclusões: A infecção pelo T. cruzi persiste mais elevada e concentrada em municípios da área central da mesorregião oeste, mas sugerem o declínio da transmissão vetorial nessa mesorregião e em Caicó. As variáveis epidemiológicas parecem não exercer influência na soropositividade, à exceção da escolaridade e conhecimento do triatomíneo nos sororreativos da mesorregião oeste
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/13343
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