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Título: Avaliação "in vitro" e "in vivo" da atividade antioxidante do extrato hidroetanólico de folhas de Turnera ulmifolia Linn. var. elegans (Turneraceae)
Autor(es): Brito, Naira Josele Neves de
Palavras-chave: Turnera ulmifolia Linn. var. elegans;Dano Oxidativo;Antioxidante;Espécies reativas de oxigênio;Turnera ulmifolia Linn. var. elegans;Oxidative damage;Antioxidants;Oxygen reactive species
Data do documento: 26-Mar-2009
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: BRITO, Naira Josele Neves de. Avaliação "in vitro" e "in vivo" da atividade antioxidante do extrato hidroetanólico de folhas de Turnera ulmifolia Linn. var. elegans (Turneraceae). 2009. 94 f. Dissertação (Mestrado em Bioanálises e Medicamentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2009.
Resumo: Recently, it has been a increasing interest in the antioxidative role of natural products to aid the endogenous protective biological systems against the deleterious effects of oxygen (ROS) and nitrogen (RNS) reactive species. Many antioxidant compounds, naturally occurring from plant sources. Natural antioxidants can protect and prevent the human body from oxidative stress and retard the progress of many diseases in which free radical are involved. Several plants used in the folk medicine to treat certain disorders that are accompanied by inflammation and other pharmacological properties have been proved their attributed properties, such antioxidant activity. Turnera ulmifolia Linn. var. elegans (Turneraceae), frequently employed by population as a medicinal plant, demonstrated antioxidant activity by in vitro and in vivo assays, using its leaf hydroethanolic extract (10%) he in vitro DPPH radical-scanvenging activity showed a strong antioxidant activity (86.57% ± 0.14), similar to Carduus marianus and catequine effects. For the in vivo assays, adult female Wistar rats (n=48) with carbon tetrachloride hepatic injury induced (2,5mL/kg i.p.) were used, Six groups or rats were uses (n=8) [G1 = control (1,25 mL/kg i.p. vehicle); G2 = CCl4 (2,5 mL/kg i.p.); G3 = CCl4 + extract 7 days (500 mg/kg p.o.); G4 = CCl4 + Legalon® 7 days (50 mg/kg p.o.), G5 = CCl4 + extract 21 days (500 mg/kg p.o.) e G6 = CCl4 + Legalon® 21 days (50 mg/kg p.o.)]. The hepatic oxidative injury was evaluated through biochemical parameters [alanine amino transferase (ALT), aspartate amino transferase (AST)] histopathological study, while thiobarbituric acid reactive products (TBAR), glutathione (GSH), catalase (CAT), superoxide dismutase (SOD), and glutathione peroxidase (GPx) levels were used to evaluate proantioxidant parameters. The plant extract tested was found effective as hepatoprotective as evidenced by a decreasing in the ALT and AST activities (p<0.001) and TBAR (plasma, p<0.001 and liver, p<0.001). Levels of GSH (blood, p<0.001 and liver, p<0.001) and antioxidant enzymes [CAT erythrocyte (p<0.05) and hepatic (p<0.01); SOD erythrocyte (p<0.001) and hepatic (p<0.001); GPx erythrocyte (p<0.001) and hepatic (p<0.001)] were also significantly increased. Histopathological changes induced by CCl4 were significantly reduced by the extract treatment. The data obtained were comparable to that of Legalon®, a reference hepatoprotective drug. The results showed that T. ulmifolia leaf extract protects against CCl4 induced oxidative damage. Therefore, this effect must be associated to its antioxidant activity, attributed to the phenolic compounds, present in these extract, which can act as free radical scavengers
metadata.dc.description.resumo: Atualmente existe um crescente interesse no estudo dos antioxidantes, classe de substâncias que protegem os sistemas biológicos dos efeitos deletérios das espécies reativas de oxigênio (ERO) e de nitrogênio (ERN). Muitos desses antioxidantes são moléculas de origem vegetal que contribuem para a prevenção e para o tratamento de doenças nas quais o estresse oxidativo está envolvido. Na medicina popular, plantas com comprovada atividade antiinflamatória, apresentam diversas atividades farmacológicas, dentre elas, a antioxidante. Turnera ulmifolia Linn. var. elegans (Turneraceae), uma planta medicinal, largamente utilizada pela população, apresentou atividade antioxidante quando avaliada in vitro e in vivo, utilizando-se o extrato hidroetanólico (10 %) obtidos das folhas dessa planta. A capacidade antioxidante in vitro desse extrato foi avaliada através do seqüestro do radical 1,1-difenil-2- picril-hydrazyl (DPPH ). O resultado apresentou um marcado potencial antioxidante ao seqüestrar 86,57%±0,14 do radical DPPH , comparável ao obtido com as substâncias de referência. No ensaio in vivo, empregando-se modelo experimental murino (48 ratas Wistar), injúria hepática foi induzida com CCl4 (2,5 mL/kg i.p. dose única) e o dano oxidativo hepático foi avaliado através da atividade das transaminases (ALT e AST) e pelo exame histopatológico, enquanto que as substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (SRAT), conteúdo de glutationa reduzida (GSH) e atividade das enzimas catalase (CAT), superóxido dismutase (SOD) e glutationa peroxidase (GPx) foram os parâmetros pró-antioxidante avaliados. Os animais foram divididos em seis grupos (n=8) [G1 = controle (1,25 mL/kg i.p. de veículo); G2 = CCl4 (2,5 mL/kg i.p.); G3 = CCl4 + extrato 7 dias (500 mg/kg p.o.); G4 = CCl4 + Legalon® 7 dias (50 mg/kg p.o.), G5 = CCl4 + extrato 21 dias (500 mg/kg p.o.) e G6 = CCl4 + Legalon® 21 dias (50 mg/kg p.o.)]. O pós-tratamento com o extrato provocou um decréscimo na atividade da ALT e AST (p<0,001) e de SRAT (plasma, p<0,001 e fígado, p<0,001), aumentando o conteúdo da GSH (sangue, p<0,001 e em fígado, p<0,001), bem como a atividade das enzimas antioxidantes, [CAT eritrocitária (p<0,05) e hepática (p<0,01); SOD eritrocitária (p<0,001) e hepática (p<0,001); GPx eritrocitária (p<0,001) e hepática (p<0,001)]. A análise histopatológica mostrou uma redução do dano hepático causado pelo CCl4. Os resultados obtidos com o extrato foram análogos aqueles do tratamento com Legalon®, padrão antioxidante, utilizado in vivo. Com base nesses dados, conclui-se que o extrato de folhas de T. ulmifolia apresenta capacidade hepatoprotetora diante do quadro de estresse oxidativo induzido pelo CCl4. Efeitos estes, que, provavelmente, estão associados à atividade antioxidante detectada, atribuídas às substâncias fenólicas presentes no extrato, que devem agir como seqüestradores de radicais livres, bloqueando as reações em cadeias
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/13468
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