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Título: Avaliação de efeitos toxicológicos e comportamentais de Panax ginseng C.A. Meyer em ratos
Autor(es): Matos, Ana Laura de Souza Almeida
Palavras-chave: Panax ginseng C. A. Meyer. Glicina. Ketamina. Toxicidade. Comportamento. Ratos;Panax ginseng CA. Meyer. Glycine. Ketamine. Toxicity. Behavior. NMDA. Rats
Data do documento: 19-Mar-2013
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: MATOS, Ana Laura de Souza Almeida. Avaliação de efeitos toxicológicos e comportamentais de Panax ginseng C.A. Meyer em ratos. 2013. 60 f. Dissertação (Mestrado em Bioanálises e Medicamentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.
Resumo: Panax ginseng CA Meyer (Araliaceae) is a herbaceous plant widely used in China, South Korea, Japan and other Asian countries for the treatment of various diseases micro circulatory, cerebrovascular, among others, representing one of the drugs used by older man. It has over 30 biologically active ginsenosides with different pharmacological and behavioral effects and inhibitory effect on the NMDA receptor. The amino acid glycine is a co-agonist of the NMDA receptor, activating this receptor. At the cellular level, ketamine is widely known to be NMDA receptor antagonist. The aim of this study was to evaluate the general activity in the open field, and anxiety in elevated plus maze, mice treated with P. ginseng compared with the action of ketamine and glycine, to better understand the action of this herbal medicine at the NMDA receptor. We used 66 adult male rats were divided into six groups: a positive control, treated for 30 days with water by gavage, who received glycine (500mg/kg; po) on days 7, 14, 21 and 28 of treatment, one hour before of behavioral assessment, a negative control was treated for 30 days with water by gavage received ketamine (5mg/kg, ip) on days 7, 14, 21 and 28 of treatment, one hour prior to behavioral evaluation, three experimental groups, receiving 100, 200 or 300 mg / kg P. ginseng by gavage for 30 days and one group treated solely with white water, and is also administered 1 ml of water by gavage one hour prior to behavioral evaluation. Animal behavior in these three groups was also examined on days 7, 14, 21 and 28 of treatment. On day 30 of treatment, the animals were anesthetized with thiopental (70mg/kg) for blood collection and after euthanasia, withdrawal of various organs. There were no changes in weight and body weight gain and weight reasons in organ / body weight. However the consumption of water and food values showed a significant increase. Serum levels of AST was increased in a dose-dependently in the animals treated with doses of P. ginseng, glycine and ketamine as compared to the blank group. Unlike creatinine levels proved to be decreased in all treated groups when compared with white. However, the level of urea in these groups was reduced and no changes were observed in the ALT parameter. Histopathological examination revealed no changes in cell morphology in different tissues. There were no behavioral changes in the elevated plus maze and few changes were observed in the open field, animals treated with P. ginseng, glycine and ketamine when compared to white. These data suggest that the doses of P. ginseng employed were unable to induce general toxicity in rats treated for 30 days and also shows that the general behavior of mice treated with P. ginseng was slightly different from that observed in animals treated with ketamine and glycine. Finally, the study on the elevated plus maze showed that the extract of P. ginseng showed no anxiolytic or anxiogenic action
metadata.dc.description.resumo: Panax ginseng C.A. Meyer (Araliaceae) é uma planta herbácea muito usada na China, Coréia do Sul, Japão e outros países da Ásia no tratamento de várias doenças micro circulatórias, vasculares cerebrais, entre outras. Possui mais de 30 ginsenosídeos, que inibem o receptor NMDA, provocando diferentes efeitos farmacológicos e comportamentais. O objetivo do presente estudo foi avaliar a atividade geral, no campo aberto, e a ansiedade, no labirinto em cruz elevado, de ratos tratados com P. ginseng. Ratos tratados com ketamina (antagonista do receptor NMDA) e com glicina (coagonista do receptor NMDA), foram também empregados para melhor entendimento do mecanismo de ação desse fitoterápico. Foram utilizados 66 ratos machos adultos, divididos em seis grupos: um controle positivo (n=12), tratado durante 30 dias com água por gavagem, que recebeu glicina (500mg/kg; v.o.) nos dias 7, 14, 21 e 28 de tratamento, uma hora antes da avaliação comportamental; um controle negativo (n=12), tratado durante 30 dias com água por gavagem, que recebeu ketamina (5mg/kg; i.p.) nos dias 7, 14, 21 e 28 de tratamento, uma hora antes da avaliação comportamental; três grupos experimentais (n=12), que receberam 100, 200 ou 300 mg/kg de P. ginseng, por gavagem, durante 30 dias e um grupo branco (n=6) tratado exclusivamente com água, sendo também administrado 1mL de água por gavagem uma hora antes da avaliação comportamental. O comportamento animal nesses grupos também foi analisado nos dias 7, 14, 21 e 28 de tratamento. No dia 30 de tratamento os animais foram anestesiados para coleta de sangue e retirada de órgãos diversos, que tiveram seus pesos anotados e porções foram coletadas para estudo histopatológico. Não foram observadas alterações no peso e ganho de peso corporal entre os diversos grupos nem nas razões peso órgão/peso corporal calculadas. Nos animais tratados com P. ginseng, ketamina e glicina o consumo de água e de ração e as concentrações séricas de AST revelaram estar aumentadas em comparação com grupo branco. Entretanto, os animais tratados com as três doses de P. ginseng, ketamina e glicina apresentaram níveis reduzidos de creatinina e ureia quando comparados com o grupo branco. Não foram observadas alterações no parâmetro ALT. O estudo histopatológico revelou ausência de alterações na morfologia celular nos diversos tecidos analisados. Não foram encontradas alterações comportamentais no labirinto em cruz elevado e poucas alterações foram observadas nos animais tratados com P. ginseng, glicina e ketamina quando comparados com o grupo branco, no campo aberto. Esses dados sugerem que as doses de P. ginseng empregadas não foram capazes de provocar toxicidade geral em ratos tratados por 30 dias e revela também que o comportamento geral dos ratos tratados com P. ginseng foi pouco diferente daquele observado nos animais tratados com glicina e ketamina. Por fim, o estudo no labirinto em cruz elevado mostrou que o extrato de P. ginseng não apresentou ação ansiogênica nem ansiolítica nas condições experimentais adotadas
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/13495
Aparece nas coleções:PPGCF - Mestrado em Ciências Farmacêuticas

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