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Título: Atrás das grades: redes sociais, habitus e interação social no sistema carcerário do RN
Autor(es): Brandão, Thadeu de Sousa
Palavras-chave: Sistema penitenciário;Interação social;Redes sociais;Penitenciária de Alcaçuz;Prisiones;Interacción social;Redes sociales;Penitenciario Alcaçuz
Data do documento: 5-Set-2011
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: BRANDÃO, Thadeu de Sousa. Atrás das grades: redes sociais, habitus e interação social no sistema carcerário do RN. 2011. 189 f. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Regional; Cultura e Representações) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2011.
Resumo: Esta tesis trata de discutir y entender los diversos tipos de redes sociales y formas de interacción social presentes en el sistema penitenciario de Rio Grande do Norte. Nuestro problema se basa en un incremento significativo en las tasas de encarcelamiento y la prisión en Brasil y el mundo en los últimos diez años. Asimismo, la aparición del crimen organizado ya, en cierta medida, el control de las prisiones brasileñas, como el Comando Vermelho (CV) y el Primeiro Comando da Capital (PCC), una consecuencia directa de las terribles condiciones de las prisiones de Brasil y aumento de la violencia y el crimen en nuestro país. Para resolver el problema, se optó por utilizar las categorías de análisis de Michel Foucault (prisión y la disciplina), Pierre Bourdieu (habitus y campo), Ervirng Goffman (institución total, de interacción, de fachada y de equipo) y Mark Granovetter, Ricardo Abramovay e João Peixoto, entre otros, la nueva sociología económica (Redes, nodos y lazos) como principal apoyo. También construyó una revisión histórica de la cárcel en Brasil y Rio Grande do Norte hasta llegar al objeto. Esto, en términos de investigación cualitativa, se sumergió en el mundo de las prisiones Dr. Francisco Nogueira Fernandes, conocido como Penitenciario de Alcaçuz, ubicado en el municipio de Nísia Bosque, Rio Grande do Norte. Penitenciaría del Estado de origen, las casas de Alcaçuz seiscientos cuarenta y tres reclusos, divididos en cinco pabellones, un total de ciento cuarenta y siete células. Mediante la observación sistemática y la entrevista cualitativa s semi-estructurada como las principales fuentes de recopilación de datos, hemos tratado de explicar el universo que acabamos de analizar por las Ciencias Sociales. Nos dimos cuenta de que, para cumplir con la escena nacional, regaliz viola de manera flagrante lo que se denomina en la Constitución de 1988 y LEP (Ley de Ejecución Penal), sin tener en cuenta los derechos de los individuos a una porción de una oración con un mínimo de dignidad. Se ha demostrado que las personas que permean el universo proviene de un ambiente de la prisión, la sociabilidad violenta, sedo también tienen un habitus precario. La prisión, espacio disciplinario y un tipo específico de interacción social marcada por el control, contribuye a la profundización de habitus, pero que muestra que no es también como un espacio cerrado en absoluto, sino un lugar donde penetran las redes y dinámicas muy social. Al mismo tiempo, se encontró que más de la presencia de "grupos organizados" es el espacio en las cárceles para la interacción social y las redes sociales que pasan dentro y fuera de su espacio
metadata.dc.description.resumo: A presente tese procura discutir e compreender os diversos tipos de redes sociais e as formas de interação social presentes no sistema prisional do Rio Grande do Norte. Nossa problemática pautou-se no aumento significativo das taxas de encarceramento e de aprisionamento no Brasil e no mundo nos últimos dez anos. Também o surgimento de organizações criminosas que passaram, em certa medida, a controlar as prisões brasileiras, como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), reflexo direto das péssimas condições das prisões brasileiras e do aumento da violência e criminalidade em nosso país. Para dar conta do problema, optou-se por utilizar as categorias analíticas de Michel Foucault (prisão e disciplina), Pierre Bourdieu (Habitus e Campo), Ervirng Goffman (Instituição Total, Interação, Fachada e Equipe) e de Mark Granovetter, Ricardo Abramovay e João Peixoto, entre outros, da Nova Sociologia Econômica (Redes, Nós e Laços) como principal suporte. Construiu-se também uma recapitulação histórica da prisão no Brasil e no Rio Grande do Norte até chegar ao nosso objeto. Este, em termos de pesquisa, qualitativa, mergulhou no universo da Penitenciária Dr. Francisco Nogueira Fernandes, conhecida como Penitenciária de Alcaçuz, localizada no município de Nísia Floresta, Rio Grande do Norte. Principal penitenciária do estado, Alcaçuz abriga seiscentos e quarenta e três apenados, divididos em cinco pavilhões, perfazendo o total de cento e quarenta e sete celas. Utilizando observação sistemática e entrevista s qualitativas semi-estruturadas como principais fontes de coleta de informações, buscou-se dar conta deste universo tão pouco analisado pelas Ciências Sociais. Percebemos que, indo ao encontro do cenário nacional, Alcaçuz descumpre flagrantemente o que está preconizado na Constituição Federal de 1988 e na LEP (Lei de Execuções Penais), desrespeitando os direitos dos indivíduos a um cumprimento de pena com um mínimo de dignidade. Mostrou-se que os indivíduos que perpassam pelo universo prisional advêm de um ambiente de sociabilidade violenta, sedo também possuidores de um habitus precarizado. A prisão, sendo espaço disciplinar e de um tipo específico de interação social marcado pelo controle, contribui para o aprofundamento desses habitus, mas mostrando que a mesma constitui-se também não como um espaço fechado em absoluto, mas um lugar onde perpassam redes e dinâmicas sociais próprias. Ao mesmo tempo, constatou-se que mais do que a presença de grupos organizados a prisão é espaço de interação social e de redes sociais que passam por dentro e for a de seu espaço
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/13775
Aparece nas coleções:PPGCS - Doutorado em Ciências Sociais

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