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Título: PSEUDO: uma análise sociocognitiva sobre insinceridades, mentiras e crimes de fraude
Autor(es): Oliveira, Flaubert Mesquita de
Palavras-chave: Filosofia da linguagem. Sociologia do habitus. Performatividade. Sociocognição. Teoria da mente. Mentiras. Fraudes;Philosophy of language. Sociology of habitus. Performativity. Sociocognition. Theory of mind. Lies. frauds
Data do documento: 26-Abr-2013
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: OLIVEIRA, Flaubert Mesquita de. PSEUDO: uma análise sociocognitiva sobre insinceridades, mentiras e crimes de fraude. 2013. 327 f. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Regional; Cultura e Representações) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.
Resumo: The objective of this work is to analyze the phenomenon of lying, highlighting some uses and social consequences. Lies are a ubiquitous phenomenon, and in many cases they even promote social harmony. Furthermore, telling lies is an expression of individuality: it is the expression of relative autonomy that the subject has towards their social environment allowing them to defend their most personal interests. The work also aims to examine the concept of habitus applied to the social production of lies. Thus, the liars produce their lies aiming to obtain certain effects on their audiences. There are certain social cognitive principles that structure the kind of lie that is usually told to the public. Finally, the perpetrators of crimes of fraud and other deceptive practices may suffer a criminal prosecution because the damage they cause affects important social values recognized by the state, and are not restricted to the victim‟s chagrin. In the most common forms of fraud, the crooks make tempting offers to victims exploiting some of their standardized behaviors and reactions. To understand the fragility of the victims to scams is an attempt to understand how a social phenomenon as usual as is the lie can still surprise and cause perplexity
metadata.dc.description.resumo: O objetivo deste trabalho é fazer uma análise sobre o fenômeno da mentira, destacando alguns usos e consequências sociais. As mentiras são um fenômeno onipresente, e em muitos casos elas até mesmo promovem a convivência social. Além disso, contar mentiras é uma expressão da individualidade: é a expressão da autonomia relativa que o sujeito tem perante seu meio social, permitindo-lhe defender seus interesses mais pessoais. O trabalho também se propõe a analisar o conceito do habitus aplicado à produção social da mentira. Desta forma, as mentiras são produzidas a partir dos efeitos que os mentirosos almejam produzir no seu público. Há certos princípios sociocognitivos que estruturam o tipo de mentira que se conta. Por fim, os perpetradores de crimes de fraude e outras práticas enganadoras podem sofrer processo judicial, pois os danos que eles causam atingem valores sociais maiores, reconhecidos pelo Estado, que não se restringem ao dissabor da vítima. Nas modalidades mais usuais de fraude, os vigaristas fazem propostas tentadoras às vítimas explorando alguns de seus comportamentos e reações padronizadas. Entender a fragilidade das vítimas aos golpes é uma tentativa de entender como um fenômeno social tão usual como é a mentira pode ainda assim causar surpresa e perplexidade
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/13827
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