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Título: O aluno surdo em classe regular: concepções e práticas dos professores
Autor(es): Vieira, Francileide Batista de Almeida
Palavras-chave: Concepções;Práticas pedagógicas;Inclusão escolar;Alunos Surdos;Conceptions;Pratiques pédagogiques;Inclusion scolaire;Elèves sourds
Data do documento: 27-Mar-2008
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: VIEIRA, Francileide Batista de Almeida. O aluno surdo em classe regular: concepções e práticas dos professores. 2008. 197 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2008.
Resumo: Le texte se rapporte à une recherche sur les conceptions d enseignants concernant l inclusion scolaire d élèves sourds , et leurs ralations avec les pratiques qu ils développent dans les classe régulières. Elle a été conduite dans une école publique régulière appartenant à la commune de Assu RN, et dont le choix méthodologique a été une approche qualitative, du genre ethnographyque. La construction des données devient d un processus d observation, de l application d entretiens demi-structurés et de l analyse de documents, ayant pour sujets quatre enseignants des années initiales de l enseignement fondamental. L apport théorique de base a été la théorie socio-culturelle proposée par Vygotsky (2003 ; 2005), censée traduire la compréhension de l homme dans sa dimension historique et culturelle, et mettre en évidence l interaction sociale en tant que condition pour le développement des individus. Les données font connaître que les enseignants sujets de la recherche sont favorables à l inclusion scolaire des élèves sourds dans les classes régulières, néanmoins soulignent le besoin d un changement à l école pour que l inclusion devienne une réalité. Les enseignants sont d avis que l apprentissage des élèves sourds se fait d une façon qui met trop de temps, moyennant l utilisation de recours spécifiques, tels que l usage du langage des signes (Libras). Ils signalent les difficultés qu ils doivent faire face quand il s agit de travailler pédagogiquement avec ces élèves dans le quotidien, telles que : manque d un travail collectif à l école ; besoin d une formation spécialisée ; démonstration de sentiments de peur, ou préjugés de la part de quelques uns du personnel de l école , tout celà interférant directement dans leurs attitudes et leurs actions faces aux élèves ; manque d appui des instances administratives de l école ; absence de politiques consistentes pour guider l éducation sous un regard inclusif. Quant aux pratiques pédagogiques développées à l école, la recherche laisse voir que, par rapport à la présence des élèves sourds, très peu d adaptations y ont été introduites, d où se dégage que la planification des actions éducatives à l école se tourne, prioritairement, vers les élèves qui écoutent, c est-à-dire, vers un groupe apparemment homogène. On a constaté, en plus, qu il n existe pas à l école aucun professionnel habilité pour l établissement d un processus de communication avec les élèves sourds. Malgré ces difficultés, les enseignants avouent, quand même, que travailler avec ces élèves rapporte toujours des bénéfices, tels que la collaboration et le respect mutuels chez les élèves, l acquisition de nouveaux savoirs et l amélioration de la pratique pédagogique des enseignants
metadata.dc.description.resumo: Este trabalho apresenta uma investigação que enfoca concepções de professores sobre a inclusão escolar de alunos surdos e sua relação com as práticas desenvolvidas em classes regulares. A pesquisa foi realizada em uma escola pública regular, localizada no município de Assu-RN, tendo como opção metodológica a abordagem qualitativa, do tipo etnográfico. A construção dos dados foi feita por meio de observação, entrevista semi-estruturada e análise de documentos, tendo como participantes quatro professoras dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Respalda-se na teoria sociocultural proposta por Vigotsky (2003; 2005), que traduz a compreensão do homem em sua dimensão histórica e social, bem como a relevância da interação social como condição para o desenvolvimento dos indivíduos. A análise dos dados revela que as professoras investigadas são favoráveis à inclusão de alunos surdos em classes regulares, mas apontam a necessidade de mudanças na escola para que tal inclusão seja realmente possível. Acreditam que a aprendizagem de alunos surdos se dá de forma muito lenta, mediante a utilização de recursos específicos, principalmente do uso de Libras. As professoras apontam dificuldades que enfrentam para atuar pedagogicamente com alunos surdos no cotidiano escolar, tais como: falta de trabalho coletivo na escola; necessidade de formação específica; existência de sentimentos como medo e preconceito, por parte de algumas pessoas que fazem a escola, o que interfere nas suas atitudes e ações diante desses educandos; falta de apoio das instâncias administrativas; falta de políticas consistentes que norteiem a educação em uma perspectiva inclusiva. Em relação à prática desenvolvida, foi possível perceber que são feitas poucas adaptações considerando a presença das alunas surdas, demonstrando que o planejamento das ações educativas continua sendo elaborado, prioritariamente, para os alunos ouvintes, ou seja, para um grupo aparentemente homogêneo. Foi constatado, ainda, que não existe nenhum profissional habilitado para o ensino com uso da Libras, embora esta seja considerada uma língua indispensável para que se estabeleça a comunicação com os surdos. Apesar das dificuldades, as professoras afirmam que o trabalho com alunos surdos traz benefícios tais como respeito e colaboração mútua entre os alunos; aquisição de novos saberes e melhoria da prática pedagógica pelos professores
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/14208
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