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Título: Compor e educar para descolonizar
Autor(es): Silva, Carlos Alberto Pereira
Palavras-chave: Arte;Descolonização;Complexidade;Educação;Art;Decolonization;Complexity;Education
Data do documento: 15-Set-2009
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: SILVA, Carlos Alberto Pereira. Compor e educar para descolonizar. 2009. 131 f. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2009.
Resumo: Industrialization, accelerated urbanization, increased material wealth, expansion of the consumer society, incentive to competition and environmental degradation represent multiple dimensions of the development existing in Brazil over the last forty years. Upon reflecting about this process, this thesis is based on the understanding that eagerness for development is indicative of the existence of a self-colonized imaginary, as Serge Latouche says, among considerable portions of Brazilian people. Understanding that art creates a deeper and truer knowledge on the essence of the world, according to the comprehension announced by Arthur Schopenhauer, I point out that Brazilian composers, upon seeing beforehand the symptoms of the evil of civilization expressed under the sign of development, spread ideas which poetically decolonize our imaginary. Being convinced that we can and must get out of the line, invent new ways, announce a forbidden knowledge, discuss implausible hypotheses, unfinished ideas, as Maria da Conceição de Almeida states, I present the notion of DESdesenvolvimento as a cognitive operator which potentializes the imaginary decolonization revealed by several songs by Brazilian composers
metadata.dc.description.resumo: Industrialização, urbanização acelerada, aumento da riqueza material, expansão da sociedade de consumo, estímulo à competição e degradação ambiental configuram múltiplas dimensões do desenvolvimento existente no Brasil nos últimos quarenta anos. Ao refletir acerca desse processo, esta tese funda-se na compreensão de que ânsia do desenvolvimento é reveladora da existência de um imaginário autocolonizado, como diz Serge Latouche, entre parcelas consideráveis da população brasileira. Entendendo que a arte cria um conhecimento mais profundo e verdadeiro da essência do mundo, de acordo com a compreensão anunciada por Arthur Schopenhauer, sublinho que os compositores brasileiros, ao enxergarem antecipadamente os sintomas do mal da civilização expresso sob o signo do desenvolvimento, difundiram idéias poeticamente descolonizadoras do nosso imaginário. Convencido de que podemos e devemos sair fora da linha, inventar novos caminhos, anunciar conhecimentos proibidos, discutir hipóteses não plausíveis, idéias inacabadas, conforme afirma Maria da Conceição de Almeida, apresento a noção de DESdesenvolvimento como um operador cognitivo potencializador da descolonização do imaginário descortinada por diversas canções de compositores brasileiros
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/14211
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