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Título: Frankenstein, o prometeu moderno ciência, literatura e educação
Autor(es): Figueiredo, Renato Pereira de
Palavras-chave: Complexidade;educação;redes sociotécnicas;ciência;Complexité;éducation, réseaux socio-techniques;science
Data do documento: 15-Set-2009
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: FIGUEIREDO, Renato Pereira de. Frankenstein, o prometeu moderno ciência, literatura e educação. 2009. 137 f. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2009.
Resumo: À partir des études de l'anthropologue Bruno Latour, dans lesquelles on montre l'importance de la rhétorique et des stratégies institutionnelles dans la fabrication des vérités scientifiques; des hypothèses concernant la nature ambiguë des sciences dressées par Isabelle Stengers et des idées d'Edgar Morin sur la nécessité de combattre la pensée fragmenteuse et de relier culture scientifique et culture humanistique, la thèse aborde la relation de l'homme avec ses artefacts, le défi des descriptions des phénomènes et de leurs propriétés, du dialogue entre les humains et les plusieures dimensions de la matière, et de la responsabilité qui devrait venir avec tous les progrès scientifiques. Victor Frankenstein, sa créature, Brown-Séquard et la testostérone synthétique, sont des acteurs qui aident à composer le panorama cognitif de la recherche qui étend les limites de la science et du social au collectif de non-humains et revendique une réforme de la pensée et de l'éducation que les inclut
metadata.dc.description.resumo: A partir sobretudo dos estudos do antropólogo Bruno Latour, nos quais se mostra a importância da retórica e das estratégias institucionais na fabricação das verdades científicas; das hipóteses a respeito do caráter ambíguo das ciências levantadas por Isabelle Stengers, e das ideias de Edgar Morin sobre a necessidade de se combater o pensamento fragmentador e religar cultura científica e cultura humanística, a tese discute a relação do homem com seus artefatos; o desafio das descrições dos fenômenos e de suas propriedades; do diálogo entre os humanos e as várias dimensões da matéria, e da responsabilidade que deveria vir com todos os avanços científicos. Victor Frankenstein, sua criatura, Brown- Séquard e a testosterona sintética são atores que ajudam a compor o panorama cognitivo da pesquisa que estende os limites da ciência e do social ao coletivo de não-humanos e reivindica uma reforma do pensamento e da educação que os inclua
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/14213
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