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Título: Música, filosofia, formação: por uma escuta sensível do mundo
Autor(es): Marton, Silmara Lídia
Palavras-chave: Música;Filosofia;Educação;Complexidade;Musique;Philosophie;Éducation;Complexité
Data do documento: 1-Jul-2005
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: MARTON, Silmara Lídia. Música, filosofia, formação: por uma escuta sensível do mundo. 2005. 180 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2005.
Resumo: La musique, plus qu`um mot et le texte écrit, a le pouvoir de produire le déplacement du sujet en relation aux contingences du temps e de l´espace. Entendre de la musique est plus que de l´amusement. Comme un artifice cognitif qui ultrapasse l´expérience analytique e métonymique, les formes tonales doublent la réalité, expandent les sens, actionent l´imagination, retotalisent les sentiments, amplient les expériences, permettent la rencontre du sujet avec les éssences des phénomènes qui ne sont pas traductibles par les mots. Nous écoutons de la musique pour restituer notre dignité e conférer à la vie plus de vérité, plus de concrétion (Santiago Kovadloff). La mélodie permet l´expérimentation des états de cohésion, de conéction pleine entre sens et intention, entre commencement et fin, de la finitude de la vie (Schopenhauer). Le phénomène musical provoque l´expréssion de la douleur, de la souffrance et, au même temps, du jubile et de la joie, réliant nature et homme (Nietzsche). Tenant comme base cette compréhension, la dissertation tient dans la musique une importante métaphore pour comprendre la complexité humaine, une fois qu´elle propicie une écoute sensible du monde et mobilise dans le sujet l´expérimentation de divers états de l´être. Nous pouvons dire que la musique est un opérateur de la conaissence parce qu´elle fait affleurer l´écoute intérieure, la rencontre du sujet avec lui même. Cet opérateur cognitif actione les pôles de l´ésprit qui font dialoguer sensibilité, éthique et esthétique, ordre et chaos, silence et bruit, mouvement et pause, repétition et inovation. Par l´expérience musicale, nous habitons des formes hibrides de sensibilité et raison. L´inachèvement, notre principal caractéristique comme humains, a, dans la musique, une image impair, parce que la musique est l´expression du dévir. Pour tisser ces arguments, la dissertation part des études de Schopenhauer et Nietzsche sur la musique, esthétique et métaphysique; Expose des fragments de la biographie de trois grands penseurs contemporains (Werner Heinsenberg, Ilya Prigogine et Edgar Morin) accentuant la présence de la musique en ses vies; et, par fin, présente ce que nous appelons biographies sonores de quatre artistes-musiciens brésiliens (Benedito Juarez et Gil Jardim, de São Paulo, et Ronaldo Ferreira de Lima et, Cleudo Freire, du Rio Grande do Norte)
metadata.dc.description.resumo: A música, mais que a palavra e o texto escrito, tem o poder de produzir o deslocamento do sujeito em relação às contingências do tempo e do espaço. Ouvir música é mais que um entretenimento. Como um artefato cognitivo que ultrapassa a experiência analítica e metonímica, as formas tonais duplicam a realidade, expandem sentidos, acionam a imaginação, retotalizam sentimentos, ampliam experiências, permitem o encontro do sujeito com as essências dos fenômenos que não são traduzíveis por palavras. Escutamos música para restituir nossa dignidade e conferir à vida mais verdade, mais concreção (Santiago Kovadloff). A melodia permite a experimentação dos estados de coesão, de conexão plena entre sentido e intenção, entre começo e fim, noutras palavras, da finitude da vida (Schopenhauer). O fenômeno musical provoca a expressão da dor, do sofrimento e, ao mesmo tempo, do júbilo e da alegria, reatando natureza e homem (Nietzsche). Com base nesse entendimento, a dissertação tem na música uma metáfora importante para compreender a complexidade humana, uma vez que ela propicia uma escuta sensível do mundo e mobiliza no sujeito a experimentação de diversos estados do ser. Podemos dizer que a música é um operador de conhecimento porque faz aflorar a audição interior, o encontro do sujeito consigo mesmo. Esse operador cognitivo aciona os pólos do espírito que fazem dialogar sensibilidade ética e estética, ordem e caos, silêncio e ruído, movimento e pausa, repetição e inovação. Pela experiência musical habitamos formas híbridas de sensibilidade e razão. O inacabamento, nossa principal característica como humanos, tem, na música, uma imagem ímpar, porque a música é expressão do devir. Para tecer esses argumentos, a dissertação parte dos estudos de Schopenhauer e Nietzsche sobre música, estética e metafísica; expõe fragmentos da biografia de três grandes pensadores contemporâneos (Werner Heisenberg, Ilya Prigogine e Edgar Morin) acentuando a presença da música em suas vidas; e, por fim, apresenta o que chamamos de biografias sonoras de quatro artistas-músicos brasileiros (Benito Juarez e Gil Jardim, de São Paulo, e Ronaldo Ferreira de Lima e Cleudo Freire, do Rio Grande do Norte)
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/14228
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