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Título: Anagramas do corpo, processos de repetição e representação da condição humana: um diálogo entre Hans Bellmer e Pina Bausch
Autor(es): Azevedo, Laise Tavares Padilha Bezerra Gurgel de
Palavras-chave: Anagramas do corpo. Repetição. Criação. Complexidade;Anagrammes du corps. Répétition. Création. Complexité
Data do documento: 1-Fev-2013
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: AZEVEDO, Laise Tavares Padilha Bezerra Gurgel de. Anagramas do corpo, processos de repetição e representação da condição humana: um diálogo entre Hans Bellmer e Pina Bausch. 2013. 153 f. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.
Resumo: La relation entre l`ignorance, l`apprentissage et de la création composent un décor provocant pour nous faire réfléchir sur l`éducation et la science. Pour éclaircir cette réflexion, nous démarrons sur les propositions de Ilya Prigogine (1986), pour qui l`art est une métaphore qui représente la science au XXe siècle, les idées d`Edgar Morin (2004), en soulignant la contribution fondamentale de l`art à l`état humain, et Maurice Merleau- Ponty (1980), qui crédite à l`art la possibilité d`un nouveau regard sur le monde, un regard sensible, esthétique. Ayant par référence la présence de ces arguments, nous réaffirmons la thèse de que l`art peut présenter des métaphores pour considérer la science, l`éducation et la condition humaine sur des bases complexes et transdisciplinaires. Nous nous concentrons sur des catégories particulières de la déformation et de la répétition. La première est considérée comme un désordre nécessaire au corps, à la science et à l`éducation, des lieux de métamorphose constante, d`après les principes de la complexité. La seconde est appréciée comme un opérateur sans lequel la variation, l`écart, le nouveau et l`invention ne peuvent pas émerger. Nos métaphores ressortent des travaux esthétiques de deux artistes de renom: Pina Bausch et Hans Bellmer, les délinquants qui certainement se rebellent contre la trivialité dans l`art et la vie. Ils exploitent des rêves, des démonstrations affectueuses impertinentes, esthétiques inaugurales, antiparadigmatiques et audacieuses. En un mot, ils incarnent ce qu`on appelle une pensée complexe. Nous comprenons que les deux artistes déclenchent des dispositifs qui dialoguent avec le manifeste de Merleau-Ponty lorsque l`on cherche dans l "aisthesis" la possibilité d`une production naturelle qui est en elle-même, créative. Ayant comme horizon cette puissance créatrice nous concentrons notre regard sur les anagrammes du corps proposés par Bellmer et sur la répétition exprimée par Pina Bausch. La déformation et la répétition sont des étapes embryonnaires de la création
metadata.dc.description.resumo: A relação entre ignorância, aprendizagem e criação compõe um cenário instigante para refletirmos sobre educação e ciência. Para dar luz a essa reflexão partimos das proposições de Ilya Prigogine (1986), para quem a arte é a metáfora que representa a ciência no século XX; das ideias de Edgar Morin (2004), ao enfatizar a contribuição fundamental da arte para a condição humana; e de Maurice Merleau-Ponty (1980), que credita à arte a possibilidade de um novo olhar sobre o mundo, um olhar sensível, estético. Tendo por referência esses argumentos reafirmamos a tese de que a arte pode apresentar metáforas para pensarmos a ciência, a educação e a condição humana em bases complexas e transdisciplinares. Focalizamos, em particular, as categorias de deformação e repetição. A primeira é pensada como a desordem necessária ao corpo, à ciência e à educação, lugares de metamorfoses constantes, conforme os princípios da complexidade. A segunda é tomada como um operador sem o qual não podem emergir a variação, o desvio, o novo, a invenção. Nossas metáforas surgem a partir da obra estética de dois artistas consagrados: Pina Bausch e Hans Bellmer, transgressores que se insurgem definitivamente contra a trivialidade na arte e na vida. Operaram por sonhos, manifestações amorosas irreverentes, estéticas inaugurais, antiparadigmáticas e impertinentes. Numa palavra, incorporam para si o que se convenciona chamar de um pensamento complexo. Entendemos que os dois artistas acionam dispositivos que dialogam com o manifesto de Merleau-Ponty ao buscar na aisthesis possibilidade de uma produção natural que é, em si própria, criadora. Tendo como horizonte essa potência criadora centramos nosso olhar nos anagramas do corpo propostos por Bellmer e na repetição tal qual expressa por Pina Bausch. Deformação e Repetição são estados embrionários de criação
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/14460
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