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Título: Mestres e aprendiz: perambulando por ilhas de resistência
Autor(es): Bezerra, Juliano César Petrovich
Palavras-chave: Padronização Cultural. Resistência. Experiências Vividas. Educação. Vida;Cultural Standardization. Resistance. Lived Experiences. Education. Life
Data do documento: 6-Mar-2013
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: BEZERRA, Juliano César Petrovich. Mestres e aprendiz: perambulando por ilhas de resistência. 2013. 126 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.
Resumo: Monoculture of mind This idea, presented by Vandana Shiva, reflects the phase that we have experienced in the world: a notion of civilization that, since many decades, characterized by a technocratic big trend, has been shown as dominant and hegemonic. Based on a thinking and acting, felling and whishing standardization, this wave ends implying in what can be called of humanity‟s crisis at civilizational process. Destruction of simpler and more harmonious lifestyles with nature, human relations increasingly distant, values embrittlement, as respect, goodness and love, are some consequences of that behavioral homogenization. In the other hand, appears an archipelago of cultural and cognitive resistance against this devastating wave. Edgar Morin and Ceiça Almeida refer to this archipelago as a South Thought , what is not just a geographic question. Report, therefore, to some places, peoples, island that keep ancient costumes and knowledge, orally transmitted, for instance, from elders to younger, or vice versa, in an almost constant flow. Particular ways of experiencing the world around themselves, the men, animals, plants, rocks, or even not alive beings, masters or enchanted, spiritual guides. Next to a logic of sensitive, as Claude Levi-Strauss proposes, this reading, which is a more attentive, observer and wiser posture of surroundings, is based on touching, smelling, eating, seeing, and, I would add, felling. In light of this, I try to expatiate about certain experiences that I had the pleasure of living in some of these islands of resistance. Talks, perceptions, observations, sensations Stories, prose, poetries, music, photos, graphics Whatever could serve to portray even a bit of the reflections and forms to understand (ourselves) and produce knowledge, such as from a formation/Education to life, was well used at this ethnographic work. Space to the subjectivity and emotions I had, have, and will have a lot Everything for the dear reader may fell traveling around the world of tradition, resistance
metadata.dc.description.resumo: Monocultura da mente... Essa idéia, apresentada por Vandana Shiva, reflete bem a fase em que temos vivido no mundo: uma noção de civilização que, desde algumas décadas, caracterizada por uma forte onda tecnocrática, tem-se mostrado dominante e hegemônica. Baseada numa padronização de pensar e agir, sentir e desejar, essa onda acaba implicando no que se pode chamar da crise no processo civilizatório da humanidade. Destruição de modos de vida mais simples e harmônicos com a natureza, relações humanas cada vez mais distantes, fragilização de valores, como o respeito, a bondade e o amor, são algumas das conseqüências dessa homogeneização comportamental. Observa-se, por outro lado, um arquipélago de resistência cultural e cognitiva frente a essa onda devastadora. Edgar Morin e Ceiça de Almeida fazem alusão a esse arquipélago referindo-se ao Pensamento do Sul , o que não se trata de uma questão meramente geográfica. Referem-se, pois, a alguns lugares, pessoas, ilhas que mantêm costumes e saberes antigos, passados oralmente ou pelo exemplo, dos mais velhos aos mais novos, ou vice-versa, num fluxo quase constante. Formas particulares de sentir o mundo ao seu redor, os homens, os animais, as plantas, as rochas, até seres não-viventes, mestres ou encantados, guias espirituais. Próxima a uma lógica do sensível, como propõe Claude Lévi-Strauss, essa leitura, postura mais atenta, observadora e sábia do meio, baseia-se no tocar, no cheirar, no comer, no ver, e, acrescento, no sentir. Diante disso, procuro discorrer acerca de certas experiências que tive o prazer de vivenciar em algumas dessas ilhas de resistências. Conversas, percepções, observações, sensações... Histórias, prosas, poesias, músicas, fotografias, desenhos... o que pudesse servir para retratar um pouco das reflexões e formas de se (auto)conhecer e produzir conhecimento, bem como de uma formação/Educação para a vida, foi bem utilizado nesta obra etnográfica. Espaço para a subjetividade e emoções tive/tenho/terei bastante... tudo para que o amigo leitor possa se sentir viajando pelo mundo da tradição, da resistência...
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/14537
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