Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/14546
Título: A Produção biopolítica do corpo saudável: mídia e subjetividade na cultura do excesso e da moderação
Autor(es): Dantas, Eduardo Ribeiro
Palavras-chave: Corpo;Saúde;Mídia;Educação;Subjetividade;Body;Health;Media;Education;Subjectivity
Data do documento: 4-Abr-2007
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: DANTAS, Eduardo Ribeiro. A Produção biopolítica do corpo saudável: mídia e subjetividade na cultura do excesso e da moderação. 2007. 211 f. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2007.
Resumo: Recognizing the plans left by Foucault as legitimate, for those that the struggle to fight against all forms of way of life subjection takes an important role on human being existence, this thesis questions the impacts of body planning on health specialized media on the production of the contemporary subjectivity. Having the Saúde! magazine as this thesis empirical field, it discusses the subjectivity processes centered on the realization of many bodily practices destined to a perfect body self-construction, finding suitable conditions for a narcissistic development of the new ways of social regulation on hypermodern societies. Our central argument, refering to a specific reflection about the body, media and subjectivity, is that the body promoting over the health specialized media makes possible the creation of new existential territories, configuring the healthy body bio-political production by a subjectivity process open to experimenting and to self-invention. Bodily subjectivity process centered on body self-construction, simultaneously generating human subjectivity singularization and massification, evidencing escape routes to build a body health existential perspective. In this thesis we seek to point not only the historically hegemonic forms of being healthy, but mainly the forces that nowadays question these forms, making possible the thought of other ways to live the health of the body, starting from the subjectivity singularization
metadata.dc.description.resumo: Reconhecendo como legítima a agenda de prioridades deixada por Foucault, para quem a luta contra as formas de assujeitamento dos modos de vida assume uma importância central na existência do ser humano, esta tese questiona os impactos dos agenciamentos do corpo na mídia especializada em saúde, sobre a produção da subjetividade contemporânea. Tendo na revista Saúde! o seu campo empírico, discute os processos de subjetivação centrados na realização das mais diversas práticas corporais destinadas à auto-construção do corpo perfeito, que encontram condições propícias de desenvolvimento no imperativo narcisista das novas formas de regulação social das sociedades hipermodernas. O nosso argumento central, em se tratando de uma reflexão específica sobre corpo, mídia e subjetividade, é de que os agenciamentos do corpo na mídia especializada em saúde possibilitam a emergência de novos territórios existenciais, configurando a produção biopolítica do corpo saudável enquanto um processo de subjetivação aberto à experimentação e à invenção de si mesmo. Processo de subjetivação corporal centrado na auto-construção do corpo saudável, que gera ao mesmo tempo singularização e massificação da subjetividade humana, evidenciando com isso linhas de fuga a compor uma perspectiva existencial da saúde do corpo. Buscamos nesta tese apontar não só as formas historicamente hegemônicas de sermos saudáveis, mas principalmente as forças que as colocam em questão hoje em dia, fazendo com que seja possível pensarmos outras maneiras de vivermos a saúde do corpo, a partir da singularização da subjetividade
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/14546
Aparece nas coleções:PPGED - Doutorado em Educação

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
EduardoRD.pdf1,52 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.