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Título: Violência ocupacional contra profissionais de saúde em um hospital de urgência. natal/rn, 2009
Autor(es): Morais Filho, Luiz Alves
Palavras-chave: Profissional da saúde;Enfermagem;Ambiente de trabalho;Violência;Halth personnel;nursing;work environment;violence
Data do documento: 29-Out-2009
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: MORAIS FILHO, Luiz Alves. Violência ocupacional contra profissionais de saúde em um hospital de urgência. natal/rn, 2009. 2009. 159 f. Dissertação (Mestrado em Assistência à Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2009.
Resumo: Descriptive exploratory study, with quantitative approach, with data collected from April to May 2009, aiming to identify the types of occupational violence affecting professionals on the nursing and medical staff in an emergency hospital service in Natal/RN, over the last 12 months; to identify emergency sectors where occupational violence episodes took place; to characterize aggressors on each type of occupational violence; to know the procedures adopted after each violent act targeting nursing and medical staff professionals; and to know the consequences of violence suffered by the nursing and medical staff professionals. The sample consisted of 26 nurses, 95 nursing assistants/technicians and 124 physicians, for a total of 245 professionals. The results showed that 50.61% of the professionals were women, aged 41 to 45 (22.45%), with post-graduate studies (51.43%), married (60.82%); 21.22% had 16 to 20 years of experience in the profession and in emergency practice; working 40 weekly hours (86.12%); and working both the day shift and the night shift (70.21%); 27.35% consider violence to be a part of their profession and the patient s companions as an important risk factor (86.53%); couldn t inform whether there was a specific established procedure for reporting occupational violence (45.71%); 73.06% suffered occupational violence in the 12 months; 70.20% verbal assault, 24.08% moral harassment, 6.12% physical assault, and 3.67% sexual harassment; 66.67% of the patients took part in the physical assault; the companions, in verbal assault (58.14%); and the health staff in moral harassment (69.49%); facing episodes violence, 37.65% of the professionals reported the fact to their co-workers; 57.25% uffered from stress as a consequence; on 4.71% of the episodes the professionals had to be bsent from work, resulting in 75 days of occupational violence-related absence. We conclude here was a high rate of occupational violence in the researched population, with verbal ssault and moral harassment as the most frequent violence types. Because factors related to ccupational violence were very diverse, actions seeking to confront this problem shouldn t be limited to the work environment itself. Education ought to be one of the most effective ctions for avoiding or minimizing these events occurrence
metadata.dc.description.resumo: Estudo exploratório descritivo, com abordagem quantitativa, desenvolvido entre abril e maio de 2009, com o objetivo de identificar os tipos de violência ocupacional, sofrida pelos profissionais da equipe de enfermagem e médica, nos últimos 12 meses, em um serviço de urgência hospitalar, em Natal/RN; identificar os setores da urgência onde ocorreram os episódios de violência ocupacional; caracterizar os agressores de cada tipo de violência ocupacional; conhecer os procedimentos adotados após cada ato violento sofrido pelos profissionais da equipe de enfermagem e médica, e conhecer as consequências da violência sofrida pelos profissionais da equipe de enfermagem e médica. A amostra constou de 26 enfermeiros, 95 auxiliares/técnicos de enfermagem e 124 médicos, totalizando 245 profissionais. Os resultados mostraram que 50,61% dos profissionais eram mulheres, entre 41 e 45 anos (22,45%); com pós-graduação(51,43%), casadas (60,82%); 21,22% tinham entre 16 e 20 anos tanto de experiência na profissão como de experiência na urgência; carga horária semanal de trabalho de 40 horas (86,12%); e trabalham tanto no turno diurno como no noturno (70,21%); 27,35% consideram que a violência faz parte da sua profissão e os acompanhantes como importante fator de risco (86,53%); não sabiam informar se no hospital havia um procedimento estabelecido, específico, para o relato de violência ocupacional (45,71%); 73,06% sofreram violência ocupacional nos 12 meses; 70,20% agressão verbal, 24,08% assédio moral, 6,12% agressão física, e 3,67% assédio sexual; 66,67% dos pacientes participaram da violência física; os acompanhantes, do assédio verbal (58,14%); e a equipe de saúde do assédio moral (69,49%); diante dos episódios de violência, 37,65% dos profissionais, contaram o fato para colegas de trabalho; 57,25% tiveram como consequência o estresse; em 4,71% dos episódios os profissionais precisaram ausentar-se do trabalho, resultando em 75 dias de absenteísmo relacionado a violência ocupacional. Concluímos que houve um alto índice de violência ocupcional na população investigada, sendo a agressão verbal e o assédio moral os tipos de violência mais frequentes. Os fatores relacionados à violência ocupacional foram muito diversos e por esta razão, as ações voltadas para o enfrentamento desse problema não devem estar limitadas apenas ao ambiente de trabalho. A educação deverá ser uma das ações mais eficazes para evitar ou minimizar a ocorrência desses eventos
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/14685
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