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Título: Acidentes de Trabalho : análise em profissionais de enfermagem que atuam nas unidades de terapia intensiva e urgência Natal/RN
Autor(es): Medeiros, Rafaela Costa de
Palavras-chave: Acidentes de trabalho;Unidade de terapia intensiva;Urgências;Enfermagem;Typical occupational accident;Intensive Care Unit;Emergency
Data do documento: 8-Nov-2010
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: MEDEIROS, Rafaela Costa de. Acidentes de Trabalho : análise em profissionais de enfermagem que atuam nas unidades de terapia intensiva e urgência Natal/RN. 2010. 145 f. Dissertação (Mestrado em Assistência à Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2010.
Resumo: It is a descriptive-exploratory research, with a quantitative approach, aiming to characterize typical occupational accident suffered by the professionals from nursery group, in the Intensive Care Units and Emergency in a hospital in Natal-RN, trying to identify the factors that contribute to those accidents; to identify some information taken by those professionals related to the accident risks; to know the procedures taken after each accident. This sample is composed by 176 professionals that are 44 nurses and 132 nursing technicians/auxiliaries, collected from March to April 2010. The results related to the personal characterization of the nursery group showed that 31 (18.61%) are between the 36-40 years of age; 148 (84.09%) females and 96 (55.68%) had finished High School. Related to the professional characterization, 53 (30.11%) are nurses, and 123 (69.88%) nursing technicians and auxiliaries; 44 (25.00%) are working as nurses, and 132 (75.00%) as nursing technicians and auxiliaries; 45 (25.56%) are working in the nursery area between 15 to 20 years and 11 months; 53 (30.11%) are in this institution between 10 to 14 years and 11 months; 79 (44.88%) work in the ICU; 55 (31.25%) are working in this area from 1 to 4 years and 11 months; 110 (62.50%) like to work in this area; 161 (91.47%) work 30 to 40 hours per week; 90 (51,13%) have another employment. Related to knowledge about typical occupational accident, 167 (94.88%) said they know about it; 96 (54.54%) know the accident rules; 103 (58.52%) think it is important to talk about this subject in the nursery courses; 92 (52.27%) said this subject is important to be discussed in the work and 372 (87.73%) think education is necessary to reduce accident. Related to the data about accidents, 104 (59.09%) have suffered typical occupational accident, among them 69 (39.20%) have suffered it once; 47 (36.19%) did not register any accident; 60 (57.69%) were caring some patient during the accident; 47 (45.19%) of them occurred in the ICU; 50 (48.07%) professionals were working during the night period; 69 (66.34%) have suffered perforation; 86 (82.69%) had upper limbs affected; 64 (61.53%) were affected by needle; about the reason of the accident, 89 (60.54%) said it occurred due to carelessness. Related to the accident evolution, 88 (85.57%) did not need to remain off work after accident; 13 (81.25%) remained off work during 15 days; 87 (83.65%) had no sequelae and for 101 (97.11%) it was not necessary rehabilitation. We conclude that typical occupational accident can occur with young workers who admit a knowledge about the subject, however they do almost nothing to prevent it. We believe this research has contributed to the characterization of this kind of accident suffered by the nursery group of a public hospital in Natal, and it can stimulate the creation and reformulation of personal protection against typical occupational accident suffered by nursery professionals
metadata.dc.description.resumo: Estudo do tipo descritivo-exploratório com abordagem quantitativa, com o objetivo de caracterizar os Acidentes de Trabalho, sofridos pelos profissionais da equipe de enfermagem, nas Unidades de Terapia Intensiva e de Urgência em Hospital de referência-Natal/RN, identificar os fatores que contribuem para os acidentes de trabalho; identificar as informações dos profissionais da equipe de enfermagem com relação aos riscos para os acidentes; conhecer os procedimentos adotados após cada acidente. A população constou de 176 profissionais, sendo 44 enfermeiros e 132 técnicos/auxiliares de enfermagem, com dados coletados de março a abril de 2010. Os resultados mostram no que se refere à caracterização pessoal da equipe de enfermagem que 31 (18,61%) encontram-se na faixa de 36 a 40 anos de idades sendo 148 (84,09%) sexo feminino e 96 (55,68%) concluíram o ensino médio. Quanto à caracterização profissional, 53 (30,11%) eram enfermeiros, e 123 (69,88%) técnicos e auxiliares de enfermagem; 44 (25,00%) têm ocupação profissional de enfermeiro, e 132 (75,00%) de técnico/auxiliar de enfermagem; 45 (25,56%) com tempo de serviço na enfermagem entre 15 a 20 anos e 11 meses; 53 (30,11%) com tempo de serviço na instituição de 10 a 14 anos e 11 meses; 79 (44,88%) atuam nas UTIs; 55 (31,25%) com tempo de serviço no setor de trabalho de 1 a 4 anos e 11meses; 110 (62,50%) trabalham no setor porque gostam; 161 (91,47%) com jornada semanal de 30 a 40 horas; 90 (51,13%) possuem outro emprego. Quanto ao conhecimento sobre Acidentes de Trabalho, 167 (94,88%) informaram saber sobre este tema; 96 (54,54%) conhecem as normas sobre os acidentes; 103 (58,52%) consideram a abordagem do tema muito importante nos cursos de enfermagem; 92 (52,27%) consideram a abordagem do tema muito importante no local de trabalho e 372 (87,73%) sugerem a educação para diminuir a ocorrência dos acidentes. Quanto aos dados sobre o acidente ocorrido, 104 (59,09%) sofreram acidente sendo que 69 (39,20%) com 1 acidente; 47 (36,19%) não notificaram nenhum acidente; 60 (57,69%) realizavam cuidado com o paciente no momento do acidente; 47 (45,19%) ocorreram nas UTIs; 50 (48,07%) trabalhavam no noturno; 69 (66,34%) sofreram perfuração; 86 (82,69%) a lesão foi nos membros superiores; 64 (61,53%) por agulha; com relação a causa do acidente, 89 (60,54%) afirmaram que ocorreu descuido. Quanto à evolução do acidente, 88 (85,57%) não precisaram de afastamento do trabalho após o acidente; 13 (81,25%) se ausentaram até 15 dias; 87 (83,65%) não tiveram sequelas e 101 (97,11%) não necessitaram de reabilitação. Concluímos que os acidentes de trabalho acometem jovens trabalhadores que afirmam conhecer sobre este assunto, mas pouco fazem para prevení-lo. Contudo, acreditamos que este estudo contribuiu para a caracterização da demanda desses acidentes da equipe de enfermagem de um hospital público de Natal, bem como poderá apoiar à formulação e implementação de medidas de proteção, promoção e prevenção dos acidentes de trabalho nos profissionais de enfermagem
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/14712
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