Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/14746
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorEnders, Bertha Cruzpt_BR
dc.contributor.authorLeite, José Eugênio Lopespt_BR
dc.date.accessioned2014-12-17T14:46:52Z-
dc.date.available2012-05-22pt_BR
dc.date.available2014-12-17T14:46:52Z-
dc.date.issued2011-03-30pt_BR
dc.identifier.citationLEITE, José Eugênio Lopes. Viabilidade do processo de enfermagem no contexto hospitalar. 2011. 104 f. Dissertação (Mestrado em Assistência à Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2011.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/14746-
dc.description.abstractThe Nursing Process (NP) is considered as the dynamics of the systemized and inter-related actions of human care. We believe that the nursing manager, as the representative of all the nursing care provided in the hospital setting, is an important agent for the implementation of institutional policies, such as the NP, in the service. However, there is little information in the literature about the NP in the perspective of the nurse manager. The objective of this study was to analyze the viability of the Nursing Process in the hospital context based on the attitudes of the nurse managers toward the Process. We conducted a descriptive-exploratory research study, of quantitative approach, with a population of 45 nurse managers that worked in the state hospitals located in Natal, RN and in the university hospitals of the UFRN. Two instruments were used for the collection of data: a nursing process questionnaire, constructed for use in this study, and the scale for the measurement of the attitudes titled Positions on the Nursing Process. The population is predominantly feminine (91,0%) and have relative nursing practice experience (Mean=17,6 years). However, they have little experience in management (Mean=8,6 years). They express little knowledge of the PE nursing terms and little experience with the Process. They have a positive atitude toward the NP (Mean = 110,9); are favorable to its developement in the service (86,7%); 48,9% indicated little possibility of institutionalization in the service and 37,8% indicated large possibility. The Spearman test for association between the variables of attitude about the NP and the possibility of its institutionalization demonstrated a weak negative association in the total individual scores of the attitudes (-,316) as in the 20 itens of the instrument, with coefficients varying from 0,014 to 0,464. Factorial analysis of the instrument identified three underlying factors to the attitudes of the managers in this study: relevance, operationalization and collaboration, with Cronbach Alpha coeficients of 0,955, 0,844 and 0,807, respectively, and 0,956 for the whole instrument, indicating that the scale and its factorial subscales have internal consistency. We conclude that there is a weak tendency for the managers with a favorable attitude to have a negative perception about the possibility of institutionalization of the NP in the service. The favorable position does not appear to be sufficient for the viability of this methodology in the hospital sector, results that is worrisome for nursing. This situation suggests that the difficulties with the institution of the NP in the hospitals may be related to other factors, including the organizational conditions. We believe that the institucionalization of the NP in a servisse where it is not known and not practiced, constitutes the introduction of an innovative work technology that involves many demands, among them the adherence of the persons to the proposed innovation. This demands time and the institutional adjustments and the human resources necessary. In this process, the involvement of the health professional of the institution is necessary. This situation brings to light the discussions of professional autonomy, the action limits and perspectives, the redefinition of roles, delimiation (or consensus) of the objects of study and of the work processes, among others.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEnfermagempor
dc.subjectProcesso de enfermagempor
dc.subjectGerente de enfermagempor
dc.subjectInstituição hospitalar.por
dc.subjectNursingeng
dc.subjectNursing processeng
dc.subjectNurse managereng
dc.subjectHospital.eng
dc.titleViabilidade do processo de enfermagem no contexto hospitalarpor
dc.typemasterThesispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagempor
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1391479664036773por
dc.contributor.advisorLatteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4781295D6&dataRevisao=nullpor
dc.contributor.referees1Cruz, Diná de Almeida Lopes Monteiro dapt_BR
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0363542978211577por
dc.contributor.referees2Torres, Gilson de Vasconcelospt_BR
dc.contributor.referees2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4708368Z6&dataRevisao=nullpor
dc.contributor.referees3Tourinho, Francis Solange Vieirapt_BR
dc.contributor.referees3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5614479933447169por
dc.description.resumoO Processo de Enfermagem (PE) é considerado como a dinâmica das ações sistematizadas e inter-relacionadas visando à assistência do ser humano. No entanto, percebemos a falta de uso do PE nos serviços e observamos que a dificuldade de implantação dele está relacionada à própria valorização pelos enfermeiros e questões institucionais que envolvem recursos humanos e materiais. Acreditamos que o gerente, como representante de toda a assistência prestada pela enfermagem da instituição, é um personagem importante para efetivação de políticas de interesse da enfermagem, como a implantação do PE no serviço. No entanto, a literatura é escassa quanto ao PE na perspectiva do gerente de enfermagem. O objetivo geral deste estudo é analisar a viabilidade do Processo de Enfermagem no contexto hospitalar a partir das atitudes dos gerentes de enfermagem das instituições acerca desse instrumento. Realizamos uma pesquisa descritivo-exploratória, de abordagem quantitativa, com uma população de 45 gerentes de enfermagem de hospitais atuando na rede pública estadual de Natal-RN e nas unidades hospitalares da UFRN. Foram utilizados dois instrumentos para a coleta de dados, um questionário sobre o PE, desenvolvido para propósitos deste estudo e a escala para medição de atitudes, Posições sobre o Processo de Enfermagem. A população é predominante feminina (91,0%) e relativamente experiente na prática da enfermagem (Média = 17,6 anos). No entanto, possuem pouca experiência na área gerencial (Média = 8,6 anos). Expressam ter pouco conhecimento dos termos relacionados ao PE e pouca experiência com ele. Possuem uma atitude favorável ao PE (Média Geral = 110,9); são favoráveis a seu desenvolvimento no serviço (88,9%) e sugeririam a sua implantação (86,7%); 48,9% indicaram pouca possibilidade de implantação no serviço e 37,8% muita possibilidade. O teste de Spearman entre a Atitude sobre o PE e a Possibilidade de implantação no serviço mostrou uma associação negativa fraca, tanto na atitude geral (-0,316), quanto nos 20 itens do instrumento, com coeficientes variando entre -0,014 a -0,464. A análise fatorial da escala realizada neste estudo identificou três fatores subjacentes às atitudes dos gerentes neste estudo: relevância , operacionalização e colaboração , com Coeficiente Alfa Cronbach de 0,955; 0,844 e 0,807, respectivamente e de 0,956 para todos os itens em conjunto, demonstrando que a escala geral e as fatoriais possuem coerência interna para uso nessa população. Presumimos que há uma tendência, embora leve, dos profissionais com atitude favorável ter percepção negativa sobre a possibilidade de implantação do PE no serviço. A posição favorável ao PE parece não ser suficiente para a viabilidade de implantação dessa metodologia no serviço hospitalar, sendo esse resultado desconfortável para a enfermagem. Essa situação sugere que as dificuldades de implantação do PE estão vinculadas à outras questões, como as organizacionais. A implantação do PE em uma instituição onde não é conhecido, nem praticado, constitui a introdução de uma inovação tecnológica e de trabalho que envolve múltiplos requisitos, entre eles a adesão das pessoas à inovação proposta. Isso demanda não só tempo, mas um processo com estratégias específicas para a difusão do conhecimento acerca do método, bem como os ajustes institucionais e de recursos humanos necessários. Nesse processo o envolvimento de todos os profissionais da instituição é necessário. Essa situação retoma as discussões de autonomia profissional, limites e perspectivas da ação e influência do enfermeiro no contexto hospitalar, (re) definição de papeis, delimitação (ou consenso) do objeto de estudo ou do(s) processo(s) de trabalho, entre outras.por
dc.publisher.departmentAssistência à Saúdepor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpor
Appears in Collections:PPGE - Mestrado em Enfermagem

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
JoseELL_DISSERT.pdf1.18 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.