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Título: Simulações da ação do vento e da dispersão de contaminantes no estuário do Rio Potengi/ Brasil
Autor(es): Ribeiro, Adriano Alves
Palavras-chave: Circulação hidrodinâmica;Estuário do Rio Potengi;Tempo de Residência;SisBaHiA®.
Data do documento: 24-Fev-2012
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: RIBEIRO, Adriano Alves. Simulações da ação do vento e da dispersão de contaminantes no estuário do Rio Potengi/ Brasil. 2012. 131 f. Dissertação (Mestrado em Saneamento Ambiental; Meio Ambiente; Recursos Hídricos e Hidráulica) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2012.
metadata.dc.description.resumo: O presente trabalho compreende um estudo ambiental do Estuário do Rio Potengi através do SisBaHiA®. Foram estudados aspectos referentes à circulação hidrodinâmica e a dispersão de partículas lançadas através de uma região fonte localizada no interior do Estuário. A abordagem sobre a circulação hidrodinâmica foi feita através do módulo 2DH do SisBaHiA®. Analisou-se a circulação hidrodinâmica com e sem a influência do vento, referente ao ano de 2010. No caso do estudo da dispersão de partículas, foi utilizado o módulo Lagrangeano do SisBaHiA®, considerando-se um lançamento através de uma região fonte, localizada no interior do Estuário, com T90 constante. Os resultados do módulo hidrodinâmico foram analisados a partir dos campos de elevações e de velocidades, análises hodográficas e elevações e velocidades ao longo de um perfil longitudinal do Estuário. Os resultados da dispersão de partículas foram analisados por meio de regiões de isoconcentração. Também foram analisadas as velocidades residuais e o Tempo de Residência das partículas no interior do corpo d água. As análises elencadas permitiram concluir que o mês de maior módulo de velocidade e conseqüentemente maior advecção para o ano de 2010 foi Julho; e o mês de menor módulo de velocidade foi o de Novembro, bem como, as maiores intensidades das correntes estão relacionadas aos instantes de meia maré vazante e meia maré enchente do ciclo de sizígia. Quanto ao Tempo de Residência, observa-se que o Estuário do Rio Potengi apresenta valores que variam de 38 a 343 dias; sendo os dendritos e reentrâncias as regiões de maior estagnação. Por fim, quanto ao lançamento de partículas, verifica-se que nas simulações efetuadas as partículas lançadas não atingiram a foz do Estuário, bem como, o parâmetro T90 exerce muita influência sobre as isolinhas de concentração.
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/15989
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