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Título: Grande Sertão: Veredas e Don Quijote de la Mancha: melancolia em trânsito
Autor(es): Santos, Albaniza Alves dos
Palavras-chave: Melancolia;Alegoria;Espiralamento;Literatura;Melancolia;Alegoria;Espiralamento;Literatura
Data do documento: 18-Set-2009
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: SANTOS, Albaniza Alves dos. Grande Sertão: Veredas e Don Quijote de la Mancha: melancolia em trânsito. 2009. 154 f. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada; Literatura Comparada) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2009.
Resumo: Esta disertación aborda la lectura e interpretación de las obras Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa y Del Ingenioso Hidalgo Don Quijote de la Mancha, de Miguel de Cervantes Y Saavedra, enfocando aspectos relacionados a las acciones de los caballeros andantes Riobaldo, el jagunço de Rosa y don Quijote, el Caballero de Cervantes, las cuales tuvieron decisiva influencia en su estado de espíritu melancólico. En la base teórica de este trabajo, investigamos la noción de melancolía, sistematizada por Kristeva y Freud, así como los estudios de la melancolía y de la alegoría a la luz del pensamiento de Walter Benjamin. Este estudio se concentra, sobre todo, en el aspecto que denominamos de alegoría de la circularidad, que permea las dos novelas, mientras expresión de cosas inacabadas que sugiere la idea de movimientos de espiralamento. Se percibió que lo retorno es consagrado en ambas las obras, es decir diferente el igual, dicho que consagra la diferencia y cierra las puertas para la repetición literal de sentido. En tal comprensión, ese movimiento no puede ser concebido como metáfora del mismo, pues sugiere la travesía que permanece inacabada y tortuosa, su estatuto de repetición no se honda en el encuentro de las dos puntas del ovillo, porque gira en el interior de aquello que repite como diferencia y liberación
metadata.dc.description.resumo: Esta dissertação aborda a leitura e interpretação das obras Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa e Del Ingenioso Hidalgo Don Quijote de la Mancha, de Miguel de Cervantes Y Saavedra, focalizando certos aspectos ligados às ações dos cavaleiros andantes Riobaldo, o jagunço de Rosa e don Quijote, o Caballero de Cervantes, as quais tiveram decisiva influência em seu estado de espírito melancólico. No embasamento teórico deste trabalho, valemo-nos da noção de melancolia, sistematizada por Kristeva e Freud, bem como os estudos da melancolia e da alegoria à luz do pensamento de Walter Benjamin. Este estudo concentra-se, sobretudo, no aspecto que denominamos de alegoria da circularidade, a qual permeia os dois romances, enquanto expressão de coisas inacabadas que sugere a idéia de movimentos de espiralamento. Percebeu-se que o retorno é consagrado em ambas as obras, a dizer diferente o igual, dito que consagra a diferença e fecha as portas para a repetição literal de sentido. Em tal compreensão esse movimento não pode ser concebido como metáfora do mesmo, pois sugere a travessia permanentemente infinda e tortuosa, o seu estatuto de repetição não se funda no encontro das duas pontas do novelo, porque gira no interior daquilo que repete como diferença e libertação
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/16161
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