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Título: Dobramentos distensionais e a geometria da falha de Baixa Grande, Graben de Umbuzeiro, Bacia Potiguar (RN)
Autor(es): Pontes, Rodrigo Malheiros
Palavras-chave: Geologia;Geometria - Falha de Borda - Bacia Potiguar(RN);Falha de Borda - Rampa de revezamento - Rifte;Geology;Geometry;Fault;Potiguar basin (RN);Relay ramp
Data do documento: 16-Set-2005
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: PONTES, Rodrigo Malheiros. Dobramentos distensionais e a geometria da falha de Baixa Grande, Graben de Umbuzeiro, Bacia Potiguar (RN). 2005. 157 f. Dissertação (Mestrado em Geodinâmica; Geofísica) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2005.
Resumo: In spite of significant study and exploration of Potiguar Basin, easternmost Brazilian equatorial margin, by the oil industry, its still provides an interesting discussion about its origin and the mechanisms of hydrocarbon trapping. The mapping and interpretation of 3D seismic reflection data of Baixa Grande Fault, SW portion of Umbuzeiro Graben, points as responsible for basin architecture configuration an extensional deformational process. The fault geometry is the most important deformation boundary condition of the rift stata. The development of flat-ramp geometries is responsible for the formation of important extensional anticline folds, many of then hydrocarbon traps in this basin segment. The dominant extensional deformation in the studied area, marked by the development of normal faults developments, associated with structures indicative of obliquity suggests variations on the former regime of Potiguar Basin through a multiphase process. The changes in structural trend permits the generation of local transpression and transtension zones, which results in a complex deformation pattern displayed by the Potiguar basin sin-rift strata. Sismostratigraphic and log analysis show that the Baixa Grande Fault acts as listric growing fault at the sedimentation onset. The generation of a relay ramp between Baixa Grande Fault and Carnaubais Fault was probably responsible for the balance between subsidence and sedimentary influx taxes, inhibiting its growing behaviour. The sismosequences analysis s indicates that the extensional folds generation its diachronic, and then the folds can be both syn- and post-depositional
metadata.dc.description.resumo: Apesar do significativo estudo e exploração da Bacia Potiguar, extremo-leste da margem equatorial brasileira, pela indústria do petróleo, a bacia ainda permite uma interessante discussão acerca de sua origem e dos mecanismos de trapeamento de hidrocarbonetos associados. O mapeamento e interpretação de dados de sísmica de reflexão 3D da Falha de Baixa Grande, porção SW do Graben de Umbuzeiro, aponta como responsável pela definição da arquitetura desta porção da bacia um processo deformacional, essencialmente, distensional. A geometria da Falha de Baixa Grande é a principal condição de contorno da deformação dos estratos sedimentares da fase sin-rifte da bacia. O desenvolvimento de geometrias do tipo flat-ramp é responsável pela formação de importantes dobramentos distensionais anticlinais, muitos deles portadores de hidrocarbonetos neste segmento da bacia. A predominante deformação distensional na área de estudo, marcada pelo desenvolvimento de falhas normais, associada a estruturas indicativas de obliqüidade, sugere variações no regime distensional formador da bacia Potiguar através de processos multifásicos. A variação no trend estrutural ao longo da evolução da bacia permite a geração de zonas de comportamento local transtrativo e transpressivo, resultando no desenvolvimento do complexo padrão deformacional impresso nos estratos da fase sin-rifte da Bacia Potiguar. Análises sismoestratigráficas e de dados de poços indicam que a Falha de Baixa Grande atuou como falha lístrica de crescimento nos primeiros episódios de sedimentação da bacia. A criação de uma rampa de revezamento entre as Falhas de Baixa Grande e Carnaubais foi, provavelmente, responsável pelo equilíbrio entre as taxas de subsidência e aporte sedimentar inibindo o funcionamento da falha como falha de crescimento. A análise de sismoseqüências permite, por fim, concluir que a geração dos dobramentos distensionais é diácrona, podendo estes ser sin a pós-deposicionais
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/18783
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