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Título: O circuito espacial produtivo e os círculos de cooperação da carcinicultura do Rio Grande do Norte
Autor(es): Morais, Dalyson Luiz Araujo de
Palavras-chave: Circuito Espacial Produtivo. Círculos de Cooperação no Espaço. Carcinicultura. Rio Grande do Norte;Circuitos Espaciales de Producción. Círculos de Cooperación en el Espacio. Cultivo de Camarón. Rio Grande do Norte
Data do documento: 27-Mar-2013
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: MORAIS, Dalyson Luiz Araujo de. O circuito espacial produtivo e os círculos de cooperação da carcinicultura do Rio Grande do Norte. 2013. 154 f. Dissertação (Mestrado em Dinâmica e Reestruturação do Território) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.
Resumo: Suponiendo que la dinámica territorial del período histórico actual se caracteriza por la nueva división territorial del trabajo, por la especialización regional productiva y por la racionalidad que preside el movimiento de las mercancías y de la información, la teoría de los circuitos espaciales de producción se convierte fundamental para la comprensión de la organización, regulación y del uso de territorios por las actividades productivas. Así, teniendo en cuenta este supuesto y aplicando esta teoría para analizar el área de la producción de camarón en el estado de Rio Grande do Norte, se llega a comprender la dinámica del territorio Potiguar. Por lo tanto, en nuestro trabajo pretendemos entender el movimiento, la secuencia de los casos que geográficos que separan la producción, distribución, intercambio y consumo de camarón Potiguar, en este momento, sobre todo a partir de la década de 1990, sucede la expansión del cultivo de camarón en la costa norte Riograndense. La investigación ha demostrado que a pesar de la presencia de un gran número de agentes en la actividad, hay un control y una concentración del circuito en las manos de grandes empresas. Este control se pasa por el reducido número de agentes de venta de larvas, alimentación, maquinaria e insumos. Y con respecto a la concentración, esto ocurre sobre todo en la etapa de producción en las haciendas de engorde. En este caso, podemos decir que hay un predominio de los pequeños productores en números absolutos en el cultivo de camarón potiguar, ya que gran parte de los emprendimientos tienen dimensiones inferiores a 10 ha. Sin embargo, cuando analizamos las empresas de gran escala, éstos, a pesar de representar un porcentaje menor del total, concentran casi la mitad de las áreas cultivadas, además de tener en el control de gran parte del movimiento establecido por el circuito espacial productivo de la producción de camarón. Así, aparecen en el circuito espacial productivo de la producción de camarón de Rio Grande do Norte, las diferencias cualitativas de los usos del territorio entre los agentes que participan de este circuito. Porque un número limitado de agentes tienen las mayores áreas productivas, son dotados de un mayor nivel de tecnificación y tienen, hasta cierto punto, el control del movimiento de su producto, mientras que, eso no se reproducen por otros agentes, especialmente aquellos dedicados a la producción, efectiva, en las haciendas de engorde
metadata.dc.description.resumo: Partindo do pressuposto de que à dinâmica territorial do período histórico atual é caracterizada pela nova divisão territorial do trabalho, pela especialização regional produtiva e por uma racionalidade que preside o movimento das mercadorias e da informação, a teoria dos circuitos espaciais de produção torna-se fundamental para o entendimento da organização, da regulação e do uso dos territórios por atividades produtivas. Assim, considerando esse pressuposto e aplicando essa teoria para analisar a área de produção do camarão no estado do Rio Grande do Norte, chega-se a compreensão da dinâmica do território potiguar. Dessa forma, objetivamos em nosso trabalho, compreender a circulação, o encadeamento das instâncias geográficas que separam a produção, distribuição, troca e consumo do camarão potiguar, no momento em que, especialmente, a partir da década de 1990, ocorre a expansão da carcinicultura no litoral Norte-Riograndense. A pesquisa mostrou que apesar da presença de um grande número de agentes na atividade, há um controle e uma concentração do circuito nas mãos de grandes empresas. Esse controle dá-se pelo número reduzido de agentes que comercializam larvas, ração, maquinas e insumos. E no tocante à concentração, isso se dá, principalmente, na etapa da produção propriamente dita desenvolvida nas fazendas de engorda. Nesse caso, podemos afirmar que, há uma predominância dos pequenos produtores em números absolutos na carcinicultura potiguar, já que boa parte possui empreendimentos de dimensões menores que 10 ha. Entretanto, quando analisados os empreendimentos de grande porte, estes, apesar de representarem uma porcentagem menor do total, concentram quase que a metade das áreas cultivadas, além de controlarem boa parte da circulação estabelecida pelo circuito espacial produtivo da carcinicultura. Assim, evidenciam-se no circuito espacial produtivo da carcinicultura no Rio Grande do Norte, diferenças qualitativas dos usos do território entre os agentes participantes desse circuito. Pois um número restrito de agentes detém maiores áreas produtivas, são dotados de um maior nível de tecnificação e possuem, em certa medida, o controle da circulação do seu produto, enquanto que, isso não se reproduz para os demais agentes, principalmente, aqueles dedicados a produção propriamente dita nas fazendas de engorda
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/18957
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