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Título: Sobre o problema da mentira na filosofia prática de Kant
Autor(es): Vidal, Maria José da Conceição Souza
Palavras-chave: Kant;Mentira;Liberdade;Direito;Moral
Data do documento: 23-Abr-2014
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: VIDAL, Maria José da Conceição Souza. Sobre o problema da mentira na filosofia prática de Kant. 2014. 165f. Tese (Doutorado em Filosofia) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2014.
Resumo: The research examines the problem lie in the thought of Immanuel Kant. This field of law, of the history of political morality, we seek to investigate the Kantian rejection of falsehood and unconditional obligation to be truthful. Defends the thesis of the exception to lie and not be objectionable in two cases, namely: the torture and before the murderer. Thus, it is demonstrated that it is possible the exception to lie under the law, politics and history, considering the perspective of harmony of external freedoms and the idea of moral progress. In this sense, it is argued that the source of law is established to guarantee the external freedoms. From the point of view of morality, reaffirmed the absoluteness is that for Kant the duty of veracity, but it points to the possibility of a practical rule that allows the lie based on human dignity, weighting values as political equality, respect for rational agents, as well as the principle of humanity which teaches always treat the other as an end in itself.
metadata.dc.description.resumo: A pesquisa examina o problema da mentira no pensamento de Immanuel Kant. Trata no campo do direito, da política, da história, da moral, busca-se investigar a rejeição kantiana à mentira e o dever incondicionado de ser veraz. Defende-se a tese da exceção para mentir e não ser reprovável em dois casos, a saber: na tortura e diante do assassino. Assim, demonstra-se que é possível a exceção para mentir no âmbito do direito, da política e da história, considerando a perspectiva da harmonia das liberdades externas e a ideia do progresso moral. Nesse sentido, defende-se que a fonte do direito se estabelece com a garantia das liberdades externas. Do ponto de vista da moral, reafirma-se a incondicionalidade que é para Kant o dever de veracidade, mas aponta-se a possibilidade de uma regra prática que permita a mentira com base na dignidade humana, ponderando valores como igualdade política, o respeito pelos agentes racionais, bem como, o princípio da humanidade que ensina a tratar o outro sempre como fim em si mesmo.
URI: http://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/19807
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