Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/20487
Título: Do paraíso ao inferno: as representações jesuíticas do novo mundo e das mulheres indígenas nos séculos XVI e XVII
Autor(es): Castro, Débora Quézia Brito da Cunha
Palavras-chave: Representação;Companhia de Jesus;Mulher indígenas;Lugar e espaço
Data do documento: 23-Jul-2015
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: CASTRO, Débora Quézia Brito da Cunha. Do paraíso ao inferno: as representações jesuíticas do novo mundo e das mulheres indígenas nos séculos XVI e XVII. 2015. 142 f. Dissertação (Mestrado em História) – Programa de Pós-Graduação em História. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2015.
Resumo: Las crónicas jesuitas fueron, por mucho tiempo, una de las principales fuentes históricas sobre el período colonial. Sin embargo, la organización y la regla de la Compañía de Jesús han influido en la descripción que sus miembros hicieron del Nuevo Mundo. Las visiones y conceptos de la Compañía fueron transportados en Europa, adaptado a la atmósfera colonial y, por veces, modificado por el contacto que ellos tuvieron con los nativos, lo que fue reflejado en sus representaciones del Nuevo Mundo y los nativos. Una parte de los escritos de los jesuitas fue dedicada a las representaciones del Nuevo Mundo, que fue visto inicialmente como Paraíso, y luego como Inferno, Purgatorio y finalmente a la Tierra. Las figuras femeninas también recibieron diferentes representaciones que acompañaron el Nuevo Mundo, porque sus costumbres influyeron en la forma en que se ve y se representó en las epístolas de los jesuitas, y en los sermones del Pe. Antonio Vieira. Por lo tanto, las mujeres indígenas ahora estaban representadas desde la idea de Eva, ahora como demonios y los otros tiempos como seguidoras de un ideal mariano. Pero estas mujeres también fueron vistas como mujeres humanas y con una fuerte influencia en la sociedad colonial, así, como la mujer terrenal, la mujer indígena fue utilizado como un instrumento de alianza y su trabajo disfrutado por la Compañía de Jesús. Por lo tanto, el objetivo de mi investigación era comprender la organización y la norma que rige la Compañía de Jesús, y luego examinar el mundo colonial de la correspondencia de los jesuitas y así analizar las representaciones hechas por ellos del Nuevo Mundo y de la mujer indígena entre los siglos XVI y XVII y cómo este aspecto se refleja en la propuesta de los jesuitas para la colonización. De este modo, cuando los jesuitas utilizaron la mujer indígena en la formulación de alianzas, cuando se organiza el tiempo y el espacio para tener esas mujeres como ayudantes en predicar el "evangelio", trabajaron para lograr el objetivo principal de la Orden: la “salvación de las almas perdidas ". En nuestra investigación utilizamos Roger Chartier para entender el concepto de representación que usamos para definir el aspecto de los jesuitas del Nuevo Mundo y las mujeres indígenas; así como Laura de Mello e Souza para entender la mirada demonizador Europeo sobre los nativos.
metadata.dc.description.resumo: As crônicas jesuíticas foram, por muito tempo, uma das principais fontes históricas sobre o período colonial. No entanto, a organização e a regra da Companhia de Jesus influenciaram na descrição que os seus membros fizeram do Novo Mundo. As visões e conceitos da Companhia foram transportados da Europa, adaptados ao ambiente colonial e, por vezes, modificados pelo contato que tiveram com os nativos, o que se refletiu em suas representações sobre o Novo Mundo e os nativos. Parte dos escritos jesuíticos foi dedicada às representações do Novo Mundo, que foi visto de início como Paraíso, depois como Inferno, Purgatório e, por fim, como Terra. As figuras femininas também receberam representações diferentes, que acompanharam as do Novo Mundo, pois os seus costumes influenciaram o modo como eram vistas e representadas nas epistolas jesuíticas, como também nos sermões do Pe. Antônio Vieira. Assim, as mulheres tupi ora foram representadas a partir da ideia de Eva, ora como demônios e ora como seguidoras de um ideal mariano. Mas essas mulheres também foram vistas como mulheres humanas e com uma forte influência sobre a sociedade colonial, assim, enquanto mulher terrena, a mulher tupi foi utilizada como instrumento de alianças e seu trabalho aproveitado pela Ordem jesuíta. Portanto, o objetivo da minha pesquisa foi compreender a organização e a regra que regiam a Companhia de Jesus, para então examinar o mundo colonial a partir das correspondências dos jesuítas e, assim, analisar as representações feitas por eles do Novo Mundo e da mulher Tupi entre os séculos XVI e XVII e como esse olhar se refletiu na proposta jesuítica para a colonização. Assim, quando os jesuítas utilizaram a mulher tupi na formulação de alianças, quando organizaram o tempo e o espaço para terem essas mulheres como ajudadoras na pregação do “evangelho”, eles trabalhavam para obterem o principal objetivo da Ordem: a “salvação das almas perdidas”. Em nossa pesquisa utilizamos Roger Chartier para compreendermos o conceito de representação que usamos para definir o olhar dos jesuítas sobre o Novo Mundo e as mulheres tupi; como também Laura de Souza e Mello para compreendermos o olhar demonizador europeu sobre os nativos.
URI: http://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/20487
Aparece nas coleções:PPGH - Mestrado em História

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
DeboraQueziaBritoDaCunhaCastro_DISSERT.pdf896,47 kBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.