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Título: Pertinência da citologia anal em mulheres com lesão genital HPV-induzida
Autor(es): Silva, Maria do Perpétuo Socorro Nobre Medeiros e
Palavras-chave: Mulher;Câncer anal;Citologia;HPV
Data do documento: 19-Abr-2016
Citação: SILVA, Maria do Perpétuo Socorro Nobre Medeiros e. Pertinência da citologia anal em mulheres com lesão genital HPV-induzida. 2016. 85f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.
Resumo: The study was conducted as a requirement for obtaining the title of Master in the Health Sciences Program of the Federal University of Rio Grande do Norte. The program has a multidisciplinary proposal where we have the opportunity to exchange ideas and to know multi-professional experience, including subjects that expand our field of vision. The knowledge of topics such as analytical, scientific paper writing and educational practices were essential not to restrict our attention as a doctor. The survey produced three articles: the first one is a literature review through Pubmed portals, Embase, Scielo, Web of Science and CancerLit using keywords HPV, cytology, and anal cancer. The other articles resulted from data collected from a cross-sectional study in 200 women with and without genital lesions who were recruited for anal Pap smears. Women who had abnormal results from Atypical Squamous Cells were classified as abnormal anal cytology. The average age was 41 years. Most are non-white skin (56%), with up to eight years of education (50.5%) and non-smokers (91.5%). Regarding the description of contextual variables, 63.5% used contraceptive methods, 80% had been pregnant and of these, 30% had some abortion, most had up to three partners (73.5%) and did not report any previous STD (74%). More than half indicated that did not practice anal sex (75.5%), 91% stated that their partners did not have HPV, did not use drugs (87.5%) and not had bisexual relations (96.5%). Most women did not have any allergies (85%), anal pathology (92%) or anal bleeding (68.5%), but more than half had GSIL (genital squamous intraepithelial lesion) (57.5%) and a significant amount had abnormal anal cytology (13%). There was a significant association between abnormal anal cytology and GSIL (PR = 2.46; p = 0.032) demonstrating that is important to perform anal cytology in this group of patients.
metadata.dc.description.resumo: O trabalho foi realizado como requisito para a obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O programa constitui uma proposta multidisciplinar onde temos a oportunidade de trocar ideias e conhecer experiências de diversos profissionais da área, e inclui disciplinas que ampliam o nosso campo de visão. Os conhecimentos de estatística, redação de trabalho científico e práticas educativas foram fundamentais para não restringir o nosso olhar a ser simplesmente médico. Foram produzidos três artigos a partir da pesquisa realizada. O primeiro trata-se de uma revisão bibliográfica por meio dos portais Pubmed, Embase, Scielo, Web of science e Cancerlit utilizando as palavras-chaves HPV, citologia, anal e câncer. Os demais artigos resultaram dos dados colhidos de um estudo transversal em 200 mulheres com e sem lesão genital que foram recrutados para exames de Papanicolaou anais. As mulheres que tiveram resultados anormais a partir de Atipia de Células Escamosas foram classificadas como citologia anal anormal. A média de idade foi de 41 anos. A maioria é de pele não branca (56%), com até 08 anos de escolaridade (50,5%) e não fumantes (91,5%). Quanto à descrição de variáveis contextuais, 63,5% utilizava métodos anticoncepcionais, 80% já tinham ficado grávidas e destas, 30% tiveram algum tipo de aborto, a maioria possuía até três parceiros (73,5%) e não referia nenhuma DST anterior (74%). Mais da metade relatou que não praticava sexo anal (75,5%), 91% referia que seus parceiros não tinham HPV, não usavam drogas (87,5%) e não mantinham relações bissexuais (96,5%). A maior parte das mulheres não possuía nenhuma alergia (85%), patologia anal (92%) ou sangramento anal (68,5%), porém mais da metade possuía LIEG (lesão intraepitelial escamosa genital) (57,5%) e uma expressiva quantidade apresentava citologia anal anormal (13%). Observou-se uma associação significativa entre a citologia anal anormal e as mulheres que apresentavam LIEG (RP=2,46; p=0,032) demonstrando ser importante a pesquisa de citologia anal nesse grupo de pacientes.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21469
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