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Título: Aspectos da flexibilidade cognitiva e do controle inibitório em crianças de escolas bilíngues em Natal-RN
Autor(es): Madruga, Beatriz Mendes e
Palavras-chave: Bilinguismo;Educação bilíngue;Flexibilidade cognitiva;Controle inibitório
Data do documento: 13-Abr-2015
Citação: MADRUGA, Beatriz Mendes e. Aspectos da flexibilidade cognitiva e do controle inibitório em crianças de escolas bilíngues em Natal-RN. 2015. 148f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.
Resumo: The relationship between bilingualism and cognitive functions has been amply investigated. While several contemporary studies have found cognitive advantages as a consequence of bilingualism, others have not found significant diferences between monolingual and bilingual subjects. This study shows cognitive flexibility and inhibitory control data from children receiving bilingual education. Thirty six children (mean age of 9,97 years) with different amounts of time in bilingual educational programs were divided into three groups: up to 3 years of bilingual education; 4 years; 5 or more years of bilingual education. Participants’ cognitive flexibility was evaluated using the Wisconsin Card Sorting Test (WCST). Results show little difference between the three groups, evidencing an overall homogeneous sample. Correlational analyses also reveal little relationship between bilingual education time and WCST scores. In addition, participants also performed two inhibitory control tasks: the Simon Task and The Stroop Task, which revealed quantitative diferences in reaction time for both congruente and incongruente items, favoring the group with longer exposition to bilingualism at school. The reduced sample size in this study does not allow generalizations; however, results echo several other contemporary studies, which point out to descrete cognitive advantadges associated with longer exposition to bilingualism.
metadata.dc.description.resumo: O bilinguismo tem sido correntemente investigado na literatura associado à possíveis vantagens cognitivas. Pesquisas contemporâneas seguem encontrando vantagens cognitivas consequentes do bilinguismo, enquanto outras não têm encontrado vantagens significativas em grupos de bilíngues. A presente pesquisa tem por objetivo investigar se em determinada faixa etária e modalidade de bilinguismo vantagens cognitivas podem aparecer: refere-se à infância e ao bilinguismo escolar. As funções investigadas foram a flexibilidade cognitiva, através do Teste Wisconsin de Classificação de Cartas, e o controle inibitório, este através da Tarefa Simon e Tarefa Stroop. Os grupos da amostra analisada (36 sujeitos) foram subdivididos em: grupo less bilingual, com crianças com até dois anos de educação bilíngue; grupo middle bilingual, com crianças com 04 anos de educação bilíngue; grupo more bilingual, cujas crianças estão há pelo menos cinco anos sob educação bilíngue. A média etária da amostra foi de 9,97 anos de idade. Não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos em relação aos itens do WCST. Já os testes do controle inibitório revelaram diferenças quantitativas em favor do grupo com maior tempo de bilinguismo, no tempo de reação dos itens congruentes e incongruentes de ambos os testes: Simon e Stroop. Os resultados não são passíveis de generalizações em virtude da amostra pequena e da ausência de significância estatística. Entretanto, fazem eco a outras pesquisas contemporâneas que apresentam vantagens sutis para o grupo bilíngue com mais tempo de exposição ao bilinguismo escolar.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21555
Aparece nas coleções:PPGPSI - Mestrado em Psicologia

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