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Título: Floresta manifesta: arte e imagens da ayahuasca em contextos urbanos brasileiros
Autor(es): Molin, Gabrielle Dal
Palavras-chave: Arte;Ayahuasca;Antropologia visual;Antropologia do desenho;Ritual
Data do documento: 18-Mai-2016
Citação: MOLIN, Gabrielle Dal. Floresta manifesta: arte e imagens da ayahuasca em contextos urbanos brasileiros. 2016. 190f. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.
Resumo: The psychoactive tea known as ayahuasca, which is made from two different plants from the amazon forest, is part of the culture of tens of american native groups in popular medicine of healers from countries such as Peru, Colombia and Equador, as well as in urban brazilian areas, through institucionalized religions such as Santo Daime and UDV, and in a more contemporary way by practices called “neoshamanism”. Therefore, as a phenomenon of wide geographic range, the antropological, pharmaceutical, medical-scientifical and legal studies of this issue have been for long estabilished inside the academic community, although it is far from being completed, due to updates of traditions related to indigenous groups and also by the changes they suffer within their urban handling. One of the views that is still narrowly presented is the perspective that aims the dimentions in which the visual arts are related to the use of ayahuasca in Brazil, regarding either to the artistic world in which it is found or its status as a political and epistemological instrument. The relations between ritual and religion, personal paths and artistic productions, the forest related symbologies and the urban language are investigated based on field researches with five artists from big cities who have as prevailing inspiration their experiences with the ayahuasca tea.
metadata.dc.description.resumo: O chá psicoativo chamado de ayahuasca, cuja composição principal contém duas plantas amazônicas, está presente na cultura de dezenas de grupos ameríndios, na medicina popular dos curandeiros de países como Peru, Colômbia e Equador, bem como nos meios urbanos brasileiros, através de religiões institucionalizadas, como o Santo Daime e a UDV, e de forma mais contemporânea, pelas práticas chamadas de “neoxamânicas”. Sendo, portanto, um fenômeno de amplas fronteiras geográficas, o estudo antropológico, farmacológico, médico-científico e jurídico da questão há muito se estabeleceu na comunidade acadêmica, ainda que o assunto esteja longe de se esgotar, devido às atualizações das tradições, no que diz respeito aos grupos indígenas, e também pelos hibridismos pelos quais passam os usos urbanos. Um dos escopos ainda pouco utilizado é o que parte de uma perspectiva que vise compreender as diversas dimensões em que as artes visuais se relacionam ao uso da ayahuasca no Brasil, tanto no que concerne ao mundo artístico em que habitam, quanto ao seu estatuto de instrumento epistemológico e político. As relações entre ritual e religião, trajetórias pessoais e produções artísticas, as simbologias da floresta e a linguagem urbana, são investigadas, a partir de pesquisas de campo com cinco artistas de grandes cidades brasileiras, os quais tem por inspiração predominante suas experiências com a ayahuasca.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21590
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