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Título: Estética e sombra: margens, imagens e corpo em improvisos de BaléRalé, de Marcelino Freire
Autor(es): Moura, Natália Oliveira
Palavras-chave: Marcelino Freire;Estética rasurada;Imagens;Margens;Corpo
Data do documento: 29-Jul-2016
Citação: MOURA, Natália Oliveira. Estética e sombra: margens, imagens e corpo em improvisos de BaléRalé, de Marcelino Freire. 2016. 135f. Dissertação (Mestrado em Estudos da Linguagem) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.
Resumo: Se percibe, en la escritura de Marcelino Freire, la ruptura de un modelo de repetición circular, que se inserta en la literatura un nuevo paradigma estético (GUATTARI, 1992) que no sea de lo sublime y de lo tradicional, pero sí lo de una estética rasurada, contraria a la colonización de la alteridad. Teniendo en cuenta estos aspectos, se observó la importancia de promover un estudio sobre la relación entre los márgenes, las imágenes y el cuerpo dentro de la obra de Freire, observando cómo estos tres casos fomentan una ruptura con los estándares normativos, ya sea social, simbólica y del cuerpo, que se apoderan de los procesos de singularización (GUATTARI; ROLNIK, 2013). En los márgenes vienen los sonidos de una lengua menor que se produce, en la escritura del autor pernambucano, como máquina de guerra y de expresión (DELEUZE; GUATTARI, 1997b). Además, se produce imágenes que deconstruyen - a través del diálogo planteado con otras artes, aquí destacando la foto (BARTHES, 2012) – tanto los regímenes de visibilidad y de representación, cuanto su presumida condición de revelación, la fijeza y claridad, provocando nuevas formas de semiotización (BARTHES, 2007) cuando para deshacer las identidades formadoras, remetiendo a los flujos de deseo que disuelven la unidad del lenguaje. Los juegos ficcionales, intitulados por Marcelino Freire de improvisos, emergen como lugar de los cuerpos-lenguaje (DELEUZE, 2011), cuerpos fragmentados, sin órganos (DELEUZE; GUATTARI, 1996), que rompen el cuerpo orgánico, en procesos de intensidad y potencia, por los cuales se reinventan. El flujo del deseo se extiende a las dimensiones que no se limitan solamente al cuerpo humano, sino a otros objetos y fragmentos del cuerpo, estableciendo una experiencia intensiva y contradictoria del interdicto y de la trasgresión y también su anulación, como en la baja prostitución (BATAILLE, 2014), instituyendo la pérdida del sentido y lanzando el cuerpo a la manifestación del diferente. Debido estas cuestiones, se percibió, por medio de esta pesquisa, que las potencialidades discursivas del pensamiento literario del autor de pernambucano promueven los márgenes como como conductores de potencias de transformación. Estos se exhiben como propulsores de nuevas formas de subjetivación, dando paso en el ficcional a la propuesta de una literatura y de una noción de minorías que no se asimilan a la categoría de representación, pero de uno deseo que se pluraliza.
metadata.dc.description.resumo: Percebe-se, na escrita de Marcelino Freire, em BaléRalé (2003), o estilhaçamento de um modelo de repetição circular, inserindo na literatura um novo paradigma estético (GUATTARI, 1992) que não o do sublime e do tradicional, mas sim o de uma estética rasurada, contrária à colonização de alteridades. Considerando esses aspectos, viu-se a relevância de promover um estudo acerca da relação entre margens, imagens e corpo dentro da obra freiriana, observando como essas três instâncias fomentam uma ruptura com padrões de normatividade, seja social, simbólica e corporal, que apreendem os processos de singularização (GUATTARI; ROLNIK, 2013). Nas margens surgem as sonoridades de uma língua menor que se produz, na escrita do autor pernambucano, como máquina de guerra e de expressão (DELEUZE; GUATTARI, 1997b). Além disso, produz-se imagens que desconstroem – por meio do diálogo suscitado com outras artes, aqui destacando-se a fotografia (BARTHES, 2012) – tanto os regimes de visibilidade e representação, como a sua pretensa condição de revelação, fixidez e nitidez, provocando novas formas de semiotização (BARTHES, 2007) ao se fazer destituir as identidades formadoras, remetendo a fluxos de desejo que dissolvem a unidade da linguagem. Os lances ficcionais, intitulados por Marcelino Freire de improvisos, surgem como lugar dos corpos-linguagem (DELEUZE, 2011), corpos fragmentados, sem órgãos (DELEUZE; GUATTARI, 1996) os quais desfazem o corpo orgânico, em processos de intensidade e potência, pelos quais se reinventam. O fluxo de desejo se estende para dimensões que não se limitam apenas ao corpo humano, mas a outros objetos e fragmentos de corpo, instaurando uma experiência intensiva e contraditória do interdito e da transgressão e também sua anulação, como na baixa prostituição (BATAILLE, 2014), promovendo a perda do sentido e lançando o corpo para a emergência do diferente. Em face de tais problemáticas, percebeu-se, por meio dessa pesquisa, que as potencialidades discursivas do pensamento literário do autor pernambucano promovem as margens como condutoras de potências de transformação. Estas são expostas em superfícies propulsoras de novas formas de subjetivação, dando vez no ficcional à proposta de uma literatura e de uma noção de minorias não assimiladas à categoria de representação, mas de um desejo que se pluraliza.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/21967
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